Visita ao trabalho

| M18 | Maiores 18 |

Tenho algumas recordações, boas recordações, como aquela vez que me convidaste a ir conhecer o teu trabalho, subi ao teu trabalho, para te fazer uma surpresa, levava umas flores, quando te apareci na frente, ficaste de queixos caídos, gostei da expressão do não estares nada há espera, quando voltaste a ti lá me convidaste para conhecer o escritório e algumas das tuas colegas, lá acabamos no fim por ir beber um café.

Lembro-me que fomos há tua secretária pôr as flores em água e tu pegaste num monte de papel, disseste que ias tirar cópias, descemos ao andar de baixo, tinha uma copa, a máquina do café, tiramos dois cafés da máquina e perguntaste se queria conhecer a sala de cópias, aproveitavas e ias tirando umas cópias enquanto bebíamos café.

A sala era pequena, tinha três fotocopiadoras, e em frente estavam uns moveis para armazenar papel e uma secretária pequena, para pôr as cópias recém tiradas, bebericamos o café lentamente, enquanto metias as máquinas a trabalhar, e sem preparo algum, me deste um beijo suave, me disseste surpreendida da surpresa, e até onde eu pretendia levar a visita, e eu argumentei que quando saíssemos dali que ia embora, vi-te afastar na direcção da porta, chegada a ela, vi-te a trancares a porta, e percebi a pretensão do seguinte da visita, voltaste para mim, pegaste no meu café e jogaste no lixo, e de seguida, deste-me um beijo daqueles que qualquer pessoa fica sem ar, foste muito furtiva com as mãos, sabias bem o que querias, e onde estava o que querias, tentei pensar no que fazer, a secretária era interessante mas frágil, peguei em ti ao colo, e sentei-te numa impressora livre, era uma forte e grande, beijamos durante breves instantes, a dança das mãos não parou em qualquer momento, as minhas mãos procuraram soltar-te a camisola com uns quantos botões, expondo no meu campo de visão o soutien em tons de pérola, afaguei o soutien e não se fez esperar o primeiro sinal dos mamilos, beijei e passei a língua da cara até ao pescoço, deslizei mais abaixo e libertei-te os mamilos do soutien, provei eles entre os lábios bem lentamente, apertei ligeiramente, passei a minha língua por eles, e senti eles a despertarem, a ficarem rijos a cada toque.

Continuei a desbastar o caminho a descer, a saia, que era mini, deslizei o pequeno fecho e fiquei a ver a tanguinha, da mesma cor do soutien, toquei o teu sexo com a mão por cima da tanga, deu para sentir o calor que emanava, ajoelhei-me no chão, dei uma dentadinha na coxa, e desviei a tanga para o lado, toquei com a língua no sexo húmido e quente, parecia-me desesperado de um toque de uma língua atrevida, pelo que não me contive e joguei ao ataque, introduzindo lentamente a língua no sexo quente, deslizei a língua várias vezes nos sentidos, até me dedicar em exclusivo ao clitóris, chupei-o, lambi, engoli ele para entre os meus lábios, senti os teus gemidos de gozo, eram gemidos baixos, mas de um gozo tremendo, as tuas mãos empurravam a minha cara na direcção do teu sexo como que querendo mais e mais, sem parar, dei-te a sentir esse gozo todo.

Parei e levantei-me, vieste logo para me beijar, eu já estava muito excitado com tudo aquilo que se estava a passar, e soltamos o cinto, as calças, que caíram no chão, despi, os boxeurs, ficaram a meio das pernas, puxei-te para a borda da impressora, e sem mais delongas e preparações, deslizei para dentro de ti, estavas no ponto, segurei-te nas pernas, que estavam meio enroladas ao meu corpo e deslizei-me dentro de ti, entre beijos, caricias, tivemos ali um bocado, até as coisas começarem a aquecer.

As coisas já iam muito encaminhadas quando alguém bate há porta, perguntou se estava alguém lá dentro, ficamos em silêncio, eu por mim, teria ido embora, mas tu trancaste-me entre as tuas pernas, não me deixaste sair dentro de ti, quando percebeste que a pessoa se afastava, disseste-me para te fazer vir rapidamente, apoiei-me na parede, e com penetrações profundas e vigorantes tentei acabar o que tinha começado, os teus gemidos agora eram travados por sermos apanhados, não soltaste um som, nem quando te vieste, apesar de estares completamente eufórica com o orgasmo, eu com o receio de ser apanhado, tentei aguentar-me e quando quis abandonar o terreno, depois de te teres vindo, disseste-me que tinha de deixar o meu néctar dentro de ti, separei-me das tuas pernas, puxei-da impressora, ficaste com os mamilos cravados na impressora, e por trás me meti todo dentro de ti, e com todas as minhas forças te possui ali, até atingir o orgasmo em silencio absoluto.

Arranjamos as roupas, e pegaste nas copias, e quando íamos para sair da sala, reparei numa cópia no chão, das tuas mamas, e os mamilos rijos, peguei na copias, guardei no casaco, e quando abres a porta, vem uma colega tua perguntar porque estava a porta trancada, até que quando me vê sair, todas as perguntas terminam.

NMaufeitio #69Letras

Deixar uma resposta