Prenda de aniversário

| M18 | Maiores 18 |

Sempre tive uns quantos desafios mais exigentes, mesmo o sexo pode ser exigente, e prendas de aniversário, essas então, mais desejos deixam num homem como eu.

Eu nunca escondi o meu fascínio, talvez ao ponto de ser tarado nesse aspecto, uma mulher na cama para mim, tem de cumprir uns determinados padrões, tem de usar lingerie, adoro ver uma mulher de meias de liga, fica sensual, e aquele toque da meia, tem o seu quê de provocante, depois, claro, uma mulher não fica bem descalça, para mim, quanto maior o salto, mais arrebita o rabo, mais elegante fica, e entra no conceito do tarado, uma mulher nua dá-me sem duvida prazer, mas ver uma mulher mais arranjada, faz-me digamos que assim, saltar a tampa, e quando a fome se junta há vontade de comer, bom, para bom entendedor, meia palavra basta.

Uma prenda de aniversário que nunca vou esquecer, foi algo bem simples, mas para mim, ficou a recordação do momento.

Na altura, morava com os meus pais, portanto, aventuras em casa era para esquecer, pelo que levei a minha miúda a um bar, bebemos o nosso café, e ela sai-se com tenho uma prenda para ti, esta comigo, mas não te posso dar agora, bom, um gajo fica logo a pensar em mil coisas, saímos do bar, e fomos para o nosso spot, um parque de estacionamento perto da minha casa, ficava por baixo de uns prédios e era sossegado, costumávamos fazer o amor naquele sitio, já tínhamos visto a policia por lá, mas nunca nos foram chatear.

Quando chegamos ao nosso canto, depois de estacionar o carro, já estávamos nos belos beijos, danças de língua, e ela diz que era hora de eu ver a minha prenda, ela tinha no corpo um vestido pelo joelho, meias que usava sempre, mas o pormenor, foi ela puxar o vestido para cima, até há liga, bom, digamos que entrei logo em modo automático, fiquei completamente duro só de olhar para ela, e pelo meio, ela diz que ainda há mais qualquer coisa, para ela, mas para partilhar comigo, e puxa-me de umas botas com um bruto salto em metal, e pronto, se tivesse de mais resistir, fiquei completamente de queixos caídos, saímos para fora do carro, ela desfila para mim, puxa o vestido até há liga, mostra-me lentamente e pouco a pouco a artilharia toda, até se ver demais e pimbas, nada de cuecas a impedir caminho, se bem que não impede, mas vocês percebem.

Voltamos para dentro do carro, eu já fervia com as hormonas há pancada dentro do meu corpo, eu estava sentado no banco do pendura, e ela desliza para o meu colo, beijos, mais beijos, pequenos toques e já tinha tentado possuir o outro orifício, mas ela não queria, dizia que haveria tempo para tal, e segreda-me ao ouvido que aquilo que tanto desejava, iria ter, eu sinceramente, tirou-me o chão debaixo dos pés, puxou o vestido para cima, fiquei com a visão toda, ela dançou no meu colo, roçou-se em mim já bastante duro, pediu-me inclusive que a masturbasse, pelo que acedi há sua vontade, masturbei-lhe o clitóris muito calmamente, ela soltou-me o sexo das calças e dos boxeurs e começou a dançar aquele rabo delicioso no meu sexo, com muita calma, o carro era pequeno apertado, e tudo aquilo estava a ser uma experiência única, sem lubrificantes, sem coisas, foi tudo muito devagar, até se encaixar em mim, depois pediu-me para a deixar controlar, que acedi, e ela começou a deslizar pelo meu sexo, enquanto eu a masturbava, ela veio-se umas quantas vezes, e eu com o maior prazer de estar a comer aquele delicioso rabo também não aguentei muito mais a atingir o orgasmo e alagar completamente aquele rabo delicioso.

Ficamos ali sentados uns minutos, entregues na troca de beijos, de caricias, mas ela tinha mais desejos, e eu também, e não tardamos a ir para o banco de trás ver as vistas.

 

NMauFeitio #69Letras

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