Diário das quase Férias – Noite de luxúria – Parte V

TEXTO EROTICO M|18 ? ? ?? ? ?
Madrugada dia 3
Contemplava aquele luar magnífico quando senti no meu dorso aquele par de lábios quentes nas minhas costas, dois pares de mãos delicadas e macias no meu peito a acariciar-me ao de leve, de repente sinto juntamente com os lábios os mamilos endurecidos a esfregarem-se pelas minhas omoplatas, escusado será dizer que a toalha já não escondia a minha erecção desmesurada.
Uma mão de cada retira-me a toalha viram-me para que possam observar atenciosamente, cada uma de seu lado. Beijavam-me intensamente e à vez, descem avidamente pelos meus peitos e ajoelham-se à minha frente. Só a visão daqueles corpos desnudados, somente de saltos e meias de liga provocava-me contracções de prazer no membro, com as suas línguas quentes e ávidas lambuzam-me a glande, brincam enquanto me provocam uma a uma a engolir-mo bem no fundo nas suas gargantas enquanto me olham maliciosamente. Sinto-me devorado e pronto a explodir, ambas se apercebem do mesmo, param repentinamente. Beijam-se desenfreadamente, sorriem-me. Dão as mãos e a bambalear sedutoramente, afastam-se para o quarto de R.
Já descrevi R… falta-me fazê-lo com G., ao contrário de R, G é mais madura e vivida.
Não escapou aí meu olhar acutilante as pequenas incisões nos seus seios volumosos e perfeitamente redondos, resultado de implantes. Um corpo orgulhoso e desenhado no ginásio com abdominais faceados sem exagero e um rabo quase perfeito fruto do treino dos glúteos que se tornou moda ultimamente. Uma beleza exótica não fosse filha de pai alemão e mãe brasileira como mais tarde confessou.
Aqueles olhos pretos brilhantes carregados de tesão em contraste com alguma inocência de R. Que dupla me aguardava.
Se existe algo que detesto é ser manipulado, antes de entrar no quarto retiro o cinto do robe do hotel que mais se assemelha a um Kimono de seu comprimento. Avanço direito à casa de banho de R e retiro-o também.
Avanço para o quarto, na cama G lambuza-se na vagina de R, esta contorce-se de prazer amarfanhando os lençóis de cetim com contracções inconscientes, vêm-se audivelmente. Invertem posições, sentado no cadeirão acaricio-me suavemente mantendo erecta a fome crescente resultado daquela visão de puro erotismo. G vêm-se num grito, após uma troca de paladares entre ambas invertem-se num apetecível 69, perdidas em carícias quase coordenadamente param em simultâneo e olham-me.
Sinalizando com o indicador que me junte aquela maravilhosa amálgama de carne, avanço. Em provocação aperto cada fita macia e confortável do robe a cada das suas mãos e passo-as sob o corpo de cada uma, ambas estranham mas dado o grau de excitação deixem-se levar.
Avanço para a boca de G , deixo que me lubrifique o pénis, enterro-o até sentir a sua laringe, chupa avidamente. Retiro-o e entro sem aviso na vulva de R, grita de prazer incontrolável. Bombeio energicamente, com a fita subo-lhe as pernas para que entre mais profundamente. Com a fita inversa desço as ancas de G para que abafe os gemidos R e para que a sua língua se enterre no meio dos seus lábios vaginais, R vêm-se convulsivamente, dou a provar a G que se delicia e se contorce na língua alheia.
Mudo de lado, saboreio pela primeira vez a miscelânea de viscosidade no clitóris de G, saboreio docemente cada lábio, a sua profundidade, adoro minetar uma mulher, senti-la contorcer a cada lambidela. Beijo R para que sinta os nossos gostos, para aumentar a devassa enfio todo o meu pênis na sua boca, fodo a sua garganta enquanto exploro tatilmente os orifícios de G. Descubro com felicidade e surpresa que enlouquece quando meu dedo médio lhe explora a roseta acastanhada. Retiro meu caralho duro e lubrificado da boca de R e penetro delicadamente a gruta gulosa de G, quero que me sinta, cm a cm.
Intencionalmente roço seu clitóris duro e a protuberância de G, contorce-se cada vez mais à medida que acelero as estocadas e forço a profundidade. R lambe-me o escroto, saliva-o acompanhando o vai-vem, utilizando a fita forço G a enterrar a língua e os dedos em R ao ritmo da minha penetração, dou palmadas naquele incrível rabo e coloco meigamente o polegar naquele ânus apetecível.
G atinge o clímax, não lhe dou tempo para respirar, aproveito os fluidos que escorrem, deixo que a boca de R me limpe o membro, peço-lhe:
– Cospe na cabeça, unta-o bem.
No meio da loucura e da luxúria retiro o polegar e enfio toda a minha verga naquele cú ansioso, G grita:
– Sim!!!!
Quase instintivamente.
– Come-me o cú todo, não pares!!!
Que maravilhosa fantasia realizada, não aguento mais. Tento resistir somente o suficiente para coordenar o explodir de R nos lábios de G e que esta entregue o seu orgasmo múltiplo e descontrolado em conjunto com o meu.
A proeza acontece e numa ovação de gemidos,espasmos, contracções e respirações ofegantes criamos um abraço tridimensional. Beijamos-nos em trocas de carícias entre os três, libertei-as das minhas fitas de controle, curiosamente mantém-se aninhadas uma na outra.
Puxam-me para o seu calor, os seus cheiros tão únicos, o gosto dos seus labios quentes, sedutores, famintos de atenção, adormecemos assim, entrelaçados , partilhando o que de mais íntimo pode haver, depositar os sonhos uns nos outros.
(Continua)
Bastardo #69Letras

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