Autoridade de prazer

| Conto Erótico | Maiores 18 |

 

Todos temos aqueles dias, em que nos apetece varrer tudo na frente, aqueles dias em que tomamos pulso de tudo o que nos rodeia e ficamos autoritários, nem sempre somos assim, mas temos esses dias.

Eu tenho desses dias, mais vezes do que deveria ter, mas que se lixe, que reclamem, tomo nota numa pedra de gelo e arquivo no primeiro orifício a descoberto que encontrar, e se não encontrar, arranjo um, nem que para tal, tenha de pegar numa mulher para resolver esse problema.

Cheguei a casa, com fome de ti, com fome de comida, a comida estava atrasada, resmunguei contigo, resmunguei com a comida, resmunguei que te ia comer naquele instante pois tinha fome de ti, peguei-te na mão e encaminhei-te para o quarto, primeira divisão mais perto de onde estávamos, percebeste de imediato as minhas intenções, nem me disseste nada, seguiste a minha vontade, chegados ao quarto, dei-te um beijo seco, queria sexo, queria possuir-te, queria estar dentro de ti, queria saciar-me de ti.

Quase te arranquei a blusa, rebentei com o soutien tinha pressa em sentir os teus mamilos entres os meus lábios, soltei a saia que desceu pernas abaixo para o chão, antes de te lançar para cima da cama peguei na alça do fio dental e o mesmo saiu, acho que devo ter rebentado o mesmo, não faço ideia e tu não te queixaste, não estive com grandes coisas, enterrei dois dedos dentro do teu sexo enquanto me despia, te beijava, aquilo era confuso, nem sabia quase o que fazer primeiro, desenvencilhei-me de  tudo o que me estorvava, já sem roupa, saboreie os teus mamilos entre os meus lábios com ligeiras dentadinhas, enquanto os meus dedos perscrutavam o teu sexo já húmido e quente.

Já chega, agora vou-te devorar, virei-te de barriga para baixo, juntei-te as pernas e penetrei-te com todas as minhas forças, bem fundo dentro de ti, ouvi pela primeira vez a tua voz, o valente gemido que soltaste, estava bem encaixado dentro de ti, revirei-me, afundei-me e tirei-me de ti vezes sem conta, sempre com a vontade de como na primeira vez que fizemos amor, mas estava pior, estava necessitado, queria tudo de ti, aumentei tudo o quanto pude e deixei-me aguentar, cada movimento, ora te puxava os cabelos ora te dava palmadas nessas tuas nádegas deliciosas, fui sempre aumentando o ritmo até não poder mais, e quando mais não pude, rebentei, comigo e contigo num orgasmo simplesmente fabuloso, parecia que tinha levantado um prédio, fiquei vazio da atitude com que estava, soube-me bem.

Jantar? Que jantar? Quem falou em jantar? Prefiro mil vezes repetir a dose, vens?

 

NMauFeitio #69Letras

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