O vestido vermelho (continuação) Texto de Orfeu

Texto Erotico |M18|

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Abro a porta com as costas ao mesmo tempo que a puxo para mim e voltamos a beijar-nos. A luz do prédio é fraca e as escadas de madeira antiga soltam um aroma estranho de cera velha misturada com algum detergente barato… Beijamo-nos novamente mas desta vez o beijo não é inocente. É carnal, sôfrego, molhado, intenso e selvagem. As minhas mãos percorrem o seu corpo por debaixo da mancha vermelha que se vai abrindo para revelar uma pele macia morena delicada. As suas pernas envolvem-me, os seus braços apertam-me contra si, ao mesmo tempo que a sinto tremer descontroladamente.

Agarro as suas nádegas. São firmes e duras. Uma rocha que aperto contra mim para que sinta o quanto estou excitado…Os seus seios espetam-se no meu peito como setas aguçadas e sem que tenham algum suporte destapo-os para os apertar. O bico das mamas é grande. Está erecto como eu estou. Aperto-o por entro os dedos e sinto um gemido de dor e prazer que se mistura por entre respirações descontroladas…Passo a mão pelos cabelos longos e soltos e aperto-os por entre os dedos obrigando-a a virar a cara para o lado esboçando um sofrimento desejado. As suas mãos abrem as minhas calças e deslizando para mim como que querendo soltar a sua crina de entre os meus dedos descai, ficando de joelhos à minha frente e pegando no meu caralho esfregando-o contra o seu corpo meio despido olha para mim ao mesmo tempo que o engole completamente. Nunca deixou de olhar para mim durante todo o momento…. Cada vez mais fundo leva o meu caralho mais e mais longe, aconchegando-o carinhosamente alternando em massagens com as mãos sempre que o retira da boca para o voltar a engolir. Estou louco de tesão e sinto que não posso perder o controlo daquele momento. Ela quer beber de mim mas não pode acabar já. Não quero que acabe. Levanto-a e encosto-a contra a parede de azulejo antigo manchado pelo tempo, e passo a dominar novamente o desejo que tenho. Levanto somente uma perna e prendo-a a mim e recebo a maior das surpresas…Nada tem por baixo do vestido vermelho. Nada. Somente pele lisa. Depilada sem qualquer marca ou registo. É a minha vez de provar o seu sabor de mulher Quero sentir o seu perfume nos meus lábios e assim que a minha língua toca a sua cona encharcada solta um gemido difícil de disfarçar. Acaricia os meus cabelos ao mesmo tempo que eu bebo da sua cona. Que delicia. Os meus dedos abrem os seus lábios expondo um grelo rosado que abocanho como que mordendo. Sinto-me a mordê-la como quem a beijá-la…. Ela vem-se. Vem-se apertando-me com a perna subida pendurada nos meus ombros e as mãos apertam os meus cabelos fazendo-me sentir uma dor aguda mas que resisto para prolongar aquele orgasmo molhado que me alaga a cara. Dava um belo quadro digno da melhor casa de putas lisboeta. Eu de joelhos chafurdando na sua cona e ela de olhos fechados com o cabelo despenteado a cobrir-lhe a cara. O corpo arqueado, encostando os ombros à parede e empurrando-se para mim como que a querer mais. Que bela tela seria. Caem-me as calças quando me levanto e com o caralho na mão olho para ela beijando-a novamente ao mesmo tempo que lhe mordo o lábio inferior como que a querer marcá-la para que fosse minha. Pede-me roucamente….

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-Fode-me, preciso que me fodas…

E vira-se de costas esfregando o seu cu rijo contra o meu caralho já molhado quase babado de tanta tesão. As mãos estão agora na parede das escadas e o seu corpo descreve uma curva perfeita desde as nádegas aos ombros…. E sacode o cabelo para trás e olhando-me por entre os ombros repete…..

-Fode-me… estou pronta…

Subo o seu vestido vermelho já manchado e destapo aquele cu … e que cu. Todas as linhas são perfeitas. Passo o meu caralho por entre as nádegas que se apertam e sem que precise de indicar o caminho, entro na sua cona apertada. Tão apertada que tenho dificuldade em metê-lo todo… Agarro-a pelas nádegas e abro-as como se facilitasse a tarefa de a espetar vigorosamente como ela merece. Ela geme cada vez mais alto e a cada estocada aperta-se ainda mais. Quer gozar o momento…Fodo-a sem parar olhando para o meu caralho que entra e sai cada vez mais fundo e mais rápido. Sem que dê conta ela vem-se novamente ao som de uma sinfonia de “não pares… não pares… não pares…”O barulho já chega aos andares de cima penso eu mas que se foda. Não quero saber. Nada importa que não seja comer este monumento a beleza feminina…Continua a foder agarrando-a agora pela cintura… e ela pede-me para parar… “para… para que não aguento mais…”Não sei o que fazer… estou descontrolado neste vai e e vem mas retiro o meu caralho a palpitar de dentro dela e esfrego-o novamente nas suas nádegas …. E para minha surpresa ela diz-me novamente com a sua voz rouca e cansada….. “ Isso…. Mete no cu…. É isso que me falta…”Estou louco. Se nada mais me tivesse levado à loucura aquela simples frase seria o suficiente para eu me vir…. Que foda. Cuspo um pouco de saliva que ainda me resta. Entro devagar e vou mais fundo a cada vez que o seu corpo se chega ao meu …E quando dou por mim estou todo dentro daquele cu fantástico que se aperta não me deixando sair. Prende-me o caralho com as suas nádegas. Que delírio. Que tesão… Que loucura. Assim que me solta espeto-o todo com força com vigor. Sinto-me animal a comê-la daquela maneira. Ela pede-me para não me vir ainda… não no cu mas na verdade não sei quanto tempo vou aguentar mais. É bom demais. Não tenho mais qualquer controle em mim. Estou a rebentar quero vir-me. Tenho que me vir… Não aguento e ela sabe. Ela sabe que me estou a acabar. Solta-se de mim e ajoelha-se novamente e chupa-me com tanta força que me venho … Naquelas escadas antigas de Lisboa. Naquele prédio nem sei bem onde…Venho-me como nunca me vim na vida. Não queria acabar. Jorrava leite que ela engolia sem desperdiçar uma gota e não parava de chupar com vontade. Com força. Com tesão.Com loucura. As minhas pernas começam a fraquejar e encosto-me à parede começando a perceber os barulhos da rua que até então não existiam…A luz das escadas acende-se e apressadamente arranjamo-nos esperando ter tempo para escapar…Mesmo quando aperto o fecho das calças, já minimamente compostos mas ainda ofegantes, uns saltos altos martelam o soalho de madeira em nossa direcção. O som está cada vez mais perto, até que nas escadas surge uma senhora já com alguns anos que sorrindo nos diz….

“ … Entendo que haja coisas que não podem esperar… “ e segue o seu caminho passando por entre nós dois esboçando um sorriso ao mesmo tempo que nos olha nos olhos.

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O vestido vermelho segue-a sem me dizer mais nada.

Nem adeus. Nem o seu nome.

Segue por entra a rua já escura pela noite que se instalou….

Nada mais pude fazer que sentar-me nos degraus desse velho prédio de Lisboa, acender um cigarro e recuperar as forças, ao mesmo tempo que gravava na minha mente cada momento deste dia maravilhosamente triste….

ORFEU

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