Pensa duas, três, quatro, quantas vezes forem necessárias para não fazer asneira

“Vai devagar… Pensa duas, três, quatro, quantas vezes forem necessárias para não fazer asneira. Cuida do teu coração, cuidado com quem deixas entrar. Espera o tempo passar. Acredita menos… As pessoas não são tão boas quanto aparentam ser. Quem acredita menos, sofre na mesma proporção. Até quando achares que é verdade, desconfia um pouquinho. Fazes bem não te entregares totalmente logo à primeira. Arrisca mais, mas por ti. Que tenhas coragem para dizer tudo que tens aí guardado. Sê forte para conseguir se manter calada perante alguns. Muda de rumo. Quando te mandarem ir por ali, vai pelo outro caminho. Ou vai apenas, pelo caminho do teu coração. Se não aguentares mais fingir… Chora. Depois que de acabares de chorar, vais sentir-te mais leve. E então vais levantar a cabeça, lavar a cara, pôr uma roupa bonita no corpo, um sorriso escandalosamente lindo no rosto e dizer que chega, que vais é ser feliz. Eu sei, é assim mesmo. E vai funcionar! Não digas “nunca”, nunca. Irónico, não? Mas não digas. Porque essa vida é incrivelmente engraçada. Mais uma coisa. Não podes ter medo que as pessoas te magoem, porque as pessoas vão o fazer de vez em quando, até mesmo aqueles que mais confias e admiras. Não vão fazer por mal, mas somente porque são humanos. Cometemos erros ridículos com pessoas maravilhosas. Faz parte. Não esqueças que cada um é como cada qual. Somos diferentes. Graças a Deus, somos. Vive um dia por vez, sem pressas e sem querer ser mais rápida que o tempo. E por favor, vai ser feliz, que ainda tens muito por viver.”

Autor desconhecido


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