Aqueles Saltos

TEXTO EROTICO M|18 ? ? ?? ? ?
O teu corte de cabelo anormal, escadeado da direita para a esquerda, o teu rosto esculpido com traços Miguel Ângelo. Uma face bela mas dura não fosse esses olhos verdes brilhantes e intimidadores carregados de sedução que me chamaram a atenção.
Isto para não falar do seu vestido de lycra e sem costas que mostravam as curvas daquele corpo voluptuoso, só o fio dental dividia aquelas nádegas sumptuosas naquelas transparências.
Carnívoro experiente que sou, sei quando encontro uma alma à minha altura. Fui surpreendido pelo seu olhar letal por duas vezes enquanto apreciava seus atributos, não me mostrou qualquer reacção.
Como alfa que se preze, lambi as feridas no orgulho e entrei em modo caça na procura de nova vítima.
A noite finalmente acabou, educadamente peço às últimas pessoas no bar que se retirem, faço a vistoria a ver se todos os clientes saíram. Antes que abrisse a porta dos w.c. a deusa saiu.
Olha-me profundamente mas não esboça qualquer reação, vira-me as costas e afasta-se. Enquanto apago as luzes aprecio aquele bambalear naqueles saltos pretos de 15 cm só me dava mais tesão. Qual leão da montanha, acelero o passo para lhe falar e abri-lhe a porta porque apesar de tudo sou um cavalheiro, No momento em que avança tropeça no tapete da saída. Antes que se esbardalhe no chão envolvo-a no meu braço e puxo-a encontro ao meu peito, o calor do seu corpo provoca-me uma ereção quase instantaneamente. Tento disfarçar. Mas pelo seu sorriso que vejo pela primeira vez não consegui. Compõem-se, passa a mão no meu ombro e diz-me:
– Obrigado!
Com malícia nos seus lábios deixando-me sem palavras, simplesmente sorri como resposta. Como costume acompanhei as barmaids e restante pessoal ao respectivos carros após fechar. É tardíssimo, não se vê ninguém. Dirijo-me para o meu carro sempre escondido para não sofrer dissabores de clientes menos satisfeitos. Quando ia introduzir a chave no carro, do escuro assoma-se aquela silhueta de pecado que ainda há minutos atrás me ergueu o mastro e, que agora a meia haste se levanta em continência novamente para aquele olhar. Sem soltar um murmúrio que fosse, em segundos o meu casaco está no chão, a minha camisa já totalmente desabotoada e suas mãos percorrem o meu peito, seus olhos enfrentam os meus sem os evitar uma única vez.
Seguro-lhe, mão aberta pelo seu pescoço e nuca e pela primeira vez roubo-lhe um beijo, sufocante, arrebatador. Seu perfume e o gosto dos seus lábios extrapolam-me os sentidos trazendo ao de cima o animal que me habita.
Exalo o seu aroma à medida que desço pelo seu pescoço que percorro com a minha língua, desço-lhe as alças, maravilhosos seios, mamilos proeminentes que faço desaparecer na minha boca um a um. Aperta-me contra o seu peito enquanto enquanto tenta conter os seus gemidos, não me deixa prosseguir, atira-me de costas para o meu carro, desaperta-me as calças.
Sorri diabolicamente ao perceber que não uso roupa interior, ajoelha-se no meu casaco caído e abocanha-me o membro. Qual anaconda a engolir a sua presa. Que intensidade!, estremeço quase inconfortavelmente, há muito que não encontrava tal talento.
Pressentiu que eu não aguentaria muito mais. Levanta-se, puxa e enrola o vestido na cintura, num movimento fluido levanta uma perna desvia a tanga e deixa-se enterrar toda no meu pênis. Impõe o seu ritmo, seguro-lhe a perna, acompanho o seu vai-vem preenchendo toda a sua luxúria até ao orgasmo exuberante.
Já chega! Não serei controlado assim! Rodo-a, agora são as suas costas no carro, retiro-o, ajoelho-me à sua frente, coloca a perna levantada sob o meu ombro, e ataco a tua vagina. Devoro-a absorvendo cada gota de fluidos por ela libertados, introduzo um dedo e depois outro e outro, encaro-te o olhar, quero ver-te explodir de desejo de me ter novamente dentro de ti.
Testo-te, introduzo o mindinho no teu ânus e perscruto a tua reacção, só te aumentou a devassa. Levanto-me, assomo-te e cruzo os teus saltos no meu pescoço, penetro-te violentamente, quero os teus gritos, a tua perdição.
Bombeio que nem um louco para dentro de ti, quero preencher cada centímetro da tua safadeza, aliados de tudo o que nos rodeia naquele instante atingimos um clímax desmesurado de tão intenso, salta de mim e ataca-o gulosamente, querendo absorver toda a essência que jorrou de nós.
Sobe beijamo-nos docemente, sabores e cheiros misturam-se nas nossas narinas e bocas.
És tão deliciosa, sua mão segura firmemente o meu caralho ainda incrivelmente duro, sorri dizendo:
 – Ainda?!
Agora o sorriso maldoso é o meu, beijo-a provocadoramente. Sinto a sua luxúria aumentar novamente, viro-a repentinamente e dobro-a ligeiramente, afasto as suas pernas musculadas equilibradas naqueles excitantes saltos agulha. Passo a língua no seu rego, retesa-se, as suas unhas quase me arrancam a pintura do carro. Passo a glande no meios da sua vulva somente para lubrificar a ponta, forço docemente a sua roseta castanha e entro lentamente no seu cú soberbamente trabalhado.
Sou gentil e meigo, impensável para mim magoar-te. Empurras as tuas ancas contra a minha rigidez, dás a velocidade e profundidade que consegues suportar, sinto os teus glúteos apertarem-me todo o comprimento e largura da minha verga.
Gritas:
– Vêm-te cão!
E vim-me enlouquecido, os espasmos quase nos atiram ao chão, beijo as suas costas e pescoço enquanto a abraço suavemente, os nossos corações batem descompassadamente. A respiração tenta recuperar a normalidade, vira-se, compõe-se, ajoelha-se pela última vez, beija-me o falo, circula a língua em toda dimensão do mesmo e despede-se com um beijo húmido no seu topo.
Levanta-se.
– Bastardo, sei onde te encontrar, só não vais saber quando.
Dá-me um chocho e desaparece na escuridão ondulando-se nos seus saltos, como eu adoro saltos altos…
Bastardo #69Letras

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