Musas inspiradoras

| Conto Erótico | Maiores 18 |

 

Certos dias de madrugada, mais vale de manhã, acordar de tarde e sair há noite. Quem nunca teve um desses dias que mande uma pedra para os meus telhados de vidro, mas façam isso com calma sim, para não partirem nada.

Vocês sabem quando ou estão a caminho do trabalho ou mesmo no trabalho e aquela colega que estão habituados a ver todos os dias com roupas largas e completamente sem sentido? Pois e quando ela se arranja, até os queixos batem no chão, pois, foi o meu caso, pese embora não tenha de forma alguma batido com os queixos no chão.

Foi numa manhã de Outono, não me esqueço, os dias ainda estavam assim bonitos, eu ainda ia com os olhos mais fechados que abertos para o trabalho, que lá cheguei, e me dirigia para o meu gabinete, tive o meu primeiro choque, vejo uma silhueta feminina a subir as escadas, todas as formas pareciam perfeitas, todos os detalhes eram magníficos, as mulheres quando querem, sabem pôr um homem doido.

Aquela imagem a subir as escadas não me saiu da cabeça, ainda pensei ir dar uma volta para ver se encontrava aquele pedaço de mulher, queria conhecer ela, queria mais que conhecer, queria aquele corpo na minha secretária, queria mordiscar o que imaginei uns lábios carnudos e sensuais, uns peitos perfeitos para mim, que me encham nas medidas certas a boca, derreter-me por aquela cinturinha fina, e aquelas nádegas de tamanho perfeito.

Só me sentei no raio da cadeira a pensar em ti, queria-te ali, queria abusar de ti, beijar os teus lábios, sentir os teus mamilos espetados na minha boca, deixar o meu desejo sexual libertar-te totalmente, correr o correr o escritório com numa maratona de sexo, em cima de mesa, na cadeira, no sofá, nos moveis dos livros, quero correr o teu corpo de ponta a ponta com a minha língua, quero mais que percorrer o teu corpo, estar dentro de ti, quero enterrar a minha língua em ti, dentro do teu corpo, provocando-te tremores, incendiando-te desejo, afogando prazeres perdidos e novamente reencontrados.

Sentir-te ali na minha posição de poder, mordiscando os teus lábios, deslizando pelo teu corpo, as orelhas, o pescoço, os mamilos, e por fim pegar-te pelas ancas e levantar as tuas pernas e poder encaixar-me em ti, para ti, para te servir, para te saciar, momento a momento, da forma que desejas, devagar, depressa, pela frente, por trás em silencio, com ruído, apenas quero ter-te a ti, e dar-me a mim a ti, quero que te venhas, quero que gozes, quero que te satisfaças por mim, os orgasmos, são pecaminosos, tudo resulta do pecado, mil fantasias, mil desejos, bom.

Não sei o que aconteceu, estou no chão e alguém bate na minha porta, levanto-me do chão, sento-me na cadeira, devo ter adormecido e fui parar ao inferno, não estive com ninguém, foi um pesadelo, dou então autorização para entrarem no meu gabinete e eis que me surge aquele monumento que tinha visto na escada antes, e era apenas a menina dos arquivos, peço a ela para se sentar e vou fechar a porta. O resto, conto depois.

 

NMauFeitio #69Letras

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