Se visses a prontidão do meu corpo já não estavas aí, já estarias dentro de mim.

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Se visses a dança dos meus mamilos nos lençóis… se visses como se exibem como se aqui estivesses e te tentassem seduzir para que os umedeças com os teus lábios e exales o calor da tua boca. Se visses como o meu corpo se agita debaixo do lençol desejando que este assuma o peso do teu corpo contra o meu… se respirasses o mesmo ar que respiro era esta cama grande de mais para um só corpo testemunha do que faríamos depois. Já sabes como são os nossos depois, se me presenteasses com a tua presença viveríamos o momento com improvisos perfeitos. Os nossos dedos entrelaçados, as palmas das mãos viajam na pele massajando o corpo à sua passagem, as pernas parecem cobras na época de acasalamento, rastejam umas nas outras, enlaçam-se, apertam-se e contorcem-se. Se visses a prontidão do meu corpo já não estavas aí, já estarias dentro de mim.

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