Explosões de ano novo

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A melhor noite do ano, a passagem de ano, a noite em que se festeja até cair para o lado, existe o antes da meia noite e o após meia noite, foi num dos anos loucos, da juventude, uma saída para a noite, uma discoteca cheia de gente, uns poucos amigos, para celebrar a noite mais louca do ano, tínhamos uma mesa reservada, um espaço só nosso, começamos logo a jogar ao ataque, foi servido uns petiscos, pedimos logo uma garrafa de whisky para a mesa e fomos bebendo e petiscando, eram umas vinte e três horas quando a pista abriu, e logo umas quantas meninas foram para a pista de dança, não liguei muito do sitio onde estava, estávamos no piso superior, e a pista ficava no piso inferior, entreguei-me ao liquido do copo, e o resto da malta foi para o varandim dançar, e claro, ver as miúdas que dançavam na pista.

Quando me levantei, foi para ir aliviar a carga, desci ao piso inferior, e fui tratar do assunto, depois de tratar do assunto, quando ia voltar para o meu canto e curtir a minha onda, cruzei-me com uma miúda, gira, com um olhar lindo e penetrante, cruzamos um olhar fugidio, voltei para o meu lugar pensado eu que uma rapariga assim, não teria ido sozinha.

Após os melgas dos meus amigos muito me chatearem para ir para junto deles, avaliar as miúdas que dançavam na pista, acabei por ir mesmo, lá de cima dava para ver toda a discoteca, e lá acabei por ver a tal rapariga, sentada numa mesa, e a companhia dela, de facto, estava acompanhada, pelas amigas que dançavam na pista, novamente os nossos olhares se cruzaram, desta vez não fugimos, ao olhar, ela não sei porque razão levantou-se da cadeira e foi dançar com as amigas, cabelos compridos ondulados, ligeiramente dourados, uma face linda, um vestido justo para com as curvas do corpo, e que curvas, aparentava ter tudo no lugar, olhei para ela, enquanto os meus amigos avaliavam as curvas das raparigas.

Já perto da meia-noite, pegamos na garrafa de champanhe e continuamos no piso superior, elas lá em baixo fizeram o mesmo, acabei por ver um moço ir ter com ela, percebi que falaram algo, e reparo nele a afastar-se dela, mais pensei ainda que ela estaria a aguardar pelo namorado ou algo parecido, mas nunca lhe tirei os olhos de cima, e por mais estúpido que possa parecer, parecia-me que ela também não me tirava os olhos de cima, mas nem tudo o que luz é ouro.

Passou a meia-noite, foram as passas, foi o champanhe, e nova volta para aliviar carga, desci sempre tentando controlar onde estava a rapariga, quando desci, e voltei para ver por onde estava ela, perdi-a, não a vi mais, ainda pensei em meter conversa com ela, mas não a vi, tratei do meu assunto, sai, voltei a procurar por ela e nada, bom, deve ter ido ter com alguém ou algo parecido, quando chego perto das escadas para subir novamente, lá estava ela nos degraus, como se procurasse alguém, e como eu tinha quase a certeza que não era para mim, propositadamente lhe mandei um encontrão, e ao mesmo tempo, aproveitei para a segurar, lançando as mãos para com a cintura dela, e quando ela viu quem eu era, me perguntou quanto tempo iria eu demorar a ir apresentar-me a ela.

Apresentamos um ao outro, conversa de chacha, o que se fazia por ali e tal, o habitual, acabei por já nem subir, fiquei por ali mesmo, conversamos, dançamos, rimos, a noite estava excelente, os copos sempre cheios, a bebida aquecia a alma, as inibições desapareciam, e as tantas lá surgiu o beijo, aquele linguado valente, no meio da pista, a dançar bem agarrados, com as mãos já mais preocupadas em fazer curvas e contra curvas que propriamente a segurar nas mãos.

A coisa aqueceu bastante, ali no meio da pista, acabamos por nos afastar da mesma, fomos para uns sofás numa zona com iluminação bastante menor, ali retomamos o assunto, uns melos bem dados, língua com língua, mãos irrequietas, desejo, muito  desejo e bastante tesão, o vestido justo deixava transparecer as formas e reacções do corpo dela, o sitio não era o ideal para muitas mais aventuras, pelo que peguei nela, subi ao primeiro andar, roubei as chaves do carro de um dos meus amigos e saímos da discoteca.

A noite estava bastante fria, entramos depressa para dentro do carro, fomos para o banco de trás, beijos, muitos beijos, línguas compenetradas na sua dança erótica que mais parecia saída de um filme porno para maiores, o vestido ganhou asas e a parte de cima desceu e a parte de baixo subio, o soutien desapareceu, e aquela visão, aquelas mamas tipo pêra, aqueles mamilos pequeninos e rosadinhos, duros como tudo, beijei eles, trinquei, os suspiros dela, a minha fome, as minhas calças e boxeurs depressa desceram, e ela quando se senta em mim, fazendo-me entrar por ela acima, o calor na noite fria, fizeram-me suspirar bem lentamente, pegamo-nos com beijos no pescoço, caricias e pequenos apertões nos mamilos, os movimentos dela todos bem coordenados, aquele sobe e desce erótico, tudo em si, era loucura, era bom, sabia, bem, mesmo devagar, ela e eu não aguentamos muito tempo, e rapidamente explodimos bem agarrados um ao outro.

Foi bom, e foi apenas o começo da noite.

NMauFeitio #69Letras

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