Uma Palmada

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Já nos conhecíamos de vista há algum tempo, tínhamos amigos em comum, sempre te achei deslumbrante, elegante, muito alta, postura de senhora apesar de teres genes de “cabrita “, que te davam umas curvas deliciosas.
No entanto fazias parte daquele grupo de mulheres que sempre evitei, sempre respeitei o princípio de não faças aos outros o que não queres para ti. E, uma mulher como tu, trazia compromissos desses inerentes com certeza.

Naquele dia estava estranhamente bem disposto, sorri quando te vi, adorei o teu olhar decidido e afável como sempre quando chegavas, a determinada altura da noite fui obrigado a entrar na área de clientes, já nem me lembro do motivo, e vi aquele teu vestido preto colado sem roupa interior, rabo redondo, perfeito.
Não resisti, dei-te uma palmada com contra peso e medida nessa nádega direita, preparadissimo para levar uma valente e merecida chapada, rodas-te imediatamente de mão levantada.
Ao encarar o meu olhar malandro não foste capaz, ficaste sem jeito, sentiste um calafrio, sei que sim.
Senti o mesmo. Disse-te chegares para o lado, estavas a estorvar.
Com ar de sacana e envergonhada devolveste o sorriso. Esqueci, voltei a sair…

No fecho da noite, sozinho como era habitual aquela hora, senti o teu perfume.
Levantei o olhar e vejo-te avançar para mim, sem vergonha, sem hesitação. Tiras o casaco curto, deixas o teu vestido colado e justo mostrar toda a exuberância do teu corpo, fiquei sem reacção…
Aproveitas-te e como uma felina, atacas. Ajoelhas-te à minha frente, de imediato fazes desaparecer o meu cinto, abres-me o fecho. Humm….., gosto – dizes tu.
Ao descobrires que também não uso roupa interior, velhos hábitos.
Tira-lo, abocanhas-o delicadamente, depois aceleras, sinto as tuas amígdala. Penso…, sabes o que fazes meu demónio. Dói-me de tão rijo de tesão, não me deixas mexer. Levantas-te, subiste o vestido num só movimento e encaixas-te de uma só estocada a tua cona já toda molhada.
Cavalgas de olhos fechados enquanto te acaricio os seios rijos, perfeitos. Chupo sofregamente os teus bicos, estremeces, gemes bem alto.
Aproximas-te do clímax, tento controlar-me a custo. Vejo o teu ar de raiva, sentiste a minha contenção, viras-te, montas-me desta vez mais agressiva.
Dás o ritmo, alternas os teus orifícios de prazer no meu membro, começo a enlouquecer, sentes que me estou a perder, chegamos ao orgasmo como vulcões gémeos.

Quase desfaleço, há muito não acontecia. Ergues-te. Ajeitas o vestido, olhas-me a sorrir diabolicamente, pegas no meu membro ainda a vibrar, engoles-o de novo e, limpas-lo de uma vez.
Piscas-me um olho e sais-te tão depressa como chegaste.
Wow!!!.. Eu que sou um pervertido safado, habituado a mandar, a escolher a hora e o momento. Que raio me aconteceu?!..

Descobri mais tarde que era exactamente o que pensavas de mim, que merecia uma lição.
Depois desta, houve mais lições, adoro aprender….
E, pensar que com tudo o que podia acontecer…, tudo começou com uma Palmada…

Bastardo #69Letras

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