Lei de Mulher

| Conto Erótico | Maiores 18 |

 

Existem aqueles dias em que desejamos que o dia acabe rápido, o trabalho quando corre mal, aplicam-se as leis de murphy, se alguma coisa corre mal, tudo pode vir a correr mal, e foi assim, que o meu dia começou, e continuou, a correr mal, vezes sem conta, tanto que desejei não ter saído da cama.

Saí do trabalho cansado e doido, pensativo nas leis de murphy, ainda pensei em enfrascar um pouco de álcool, mas não iria resolver nada, pensei em chegar a casa e afundar-me na cama, saber-te a meu lado me faria mil delicias.

Cheguei a casa, e mal abro a porta, estranho o silencio, penduro o casaco, pouso a mala, e entro corredor adentro, tudo as escuras, lá pensei para mim que terias saído por alguma razão e até o meu inicio de noite começava a correr mal.

Cheguei à sala, e acendo a luz, e fiquei de queixos caídos, ali estavas tu, sentada no meu cadeirão, toda nua, esfumaçando um dos meus charutos, com uma pouca lingerie, e de queixos caídos ganhei um generoso ímpeto, em crescendo na minha cintura.

Perguntei se havia alguma razão que não me ocorria para estares assim, e a tua resposta foi dura, ordenaste-me que me ajoelhasse a teus pés, tinhas tido um dia cansativo e pretendias uma massagem bem satisfatória, bom, pensei para os meus botões, se é o teu desejo, sejam as minhas ordens, e assim o fiz, aproximei-me de ti, e sentei-me na tua frente ajoelhado, descruzaste as pernas bem lentamente e poisaste uma perna no meu ombro, deixando ao alcance dos meus olhos o teu sexo depilado, só de ver, vem-me à cabeça o quanto adoro perder-me dentro de ti, mas aguardei as tuas instruções, que foram dadas através dos toques da tua perna, empurrando a minha cabeça para esse pedaço de prazer depilado, entreguei-me lentamente, por entre ligeiros toques de língua, por entre pequenas dentadinhas, pude alcançar os teus mamilos com as mãos enquanto me entregava a teu prazer, muito devagar e com todo o tempo do mundo ia ficando maravilhado a cada suspiro que saia do teu corpo, da tua garganta, confesso que tentei várias vezes sair daquela posição, queria possuir-te ali na cadeira, vezes sem conta até me passar a azia do dia de trabalho que tinha tido, mas tu, prendeste-me entre as tuas pernas, impedindo os meus movimentos.

Corri de todas as maneiras o teu sexo delicioso, chupei, lambi, mordisquei tudo ora lentamente ora mais rápido, sentia a força das tuas pernas no meu pescoço, empurrando-me com mais força contra o teu sexo em ebulição, e nessas alturas aumentava o ritmo, da mesma forma que quando descontraias as pernas, abrandava, o teu néctar, o teu sabor, o teu prazer, tão delicioso.

Por fim, empurraste-me com força, seguraste na minha cabeça contra o teu sexo e vibraste de uma forma inusitada o orgasmo que tentaste travar vezes sem conta, e esse orgasmo, acompanhado do teu néctar, foi simplesmente delicioso.

Finalmente me pude levantar, e finalmente me livrei o que me aprisionava, sapatos e calças para um lado, os boxeurs para outro, e voltei a ajoelhar-me na tua frente, puxei o teu corpo para a borda da cadeira, e olhei fixamente nos teus olhos enquanto me encaixava dentro de ti, bem lentamente e suavemente, os nossos olhares cruzados, resistiam ao instinto animal e vociferar o prazer que nos percorria, lentamente e controladamente nos fomos descontrolando com a prazer que ia nos nossos corpos, vieste para o meu colo e peguei em ti, e sentei-me na cadeira, deixei-te a ti finalmente controlar tudo, pude brincar com os teus mamilos, apertar eles com as pontas dos dedos, enquanto a minha boca deslizava entre os teus lábios e o teu pescoço, mordiscando as orelhas, algo que te deixa louca, e o fogo foi aumentando de forma descontrolada, até que não pudemos aguentar mais o desejo e soltamos o lado animal, o orgasmo apareceu e dissemos as paredes tudo o que nos deu prazer.

Ficamos ali um pouco abraçados, e perguntaste o que queria para o jantar, ao que respondia que pretendia comer mais um pouco de sobremesa.

 

NMauFeitio #69Letras

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