Capitulo #3: Isabel

??? TEXTO ERÓTICO M¦18A
Como de costume, saí de casa apressado. Com a pasta a tiracolo, e com o casaco e as chaves do carro na mão, bati a porta do apartamento com tanta força, que acho que acordei alguém.
Esperei o elevador, aproveitei para arranjar a camisa, verifiquei se tinha o telemóvel, e pronto, estava preparado para mais um dia.
Teimosamente demorado, o elevador lá acabou por chegar. As portas abriram-se, como também se abriram os meus olhos ainda ensonados, ao olhar, ainda que timidamente, aquela bela mulher que me esperava do lado de dentro.
– Bom dia! – Disse-lhe ainda meio envergonhado, pela minha cara de sono, e pelo meu queixo caído, que por certo era naquela altura evidente.
– Ola, bom dia! – Disse-me ela de voz baixa.
Senti as maçãs do rosto ficarem rubras, o meu calor corporal subiu em flecha, ela, confiante, fez questão que eu soubesse que ela se apercebera do meu embaraço, e sorriu.
Retribui com um sorriso tímido e muito envergonhado.
– Sou a Isabel, do 4º esquerdo, e você é?  – Disse-me ela com ar de novidade, como se eu alguma vez tivesse esquecido o seu rosto.
– Chamo-me Pedro, sou novo cá no prédio, é um prazer conhece-la. – Respondi-lhe com a voz embargada, e com um ligeiro e inexplicável tremor.
Ela sorriu. Naquele momento, dei por mim a pensar que talvez ela me tivesse visto, quando à socapa, espreitei para onde não devia. Mas não me incomodei.
A conversa fluiu, palavra puxa palavra, e nesta altura estávamos já à porta do prédio, a jogar conversa fora, e ambos atrasados para o emprego.
Propus-lhe uma boleia, que ela aceitou sem hesitações. Afinal, ambos trabalhávamos na baixa.
Isabel era uma mulher muito atraente, alta, de seios pequenos, mas bonitos e bem pronunciados, com olhos claros, profundos, era de facto uma mulher encantadora e merecedora de toda a minha atenção.
Recordo-me que no caminho para o emprego, não me saía da cabeça aquela imagem do seu rosto de prazer. Ela era perfeita.
Quando chegamos, já sabia quase tudo sobre Isabel, a distancia não era longa, mas o transito fez-nos o favor de prolongar a nossa companhia.
Trocamos o contacto telefónico, despedimo-nos com dois beijinhos e seguimos cada um para o seu emprego, atrasados e a contar já com um raspanete do chefe.
Na verdade pouco importava, tinha gostado muito da nossa conversa, e portanto o raspanete do chefe ganhava agora uma importancia relativa.
Ao longo do dia, e nos dias que se seguiram, trocamos mensagens, rimos das parvoíces que escrevemos um ao outro, por vezes em tom provocador, mas nunca mais nos cruzamos pela manhã. Confesso que tinha saudades, e que a procurei algumas vezes mas sem sucesso.
Era sexta feira, eram quase 16 horas. Há já quase dois dias que Isabel não me enviava qualquer SMS, dei por mim a pensar que talvez tivesse ocupada, ou o tema de conversa tivesse acabado, ou então que a poderia ter maçado com qualquer coisa, estava intrigado.
Mas aquela sexta feira estava destinada a ser diferente. Quando o telefone tocou, podia ler-se: “Sei que me viste… não te envergonhes, na verdade gostei”.
Saltei da cadeira, o meu corpo estava agitado, o meu coração palpitava, não sabia que lhe dizer, as minhas suspeitas estavam certas, mas, E agora? – Perguntava eu, enquanto que pensava em algo para lhe responder.
Os minutos seguintes foram de calafrios, queria responder-lhe mas não sabia como. Até que depois de muito pensar resolvi escrever-lhe: “Gostei de assistir”… temi o pior….. mas a resposta não tardou. “Sei que sim, vi-o na tua cara, e nesse lábio que mordias com dedicação”
As cerca de duas horas que faltavam para terminar o trabalho, foram preenchidas com mensagens e respostas, de parte a parte, cada vez mais provocadoras, e cada vez com mais intensidade.
Perto das 18 horas, recebo uma ultima mensagem, que dizia somente o seguinte:
“23:00 – 4º Esq. vêm sem pressas”.
Não respondi. Era inesperado. Estava nervoso, muito nervoso.
Este dia tinha mexido realmente comigo. Regressei a casa, subi até ao sexto andar, pelas escadas, com a esperança de me cruzar com ela ao passar pelo 4º piso, mas sem sucesso. As horas seguintes foram de inquietação. Não sabia o que fazer. Na verdade não era habitual este tipo de coisas me acontecerem. Há media que a hora se aproximava o meu coração batia mais forte. Tremia. Mas sabia que não poderia recuar. O meu desejo por ela era evidente, como era também já evidente o meu tesão pronunciado por dentro das minhas calças justas.
Há hora marcada, subi as escadas. À minha espera, estava a porta estava entreaberta. Entrei. Ela estava em pé, vestia uma linda lingerie preta, rendada, o corpete bem apertado e o cinto de ligas, fixaram de imediato o meu olhar impaciente. Ela fitava-me, olhava-me fixamente mas sem me falar, com uma perna no chão e a outra sobre a cama fazia movimentos laterais onde podia já vislumbrar a sua vulva dilatada por entre o rendilhado complexo da sua lingerie.
Aproximei-me. Abracei-a. Sabia que naquele momento entraríamos numa cavalgada sem retorno, onde o prazer seria o senhor e os seus gemidos a minha fonte de prazer. Arrarrei-a pelos cabelos com firmeza, beijei-lhe o pescoço, de seguida a orelha, e ela estremeceu, lambi-lhe o rosto, olhei-a nos olhos e ela mordeu os seus lábios, e depois os meus, e as nossas línguas se movimentavam freneticamente dentro das nossas bocas.
Agora com os corpos colados, eu apertava-lhe a nuca com uma mão, enquanto que a outra, percorria o seu corpo eriçado e em chama, tremulo, sedento de prazer, enquanto que ela brincava já com o meu membro com aquelas mãos delicadas, como que pincelando, em movimentos circulares, passando-o no seu clitóris, já húmido e quente para meu deleite.
A noite estava quente, a janela do quarto estava aberta, lá fora, a varanda despida parecia chamar por nós. Ela parecia aprovar a ideia, talvez fosse a sua fantasia de ser penetrada ali mesmo, em liberdade, na varanda, tentando esconder-se dos olhares indiscretos dos vizinhos enquanto gemia de prazer. Talvez lhe desse um tesão extra, saber que alguém nos poderia ver numa cavalgada frenética.
Entre beijos e amassos, percorremos o nosso destino até a varanda, que nos esperava. Naquela noite, com lua minguante e com uma brisa quente, a luz da varanda estava apagada, somente as luzes do prédio da frente iluminavam a meia-luz, bem de frente ao apartamento, e somente dois andares acima, aquilo parecia que a deixava ainda mais excitada, como se isso fosse possível. Continuamos a beijar-nos loucamente, agora eu colocava a minha glande na entrada da sua vulva, que estava já encharcada, como que querendo engolir o meu membro de uma só vez, gulosa, mas eu só colocava a cabecinha e tirava, ela gemia, mordia a minha orelha incentiva-me, “vai mete, mete tudo, vai”, estávamos em pé, encostei-a na parede da varanda, ela apoiou-se no guarda-corpos, e colocou uma das pernas na mesinha, abrindo assim as suas pernas para facilitar a minha entrada. Comecei a forçar vagarosamente a entrada de todo o meu tesão naquela vulva desejosa, ela gemia, quase chorava. Aquela ratinha apertada engolia agora o meu membro, com vontade, continuei a forçar lentamente, até sentir todo o meu membro dentro dela. Ela era apertadinha, quente como um forno a agasalhar todo o meu mastro. Eu urrando de tesão e ela a gemer como uma doida, e a sussurrar “vai, fode me”. Ela olhava-me, e olhava para o apartamento em frente que mantinha as luzes acesas e ainda se contorcia mais, talvez esperasse um flagrante, talvez desejasse isso, e com isso se excitava cada vez mais, eu estava doido de tesão, num entra e sai que agora era cada vez mais forte, apertava-lhe agora as nádegas com força. Acariciava o seu clitóris. Ela gemia agora bem alto, e eu beijava-a, na verdade só queria que ela parasse de gemer tão alto, mas quem se importa, naquela altura já nada nos faria parar, naquele momento tudo era permitido, ela gemeu ainda mais alto, gritou até, tremeu toda, todo o seu corpo estava elétrico até que perdeu toda a força nas suas pernas quase dobrando os joelhos. Estava vir-se freneticamente Era um orgasmo maravilhoso e o seu rosto já não enganava, ela estava doida de prazer. Eu louco estava. Agarrei-lhe os seios, afastei-a do meu peito para ver o seu rosto feliz, e fui aumentando os meus movimentos, até, também eu,  gemer de tesão.
Ela olhava-me nos olhos. Sussurrava… “vem-te, da-me esse leitinho, da-me, quero”. Fiz-me de forte, tentei dar-lhe ainda mais, acariciava-lhe o anus enquanto a penetrava com força. Sabia que não iria durar muito mais tempo, os seus pedidos ouvidos repetidamente estavam prestes a surtir efeito, não aguentei e jorrei todo o meu suco na sua vulva latejante, já dela bem encharcada, mas que agora tinha também o suco do nosso tesão. Ela baixou-se, e com as pernas abertas e o meu suco a escorrer entre elas, ela passava os dedos na sua vulva e levava á boca repetidamente, e lambia. Imaginem a visão.
O meu membro teimava em não baixar a guarda, ela, em certa medida era a responsável, sabia-o bem. Olhou-me, ajoelhou-se, pegou no meu membro e engoliu-o de uma só vez. Passou a sua língua húmida e quente nas minhas bolas e subiu lentamente colocou-o todo novamente na sua boca , passando a língua na glande dentro da boca como se de um rebuçado se tratasse.
Reparamos que algumas luzes na vizinhança se acenderam, mas naquele momento já nem eu estava minimamente incomodado, só me apetecia gritar e rir bem alto. Levantou-se demos um longo beijo, sorriu pra mim com cara de esfomeada e disse “Segue-me!” , e com a mão no meu membro puchou-me em direção ao chuveiro…
#PSassetti 69 Letras® 25.02.2017

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