Vizinho… Cachorro ou lobo?

Texto Erótico M18 ?


Gosto do que vejo, o pulso trabalha bem…

Agora percebo a vontade de todas as meninas do condomínio… De te castigar…
Ao ver as calças bem apertadas no traseiro empinando emoldurado naquele corpo apetecível e o sorriso insinuante, fiz a proposta… Queres usar a chibata?
“Claro que sim, desde a primeira vez que cruzámos olhares, quando vivias do outro lado da rua!” Era tudo o que queria ouvir… Vais usar isso em mim, Vizinho, e vais provar que o cachorrinho do prédio vira bicho, mas primeiro vais ser meu… “Pareces inofensiva, combinado!”
Não te deixes iludir pela forma como trabalhei o chicote, querido, é que estou habituada a usar as mãos…
“Quero ver isso…”
E lá estava ele, conforme pedi, nú e ajoelhado aos pés da cama com olhar trocista como quem diz, estou pronto para ti, Vicky. Montada nos saltos, meias de rede, micro saia e corpete pretos, bamboleei à sua volta e dirigi-me ao sistema de som, onde já tinha preparada a playlist para este encontro… Rock, pesado, sugestivo.
Tinha a famosa chibata na mão e foi com ela que me dirigi a ele. Encostei-a ao seu pescoço e comecei a brincadeira. “Não achas que tens a cabeça demasiado levantada para quem vai beijar os pés da senhora?” Os olhos mudaram de expressão e a postura mudou com a chibatada ligeira que lhe dei no ombro, só para corrigir a posição do meu novo brinquedo. “Agora, um beijo em cada pé, não te entusiasmes!” Ele obedeceu e manteve a cabeça baixa. Lindo menino. Já entendemos ao que viemos? Ouço um tímido sim que me leva a pressionar o salto nas costas dele e sussurar quase hannibalescamente, não compreendi… “Sim, senhora!” Solta ele entre um gemido de dor e outro que julgo ser de prazer…
“Agora, levanta-te mas lembra-te quem és aqui!” Sem pio e a tentar esboçar um sorriso levantou-se e manteve-se cabisbaixo. Porra, mesmo de saltos consegue ser maior que eu… Afago o pescoço e aperto, usando a outra mão para percorrer a pele que já queima em antecipação e há alguma reação no baixo ventre. “Já que te estás a portar como um animal sem controle, é assim que te vou tratar! De quatro em cima da cama. Já!” “Sim, senhora!”
Só por essa espécie de ereção que ousaste esboçar na minha perna, mereces o primeiro castigo! Belisco a nádega esquerda e solto uma festinha mais aguçada na outra. Sinto um ligeiro tremor nas pernas e afasto-me, aumentando a tensão. De novo com a chibata, percorro o exterior das pernas, depois o interior, roçando as bolinhas que se me mostram ali, penduradas e expostas e começo a desenhar círculos nas bochechas suave, maliciosamente. Subo pelas costas e quando chego ao pescoço aperto a nuca e chego os meus lábios à orelha. Diz um número…

Oh Vizinho, és tão previsível que ainda antes de abrires a boca eu já sei que vais dizer 69 entre risinhos… Pois bem, 69 açoites… É isso? Instintivamente levantas a cabeça e com o olhar inundado de pânico imploras por misericórdia. É a minha vez de rir a bom rir. Não querido, não seria tão má, não da primeira vez… 13,  parece bem? Acenas que sim e ajeitas o corpo preparando-te para começar a receber a fúria de mais uma… Vejo que estás habituado a isto… Ainda antes de começar a açoitar aquele rabo branquinho e apetecível, dou-lhe uma trinca. Coloco a chibata em frente à cara dele e sussuro maliciosa “pensa se teria sido melhor ou pior com isso”.

Eu própria me preparo e solto a primeira palmada. Hum… que delícia… dá vontade de comer isto já a seguir… segunda, e ouço um gemido abafado entre dentes. Dói? “É bom senhora!” Não é suposto ser bom… e com isto dou três de seguida na mesma nádega e começo a ver o rubor a crescer na carne e a tesão a crescer sem ser convidada. Em quantas vamos, Vizinho? “Cinco!” Não te ouvi contar! Vamos começar de novo… em francês, consegues? “Sim, senhora…”

Recomecemos então… o desgraçado portou-se bem e chegou ao fim dos açoites sem vacilar a numeração. O rabo vestia-se agora de fogo, o caralho estava teso e a respiração ofegante. Eu esfreguei as mãos, passei um creme de aloé Vera e segui. Acariciando o rabo que maltratei até à pouco, passei a língua pelas marcas das minhas mãos e pelo centro que se mostrava careca e pronto (imagino se ele gostaria de ser comido por mim um dia.. mas não hoje, concentra-te Vicky), percorro nádegas e pernas com as unhas, suavemente arrepiando o corpo todo e repito o processo até sentir que o meu brinquedo está excitado e recuperado do tratamento.

Relaxa, agora. Põe-te confortável. O corpo dele desmanchou por completo com as minhas palavras. Fiquei a observar a forma como ofegava no misto de dor e prazer, a pele arrepiada e vi que me olhava cheio de luxúria a pedir mais… Continuamos? “Sim,por favor, senhora!” Tão lindo, sabe pedir… agora, vira-te, estende os braços por cima da cabeça e abre as pernas. Prontamente, obedeceu e colocou-se conforme lhe pedi. Tirei as cuecas à frente dele. Rapidamente fui à gaveta buscar uma venda e uma gravata. Privado de visão e braços presos ali estava ele a minha mercê… achas que sabes o que se segue? “Não, senhora, mas com certeza será um prazer aceitar o que tem para mim!”

Eu própria já estava excitada e não me demorei a sentar na cara dele… Agora sim vais mostrar o quanto aprecias a senhora, sem mãos!

Quem não esperava tanta mestria de língua era eu que em menos de nada estava derretida a foder a língua dele enquanto lhe agarrava os cabelos… Senti o orgasmo vir, violento e inundei a boca dele que o sugou por completo sem sequer lhe pedir. Lindo menino… desmontei aquela boca gulosa e perigosa só para dar de caras com a ereção gigante que o bichinho tinha… pela primeira vez beijei a sua boca, doce e a saber ao meu suco e avisei-o… Agora vou-te foder, porque foste um bom menino… ele entreabriu os lábios e soltou um suspiro. Sem pedir licença, enterrei aquele caralho bem fundo em mim e cavalguei sem cerimónias… não era preciso muito mais… todo ele me preenchia e a sensação foi de ter encontrado a peça que faltava… Obriguei-me a parar perto do clímax e observei a cara dele. Tirei a venda e beijei-o outra vez. A cara dele gritava prazer e obrigada… Agora vais ver, agora sim vais ter a recompensa, cachorrinho… e continuei, apertando-lhe ligeiramente o pescoço e cavalgando violentamente… queria o orgasmo, queria agora. Queria que o mundo acabasse e a música estava como eu, fora de controle… O orgasmo foi simultâneo, senti o leite dele preencher o meu interior e molhei-o todo com o meu. Caí sobre aquele corpo e voltei a beijar aquela boca gulosa. Desamarrei os braços e permiti que me abraçasse, ambos necessitávamos disso.

“Vicky, és tudo menos inofensiva…”

Eu sei… na próxima lua cheia quero ver o meu cachorro transformar-se em lobo…

Estarás à altura, Vizinho?

©VickyM #69letras

#chalengeme

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