Quando a fome aperta

| Conto Erótico | Maiores 18 |

 

Pequeno almoço amarrado na cama a saborear o teu sabor, sentada na minha cara fazendo aqueles movimentos pélvicos que só tu sabes fazer, sentir o teu sexo na minha boca, cavalgando a minha língua, sem me deixar respirar, melhor, só mesmo quando te vens na minha boca e os teus fluidos me escorrem pela cara abaixo, significa que te dei um bom pequeno almoço, e com sorte haverá talvez um almoço.

O almoço, é servido contra a parede, sou eu que tenho a iniciativa de enterrar a minha língua em ti, não quero saber de mais nada, adorei o teu sabor, logo pela manhã, sabes a sexo, desejo continuar o que comecei de manhã, e sei que não te fazes esquisita quando a minha língua passeia pelo teu sexo fervente de mais prazer, a força com que empurras a minha cabeça contra o teu sexo encharcado, e os gemidos doidos que soltas, sabem-me bem, irei dar azo a todas as provocações que possas sentir, de uma forma, ou de outra, a minha língua dentro de ti, o teu clitóris dentro da minha boca a ser sacudido pela minha língua irrequieta enquanto gemes de gozo, e sei que queres mais, mas mais não vais ter, quero sentir os teus sucos vaginais a impregnarem-me o corpo, quero sentir eles a escorrerem o meu corpo, e não vais aguentar muito mais, porque eu não quero que aguentes.

O jantar, a sobremesa é servida na sala, na mesa da sala, deitado, tu sentas na minha cara novamente, queres mais, queres tudo, queres o controlo, seguras o meu pescoço enquanto o apertas, se apertas muito a língua não sai tanto, os movimentos pélvicos estão de volta, danças na minha boca, continuas tão ou mais encharcada do que estavas de manhã, a tesão continua, o clitóris vermelho de tanta provocação, de tanto amasso da minha língua, ainda quer mais e mais, sem parar, e sem parar, a língua, sem parar, a tua dança na minha boca, soltas mais uma vez um estridente orgasmo, acompanhado de sucos vaginais que me descem a cara.

Mas agora, quero eu mais, saio da mesa e coloco-me na tua frente, o meu sexo duro, enterro-o na tua boca, seguro a tua cabeça com firmeza e movimento-me dentro dela, com vigor tal que até te engasgas, mas não desistes, queres sentir ele bem duro como se a querer descer a tua garganta, e eu também quero que o sintas, bem duro e bem entalado, mas tenho outros desejos, e tiro da tua boca, coloco-te de gatas em cima, da mesa, passo um pouco de saliva no teu sexo encharcado, aponto a cabeça ao devido orifício e espeto todo sem medos, sem receios, e os gemidos regressam, mais violentos, mais audíveis, e eu teimo em te possuir à bruta, pegando nas tuas ancas e obrigando-te a acolher-me todo bem fundo dentro de ti, mas não me chega, quero mais, vou abusar de ti, do teu corpo, da tua alma, preparo com um dedo e um pouco de saliva o teu outro orifício mais apertado, e nem quero saber que não gostes, castigaste-me de manhã e agora pertences-me, tiro para fora, aponto ao segundo orifício, tu tentas fugir, e eu avanço, devagar, deixando-te sentir devagar, mas sempre insistindo para entrar mais um pouco, masturbo-te o clitóris, quero que gozes de tesão, mesmo que não me queiras naquele orifício, rendida, ou quase, deixas-me por fim, entrar todo, e todo dentro de ti começo a deslizar lentamente, ora mais rapidamente, somente tenho em mente alagar-te do meu prazer, seguro-te nos cabelos, masturbando-te com vigor, com intenção, espero que gozes e quando vais para gozar, eu gozo também, largando todo o meu leite quente dentro de ti.

Ainda falta a ceia.

 

NMauFeitio #69Letras

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