Um pôr do sol diferente

| M18 | Maiores 18 | 

Foi numa noite quente de verão, o fim do dia após o trabalho, encontramos, queríamos estar juntos e tínhamos a noite toda pela frente, tivemos fome um do outro, mas também tínhamos fome de comida, e fomos ver o pôr-do-sol ao cabo da roca, depois de ver o pôr-do-sol, olhamos perversamente para os olhos um do outro, e decidimos ir degustar uma refeição num restaurante perto, o jantar pelo que me recordo foi peixe, bebemos umas garrafas de vinho que nos toldou as imaginações no frente a frente, sentia o teu pé a deslizar pela minha perna acima até ao meu sexo, o teu ar inocente a olhar para mim, como se nada se passasse e eu com um tesão enorme, não paravas quieta com o pé a deslizar até ao meu sexo por baixo da mesa, ainda tentei pagar na mesma moeda, mas sendo homem é difícil ser tão hábil, pelo que me lembro de ter feito cair uma garrafa já vazia ao chão, a tesão essa já era demais, e o álcool ainda fazia com que as coisas soubessem terrivelmente bem.

No fim do jantar, com a noção que não estávamos aptos para conduzir, fomos passear, numa praia, abraçados um ao outro junto há rebentação, molhando suavemente os pés, entre beijos, caricias, desejos, a temperatura subi-o a níveis explosivos, chegamos a zona que parecia uma pequena enseada, com formações de rocha e um pequeno areal com dunas, fomos para uma duna e sentamos, e não demorou muito a ficarmos deitados lado a lado perdidos em vontades, aos beijos provocantes e indecentes, onde as mãos, perdidas nos corpos, se preparavam para um ritual de prazer, a fome apertava, tu querias ter-me dentro de ti, e eu queria vir-me dentro de ti, a tesão cresceu para níveis explosivos, nem perdemos muito tempo com mais aquecimentos, abriste as minhas calças e sentiste bem o meu tesão, vieste para cima de mim, sentaste em mim, roçaste o teu sexo encharcado no meu que estava bem duro, sentia as tuas cuecas encharcadas a deslizar no meu sexo prestes a rebentar, e sempre a prenderes-me os braços, não me deixaste tocar-te, apenas dançavas em cima do meu sexo sem me deixares penetrar-te, bom, muito bom, depressa cheguei ao ponto de rebuçado que só me apetecia violar-te, continuaste com a brincadeira, o teu ar inocente e perverso deixou-me capaz de explodir, mas resisti, acabaste por ceder e desviaste as cuecas para o lado, e deixaste o meu sexo duro e explosivo penetrar-te com violência, estavas a ferver, tão molhada, mas tão molhada que sentia os teus sucos contra o meu corpo a escorrerem.

Começaste a dançar lentamente em cima de mim, as tuas mão haviam libertado os meus braços, pude então elevar-me e beijar-te, tocar-te nos mamilos e apertar eles, já estavam bem duros quando os comecei a beijar, depois a apertar entre os lábios, depois a dar pequenas e suaves trincas, pelo meio da tua dança suave de deslizar dentro de ti, não foi algo de violento, mas foi tão intenso, mas tão intenso, que o orgasmo quando chegou, soltamos uns violentos gritos de prazer que ecoaram pela praia toda.

Ficaste deitada sobre o meu peito, respirando ofegante, o orgasmo foi a melhor sobremesa que poderíamos ter tido, ficaste a ter-me dentro de ti, enquanto os sucos deslizavam do teu corpo para o meu.

Lembro de te teres levantado, e olhado para mim com o teu ar inocente, mas com aquele olhar perverso, como que insinuando querer um pouco mais, saltaste do meu colo e ficaste ali de quatro a olhar para mim, como que dizendo que quero mais, estavas ali com as roupas afastadas, encharcadas de quatro, como que ansiando por algo mais.

Levantei-me e fiquei de joelhos, olhei para do alto, continuavas parada de gatas, com o teu ar inocente, e o olhar capaz de incendiar o mais santo dos homens, cheguei-me a ti, fiquei com o meu sexo na frente da tua boca, e não demoraste a meter a língua de fora e começares a lamber-me devagar, claro que efeito mais rápido não poderia haver na lentidão, e rapidamente tornei a ficar duro, enquanto me deliciavas com o prazer da tua boca, os meus dedos procuraram o teu sexo, que continuava encharcado e a ferver e o toquei com os dedos, deslizando eles dentro de ti, entre os teus beijos ouvia-se também suaves gemidos de prazer, tesão continuava de rebentar, estivemos ali um pouco, nunca te mexeste daquela posição, soubeste levar-me ao ponto de dinamite novamente, pelo que não demorei a contornar o teu corpo, pôr-me atrás de ti, olhei para as tuas nádegas brancas, e dei umas palmadas, o som que fizeste não foi de dor, foi de gozo, entre as palmadas acabei por me enterrar forte em ti, segurei nos teus cabelos e puxei eles para mim, como se tivesse a montar-te a fazer-te deslizar pelo meu sexo duro e explosivo, entre suaves puxões de cabelo, ligeiras palmadas nas tuas nádegas rosadas, os gemidos foram subindo de tom, quanto mais gemias, quanto mais te penetrava mais rápido e mais forte, não demorou muitos minutos a retornar-mos a gemer alto e bom som o orgasmo que se tornou realidade.

Levantamos, arranjamos as roupas, abraçamos e regressamos ao carro, precisávamos de um bom banho quente, e a sobremesa fora óptima, mais ainda íamos a tempo da ceia.

NMauFeitio #69Letras

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