Estranhos conhecidos

| Conto Erótico | Maiores de 18 |

 

Olho para ti, parada na estação do metro, tiro-te as medidas de alto abaixo, cabelos loiros, olhos perdidos de cor avelã, lábios carnudos e muito sensuais, que vontade louca de ter agarrar e tornar-te minha.

Entras na carruagem, caminho na tua direcção, sento-me há tua frente, encho-me de coragem de te olhar nos olhos, teu olhar profundo me deixa inebriado, anestesiado, e balbucio uma coisa qualquer que te faz esboçar um sorriso leve, digo que a tua beleza não deveria de andar sozinha, pois qualquer homem pode desejar ter tamanha beleza. Cada palavra que me sai da boca esbarra numa parede de betão impossível de mandar abaixo, sinto-me incrivelmente pequeno do alto destes 1,85, e então dizes que vais sair na estação a seguir e se eu não queria tamanha beleza ao meu lado durante uma bebida, saímos da estação, e fomos a um café, ficamos na esplanada, e falamos sobre tudo menos do que a minha mente tinha curiosidade em saber, como serias tu despida dessas roupas que te dão formas provocantes, que fazem a tua beleza transbordar para níveis que colocam um homem há beira da loucura.

Convidaste-me a acompanhar-te a casa, até porque moravas perto do café, de imediato acedi.

Perguntaste-me se queria subir a tua casa, respondi-te se achavas seguro levar um desconhecido para casa, ao que respondeste com um sorriso rasgado, que já algum tempo ninguém te fazia sorrir. Chegando a tua casa, foste abrir umas persianas e abriste a porta da varanda e disseste para eu ir fumar para a varanda. Sentaste no sofá, agarras-te no telemóvel e desligaste, e pediste-me que fizesse o mesmo, disseste que não gostas de ser interrompida com telemóveis irritantes, ao que acedi, desliguei os telemóveis, e ficamos a falar durante horas, convidaste-me para te fazer companhia durante o jantar, que eventualmente foi a coisa romântica de pessoas que se perdem na conversa, pizza encomendada.

Após o jantar voltamos há sala, foste buscar uma garrafa de licor de whisky e fomos bebendo lentamente e as coisas foram ficando acesas, o licor desinibia-me e quanto mais vontade tinha de te beijar, mais me dobrava tentando esconder a minha excitação, e numa dessas alturas pus uma almofada no meu colo, ao que me perguntaste que necessidade tinha eu de esconder o desejo, e aproximaste-te de mim, e ficaste a olhar para mim bem perto e eu não resisti mais, tinha de te ter, tinha de te possuir, beijei-te, atirei-me para cima de ti, segurei-te os braços, beijei os lábios, senti aqueles lábios carnudos e provocantes contra os meus, perdi a noção do tempo e do espaço, as minhas mãos já dançavam no teu corpo, tocando, acariciando, os meus lábios já não procuravam os teus lábios, desejavam o teu pescoço, as tuas orelhas, mordisquei-as levemente, as minhas mãos puxavam a tua camisola e queriam sentir-te dentro do soutien, apertar os teus mamilos, senti-los ficar duros, a roupa depressa desapareceu, e logo os meus lábios sugavam os teus mamilos duros, beijei o peito, desci e procurei desfazer-me do fio dental e sentir o teu sabor na minha boca, beijei, toquei com a língua no clitóris, massajei-o, acariciei-o, fiz-te gemer de loucura, senti o teu corpo crispar-se de prazer no meio de gemidos, e parei, sentaste-me no sofá, saltaste para cima de mim, atacas-te o meu pescoço, o meu peito, brincaste com os mamilos, desceste mais e procuraste o meu sexo, e usaste a língua e a boca para me pôr mais louco do que já me encontrava, puxei-te para cima e deitei-te no sofá, e ali mesmo ajoelhado há tua frente te possui com força de um touro, com a violência de um furacão, e ali começamos a descida aos infernos dos prazeres.

Virei-te de costas, e ali mesmo te penetrei fundo, e rápido, por trás, agarrei nos teus cabelos tentando dominar-te, tuas voluptuosas nádegas chocam contra o meu corpo e sinto o calor emanado pelo teu sexo, ritmicamente te começas-te a movimentar e eu sentindo o calor a subir de uma forma violenta, tiro fora, e paro e tu lutas para eu libertar os cabelos presos na minha mão, puxo com força, ao que gritas de dor, solto os cabelos, e tu levantas-te e mandas-me para o sofá e violentamente te sentas em cima de mim, enterrando o meu pénis bem fundo dentro de ti, e movimentaste de uma forma selvagem e começas a pôr-me há beira do êxtase, tento lutar contra ti, mas meus esforços são inválidos enquanto me venho dentro de ti no meio de gemidos loucos de prazer de ambos.

 

NMauFeitio #69Letras

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