Ganas de posse

| Conto Erótico | Maiores 18 |

 

Nada melhor na vida que poder fazer o que nos dá na real gana, quando nos apetece, e porque nos apetece, e sobretudo porque temos alguém ao lado tão louca quanto nós.

Eu andava a passear, e encontrei-te a ver montras, trazias um vestido curto, o teu rabo delicioso, com as curvas elevados pelos sapatos de salto que trazias, não me deixavam qualquer duvidas que eras mesmo tu, aproximei-me de ti, na maior das calmas, e deslizei mesmo quando me encostei a ti, sem dares conta, sentis-te alguém atrás de ti e viraste repentinamente, já vinhas de boca suja para me insultares, mas travaste a tempo quando olhaste para mim, coraste bastante, parecia-me ter-te agradado o encosto, já não nos víamos há bastantes meses, e sei que talvez tivesses saudades das maluquices que fazíamos, boas maluquices. Cumprimentámos, e falamos um pouco, eu olhava ora para o generoso decote, ora para o teu rabo empinado delicioso, que vontade mil tive de o castigar ali mesmo, mas aguentei-me, a meio da conversa mete nojo, encostei-me a ti a sussurrei-te ao ouvido se ainda usavas aqueles fio dental que eu adorava coleccionar, quando me conheces-te, nunca voltaste para casa com cuecas vestidas, sempre que tinha oportunidade tirava e ficava com elas, e mais uma vez, coraste e num sussurro suave disseste que sim, e respondi-te que estava na altura de o mesmo ir para o bolso do meu casaco, ainda tentaste resistir ao ímpeto que te lancei, mas rapidamente me guiaste para a primeira porta de um prédio aberta, e te puseste a jeito, e eu não me fiz rogado, puxei o fio dental, por forma a que ele se enterrasse mais entre os lábios, te deixasse apertada, excitada, sabia bem demais os teus pontos fracos. Ali soltaste o primeiro gemido em tom de sussurro, e quando vi que estavas igual, tirei o fio dental lentamente, com a tua colaboração, no fim, pus o mesmo na tua mão e tu meteste o fio dental no bolso do meu casaco, e ficaste imóvel esperando pelo momento seguinte, e eu apenas virei costas e sai do prédio.

Vieste atrás de mim, e perguntaste se era só o que queria, e respondi, que tinha o dia todo, se quisesses esperar, o teu olhar mudou, ficou sorridente, feliz, continuamos a passear e a ver as montras, e eu sempre que podia, olhava para o teu rabo tão apetecível, que saudades tinha eu de te ver.

Passamos por um jardim, por lá vislumbrei uma pequena cerca, um local calmo, ligeiramente escondido, e encostei-te ao cercado, meti a mão entre as tuas pernas deslizando um pouco da saia e encostei os dedos ao teu sexo, estava encharcado, estava tão molhado que escorrias pelas pernas abaixo, sussurrei-te uns quantos impropérios ao ouvido enquanto brincava com o teu sexo, a cada palavra, sentia que mais molhada ficavas, estavas no ponto, mas acabei por te confidenciar, que o teu rabo, apetecia-me rebentar todo, estava simplesmente delicioso, e continuei com pequenas ordinarices, umas mais que outras, sabia carregar-te nos botões certos, e com isso, sei que não demoraste muito tempo a vir-te com os toques dos meus dedos, enquanto eu brincava vezes sem conta.

Acabei a limpar a mão toda ensopada dos teus fluidos, e seguimos caminho, estavas completamente corada, excitada, possuída, encontramos depois uma casa de banho, daquelas vergonhas, publicas, e me encaminhaste para dentro da mesma, entramos num dos cubiculos e logo ali passaste ao ataque, e massajaste o meu sexo já duro, puxaste para fora e engoliste todo, pegaste na minha mão e encaminhaste a mesma para a tua cabeça, sabias bem o que querias, sentir-te sufocada pelo meu sexo duro, movimentei a tua cabeça a meu belo prazer, sentindo o teu engasgar várias vezes, mas nunca desististe de me satisfazer, dei largas à imaginação e puxei para cima, dobrei-te contra a parede, e rapidamente me encaixei dentro de ti por trás, estavas encharcada e quente, começamos com movimentos animais, puxões de cabelo, beliscões nos mamilos, valeu tudo, e lembro-me perfeitamente que não demoramos muito tempo a rebentarmos os dois, os gemidos sussurrados, e ficamos ali encaixados um no outro a recuperar o fôlego.

Saímos daquele local e fomos para outro mais apelativo matar as saudades.

 

NMauFeitio #69Letras

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