Vamos voar…..

voar.jpg

Texto Erótico|M18

 

Toco à porta, eis que apareces linda, simples como é teu apanágio. Túnica ligeiramente acima do joelho branco pérola transparente onde se vê nitidamente os teus mamilos escuros, já enturvecidos e excitados. O teu fio dental vermelho dá um ar da sua graça no alto dessas pernas num salto agulha também vermelho. Que visão do inferno!, meu demónio do prazer. Puxas-me para dentro pelo cinto, atiras-me à parede e beijas-me perdidamente como se a tua vida dependesse do meu beijo. Que tesão!,
– Não gosto de vir aqui a tua casa, já não tenho idade para me esconder no armário ou saltar de varanda do vizinho se o teu marido aparecer!
– Não te preocupes!, ele não está cá esta semana. Além de que, preciso da tua ajuda, da tua experiência.
Fiquei intrigado: – Porquê?
Tapa-me os olhos e leva-me para o quarto, tira as mãos e pergunta apontando para o equipamento montado junto à cama.
– Sabes o que é?
Tive um ataque de riso.
– Sei! É um baloiço de prazer, já experimentaste?
– Tentei com ele, não correu muito bem, podes me ajudar?
– Claro por acaso é uma das minhas taras. Despe-te para eu te vestir o arnês .
Com ar espanto perguntas: – O arnês? Não é só aquela coisa no meio k parece um baloiço?
Mais uma vez desato a rir.
– Não! Aquilo é um apoio. O arnês permite mudares de posição e subires e descer. No fundo fodes como se estivesses no ar. Anda é mais fácil demonstrar.
Coloquei todos os fixadores para que ficasse confortável. Curiosamente à medida que a preparava, a minha excitação aumentava e pela respiração acelerada, ela também.
– Vais começar assim.
Amarrei-lhe as mãos, pernas abertas a expor aquela vagina quente a escorrer de vontade. Ligeiramente inclinada, comecei por beijá-la tão ardentemente como fui recebido, enquanto a acariciava e o meu sexo já roçava nos seus lábios vaginais. Puxo os cabelos e desci pelo pescoço, sorvo cada seio vagarosamente, brinco com cada mamilo até estes estremecerem de desejo. E, ela gemer de perdição com a minha glande a entrar e sair lentamente na sua púbis roçando intencionalmente o clitóris ali suspenso. A incapacidade de se poder mover estava a enlouquece-la, gritava:
– Fode-me Bastardo!, Jáaaa!!!! Suplico-te!!, que gozo me estava a dar.
Regulando as roldanas coloquei-a totalmente na horizontal, dei a volta. Passei-lhe o pénis pelos lábios que se abriram imediatamente para o engolir inteiro, dei algum balanço e enquanto lhe massajava o clitóris entre os dedos enfiava outros dois bem fundo nela. Com o descontrolo do orgasmo quase vomitou sobre o caralho, controlou-se. Aproveitei e saboriei todo o seu mel a pingar, estava louco de tesão. Penetrei-a fundo só para sentir aquele gemer quase grito, dei mais balanço para entrar ainda mais profundamente nela. Aquela sensação de falta de gravidade da parte dela e de controlo total pela minha deu-nos um orgasmo alucinante. Voltei a coloca-lo naquela boca gulosa que queria provar e engolir os nossos fluidos, em minutos estou pronto para outra dose. Mudo a posição das mãos dela, giro as roldanas e eis que, tenho aquela posição costas para mim, cabeça inclinada para baixo, rabo elevado e nádegas e pernas bem abertas para mim. Fiz-lhe uma trança no cabelo para dosear as estocadas, sentir enterra-lo fundo enquanto a puxava, veio-se delirante. Fui puxando os cabos até ficar na vertical e conseguir beijá-la. Brincar com a sua língua enquanto bombeava no seu cú, que me estrangulava o pénis de apertado, o calor dos nossos corpos suados, os nossos cheiros mesclados, os gemidos e palavrões levaram-nos ao êxtase novamente. Abracei-a à medida que lhe tirava o arnês e as fitas de suporte. Peguei-lhe ao colo, deitei-a na cama, enroscámos-nos.
Do nada desata-se a rir, sem saber como reagir virei-a para mim e perguntei:
– O que tem tanta graça? A resposta surpreendeu-me.
– O material têm sempre razão, estava a usar o meu tão mal. Como ainda não percebi algumas instruções amanhã voltas. Está bem? É que agora que aprendi a voar não sei se volto a caminhar como dantes..
Bastardo #69Letras

Deixar uma resposta