“Vivemos para aprendermos a relacionarmo-nos!

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Independentemente do tipo de padrão que cada ser tem (mapa astral), o homem é portador do livre arbítrio, do seu poder de decisão.

Desde que nascemos o primeiro ato que temos com o universo, é o ato de respirar (inspirar e expirar) é a primeira relação de troca com a vida, na verdade nascemos e crescemos para estarmos em permanente aprendizagem, interagindo com os outros, no sentido de obter conhecimento continuo e sustentável.

Aparentemente parece uma tarefa fácil, mas na verdade não é, levamos a vida a tentar impor o nosso ego, os nossos valores, as nossas crenças, que trazemos enraizadas de um passado recente.

Quando somos confrontados com comportamentos que nos provocam dor ou constrangimento, tornando relacionamentos doentios, destrutivos, é necessário saber o porque de ter atraído algo que parece não ter fim para o ser humano. Por quê? Porque muitas vezes existe uma invasão sistemática de algo que é fruto da auto-ilusão (criação mental) de quererem impor à força falsos moralismos, e sobretudo, ausência de ética moral. O perigo reside em terem várias máscaras, e cada uma delas ser pior que a outra, trata-se de involução humana.

Mas, acima de tudo, temos de tentar olhar para “dentro” e tentar perceber o que atraímos para a nossa vida e o porquê.

Ouvir a nossa voz interior é possível, mas precisamos de nos pacificar.

Os relacionamentos apesar de serem complexos, devem ser fonte de crescimento interativo entre seres, no sentido de se tornarem seres humanos melhores, mais completos, mais evoluídos … Por vezes é necessário partilhar mais, saber doar, reinventar processos, amadurecer comportamentos, para que a vertente relacional diária tornasse uma fonte de paz e felicidade entre os pares.

Por muito complexo, ou tenso que possa ser o nosso mapa astral, eu digo:

– Sim, é possível ser feliz, sim é possível transmutar o negativo em positivo.

Cristina Candeias

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