Diário das quase Férias – Parte II

TEXTO EROTICO M|18 ? ? ?? ? ?
Dia 1
Toca o despertador, dormi pouco. O mistério não me deixou repousar em condições, duche rápido, vestido e perfumado em minutos.
Leio a morada enviada pelo Charlie pela primeira vez, porque será que me é tão familiar? Saio com as malas, detesto chegar atrasado, sou pior que britânico a nível de horários.
Chego a morada. Quinta da Marinha e reconheço a moradia imediatamente, meu antigo General e oficial de comando, passámos muita guerra juntos, no fundo salvou-me de mim próprio numa fase negra da minha vida. Foi um dos meus primeiros clientes como bodyguard e criámos uma grande cumplicidade até ao seu falecimento aqui há uns anos.
Chego 10 minutos antes das 09h marcadas, vejo o Mercedes preto, vidro escurecidos e mala aberta já com bagagem cuidadosamente arrumada, coloco a minha e fecho a mesma, antes que pudesse tocar a campainha a porta abre. Sai uma mulher alta, de vestido branco organza quase transparente onde se vislumbram os mamilos escurecidos nuns seios lindíssimos. Assenta perfeitamente na sua cintura elegante, o efeito esvoaçante não me permite perceber se tráz roupa interior mas mostra umas pernas belissimamente esculpidas numas sandálias de salto alto, que lhe incutiam muita sensualidade a andar.
Trazia um imenso chapéu branco que lhe cobria o rosto e me impediam de ver a sua face, o seu olhar, estende-me a mão e entrega-me as chaves dizendo:
– Como sempre pontual Bastardo. Os anos só te fizeram bem, vamos?!
Inquieto agarrei as chaves, avancei para o carro e abri a porta de trás estendo a mão para lhe permitir que se sente. Avança como se flutuasse sobre o chão de pedra, aceita a minha mão e sentasse nunca me possibilitando que lhe visse o rosto. Algo que já me estava a começar a irritar solenemente, mais ainda sabendo o meu nome e o meu aspecto. Fecho a porta.
Entro para o lugar do condutor e digo:
– Para onde?
– Já coloquei o destino no GPS. Dispensei o motorista porque sei que o teu profissionalismo permite executar ambas as funções, como fazias com o meu pai!
No momento em que diz isto, tira o volumoso chapéu e deixa a descoberto um olhar e feições familiares.
– R… És tu?? Não te via desde a morte do teu pai, ainda eras uma adolescente, não casaste?
– Adolescente?!?, Parvo, tinha 22 anos e babava por ti, casei sem amor para contrariar a minha mãe e arrependo-me até hoje. Só consegui o divórcio daquela besta que me humilhava e batia, a passada semana. Infelizmente ele ainda me persegue, é uma das razões de estares aqui!
– A outra razão é??
– Nunca esqueci o carinho e o charme com que me levavas para a escola e universidade. A inveja das minhas amigas quando te viam. Tive tantos sonhos molhados contigo!!!
– Eras uma criança R…  O respeito e amizade que tinha pelo teu pai..
– Pára, eu sei. Mas agora já não sou criança.
– Meu pai sempre disse que tinha um coração insolente.- dissemos em uníssono.
– Ele dizia-me isso muitas vezes. Digo a rir.
– Sim mas também me dizia que se precisasse de confiar a vida a alguém, não o faria a ninguém excepto a ti. E, neste momento preciso de ti.
– Ok, não permitirei que nada te aconteça. Mas atenção sou rígido, fazes o que eu te digo e o que te pedir sem resistência.
Com um sorriso maroto e olhar de matadora responde-me:
– Tudo o que quiseres!!
Pelo espelho retrovisor percebo a mensagem, mas acima de tudo sou profissional e achei melhor não alimentar o ambiente claustrofóbico já por si.
Dialogamos todo o percurso sobre o ex-marido, seu pai, a morte recente da mãe. Pelo meio paramos para almoçar e pouco depois chegamos ao destino. Hotel Spa do Gerês, muito exclusivo e reservado, com umas vistas fantásticas para a serra, o aroma do ar é inebriante. Acompanho-a no check-in e até ao quarto, diz-me:
– A tua suíte é contígua á minha, temos ligação por dentro segundo as instruções que o Charlie me deu, está tudo bem?
– Está! Aproveita para descansar um pouco antes do jantar, vou tratar das bagagens e já te venho ver.
Bagagens tratadas, entro no meu quarto. Lindíssimo, moderno mas luxuoso, com a varanda toda em vidro dando a sensação de levitar no ar ao apreciar o sol no seu avanço para o poente na Serra. Recolho-me, tiro o casaco, bato à porta interior da suite da R… e entro.
 Ela completamente nua só com o salto alto, dobrada sobre a varanda, pernas cruzadas com a luz do sol a bater-lhe na pele e dando-lhe um dourado um tom único. Ao sentir-me entrar descruza as pernas e abre-as bem para eu poder apreciar aquele tesouro, as nadegas reluzentes, o brilho dos fluidos entre os lábios vaginais.
Meu Deus!!!! Vou enlouquecer de tesão, mania de não usar roupa interior. Estou tão erecto e sem forma de disfarçar, digo quase gago:
 – Desculpa!!
Ela vira a cabeça para trás mordendo o lábio e olhar carregado de desejo, diz-me:
– Anda! O teu corpo sabe que quer.
A caminho dela dispo-me lentamente da camisa, os sapatos e meias, calças perdidas pelo chão. Passo a mão na boca onde coloco saliva e lubrifico a glande do meu pénis duro. Entro na sua vulva numa estocada leve, lenta e suave mas, o mais profunda possível para ouvir o seu esgar de prazer. O seu gemer e arfar progressivo, paro por segundos para que me sinta todo dentro dela, quase morde a paliçada de vidro que a suporta. Ela própria impele o corpo e começa a dar o ritmo que desejo enquanto aprecio a volúpia do seu corpo na ponta dos meus dedos.
Afago seus mamilos duros e proeminentes pela primeira vez, contorce-se de tesão e loucura, acelera e repentinamente enfia-o todo em si, sinto que se vêm profundamente. Seu mel escorre ao longo do meu membro, retiro-o carinhosamente e com uma palmada em cada nádega, abro-as e sorvo todo o seu doce. De boca lambuzada viro-a para mim e pela primeira vez beijo-a intensamente. Sinto o seu gosto misturado no seu mel, coloco as suas pernas à minha volta e volto a penetrá-la desta vez com raça.
Afasto as cadeiras e deito-a na mesa estrategicamente ali colocada para os pequenos almoços mas, que agora serve o meu propósito. Beijo cada linha do seu pescoço, da sua cara, unto cada peito de saliva enquanto lhe levanto as pernas e poiso nos meus ombros. Expondo-a aberta só para mim, bombeio desenfreadamente roçando intencionalmente o seu clitóris saliente, não aguento. Retiro-o a tempo de ejacular sobre o seu corpo estendido num orgasmo mútuo e glorioso. Quando os espasmos de PRAZER abrandam, ajoelha-se e degusta-se no meu falo os nossos sabores misturados. Limpa cada gota docemente, com um sorriso diz-me:
– Vou tomar banho, queres vir? Aceita antes que a vizinha de baixo te venha bater à porta.
Ao olhar pelo chão de vidro espesso vejo um morena de olhos acinzentados a masturbar-se fervorosamente enquanto nos observa…
(Continua)
Bastardo #69Letras

1 comentário a “Diário das quase Férias – Parte II”

Deixar uma resposta