Não sou o que esperam de mim, mas o que quero para mim

As pessoas têm sempre algo a dizer sobre ti, principalmente no que toca a criticar.
Mais rapidamente te apontam o dedo do que te congratulam por algo. É engraçado.
Felizmente aprendi a fazer.
Com ou sem palmadas nas costas, com ou sem risco, com aprovação ou não, sigo e vou sem esperar por ninguém.
Não sei que nome se dá a isto já que hoje em dia existe rótulos para tudo. Talvez eu seja uma puta de pessoas, dou-lhes a importância que me dão e por isso mesmo as pessoas que estão na minha vida estão em constante rotatividade. Poucas são as que depois acabam por ficar….

As pessoas têm sempre muitas opiniões e ideias mas não passam disso. É fácil dizer e difícil de executar.
Apontam o dedo pois fariam melhor que tu, mas do pouco que fazem, nem isso conseguem ter brio e executar com perfeição.
Cansei-me das pessoas.
Tenho noção dos meus defeitos e não me vejo melhorar. Prefiro fazer o papel de má e desta forma ter poucos ao meu redor do que bons.
As pessoas nunca estarão satisfeitas com elas quanto mais contigo por isso do que adianta sentires uma pequena magoa porque te vêem como uma pedra de gelo?
Olho para mim e para o meu percurso, lembro-me de cada queda e de cada vez que me levantei, sinto orgulho no que conquistei e na minha luta diária em procurar mais do que aquilo que a vida me oferece, e sinto-me bem.
E tudo o resto, temos pena, mas não sou o que esperam de mim, mas o que quero para mim, e manter-me assim, ou tu manteres-te assim, é o que te tornará diferente nesta sociedade de apontadores.
Aceito-me assim imperfeita e difícil de aturar, sei que me vêm assim, mas não vou mudar por ninguém… até porque desde que me tornei assim… tem resultado para mim.

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