Visita ao escritório

| Conto Erótico | Maiores 18 |

 

Num dos nossos encontros, ao inicio, depois de nos conhecermos, mais um que me vem há memória, lembro-me de teres ligado perto da hora de almoço a pedires para ir ter contigo depois do dia de trabalho, algo que desejava e acedi, e muito antes de acabar o meu dia de trabalho, apareceste no meu trabalho e pediste para esperar por mim, ficaste no meu gabinete, tal como uma cliente, sentada naquele cadeirão para as visitas.

Estava ocupado já não me lembro com o quê, sinceramente, isso é o que menos importa a meu ver, sei que o silencio imperial que reinava o gabinete, rapidamente esse silencio imperial era interrompido por pequenos sussurros, de inicio, como me é habitual, não liguei, deixei-me estar de cabeça afundada no meio dos papeis, e deixei a minha concentração levar a melhor aos ruídos circundantes.

Existem suspiros que não deixam um homem indiferente, por mais cepo ou teimoso que possa ser, e um desses suspiros fizeram-me momentaneamente desligar do que estava a fazer e levantar a cabeça, e olhei para ti, ali, quase deitada no cadeirão, com a saia subida até há cintura, com depilação feita de fresco, o maravilhoso fio dental era algo que havia desaparecido, e tu ali, de olhos cerrados, mexendo em ti muito lentamente, dava perfeitamente para visualizar pelo brilho do teu sexo, o quão encharcada estavas, aquilo despertou-me, sem duvida, ainda tentei voltar a enterrar os olhos nos papeis, mas o dano já estava presente, firme e hirto e com vontade de te devorar ali mesmo, mas havia muita gente no corredor, sei que não ligavas, mas era o meu trabalho, e ali continuas-te a cortar o silencio imperial do meu escritório, com gemidos sussurrados bem leves, prazeirosos, dando cabo da minha concentração.

Mais tarde quando os colegas começaram a desaparecer, perdi algum medo, e levantei-me, discretamente tranquei a porta e fechei as cortinas, e ajoelhei-me aos teus pés, peguei na tua mão, afastando-a do teu sexo, e suavemente deixei a minha língua lambuzar-se nos teus molhos quentes, nas tuas carnes deliciosas, lentamente me encaixei no teu prazer, vi-te pelo canto do olho segurares com alguma força do descansa braços da cadeira, e por isso, decidi aumentar a dança da minha língua e do teu clitóris, estava bem saliente, reagindo a pequenas trincas e as passagens da minha língua, não foi preciso muito para te ver dar como derrotada, e deixares finalmente sair aquele orgasmo aprisionado desde que chegaste ao pe de mim.

Mas eu continuo duro como tudo, apetece-me fazer o que qualquer homem faria, que é devorar todos os teus orifícios, de todas as formas e feitios, acompanhados de grunhidos de animal em modo de caça, mas deixei os meus instintos mais bizarros virem ao de cima.

Tirei o cinto das calças e puxei-te por um braço na direcção da secretária, deixei-te ali, dobrada sobre a secretária, e passei os dedos pelo teu sexo, enterrei o dedos e tirei, dei uma leve palmada nas nádegas, espalhando o teu néctar pelas mesmas, toquei com o cinto nas nádegas, apetecia-me vingança, que de fria não tinha nada, tu fervias, soltei alguns botões da camisa, e puxei um pouco mais duramente os mamilos para a liberdade do soutien, e não te permiti tirar as mãos da mesa, belisquei levemente de inicio os mamilos, depois apertei com toda a intenção, tu reagias encaixando as tuas ancas no meu sexo ainda dentro das calças, duro como tu, sabias bem o que queria.

Sentei-me no cadeirão, ordenei-te para te ajoelhares junto de mim, e assim que te ajoelhaste, não perdeste tempo, libertaste o meu sexo, e de imediato o sorveste, saboreaste lentamente todo aquele entusiasmo vibrante, deixei-me flutuar, e saborear tudo o que me estavas a proporcionar, senti desligares os teus lábios do meu sexo, e o teu corpo esguio a subir contra o meu, sentaste no meu colo, enterrando-me todo dentro de ti, começaste lentamente aquele bailado suave, tudo aquilo era sensual, fervia tanto como talvez um vulcão, estava desejoso de dar o estoiro e irrigar todo o teu ser com o meu néctar, mas tu foste devagar, saboreaste cada momento, e eu também, até que tudo o que estava excelente, ia acabando mal, quando alguém bate a porta, e eu te clamo para me fazeres atingir o orgasmo, e tu qual animal selvagem, pelo meio de pequenos grunhidos, acabamos por atingir o orgasmo desejado.

Rapidamente me tentei recompor, e fui para a porta, e abri a mesma, e do lado de fora, ninguém.

Ainda bem, vamos agora continuar aqueles prazeres animais num sitio mais privado…

 

NMauFeitio #69Letras

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