Perdoar é divino?

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Não sei muito bem o que esperavas com aquele telefonema, talvez uma doce e calorosa voz do outro lado da linha a saudar-te com satisfação como se a tua chamada fosse o ponto alto do meu dia, mas mostraste-te desapontado e parece-me que surpreso também com a minha indiferença. Eu sei que te sentes qualquer coisa mais do que especial, a melhor escolha entre milhões delas, o único, o supra de todos os homens, na verdade, pergunto-me quem te convenceu disso?!  Embora nos tenhamos divertido no passado, ficaste lá no passado, não deixaste saudade, interesse em saber de ti, não é rancor ou talvez até seja, mas se não foste assim tão marcante ou importante porque devemos ser amigos?! Estranho. Não me digas que eu deixei saudade. (Irónico)
Existe um mundo vasto de pessoas maravilhosas a conhecer porque devo deixar-te esta? Eu sei que esta minha postura pode ser catalogada com tantos nomes (who cares?), podes chamar-lhe o que quiseres, eu deixo. 😉
Sei que perdoar é divino mas não sou santa e se este argumento não é válido, deixa que te diga, que sim, eu perdoo quem deixa saudade, quem sei que me continuará a arrancar sorrisos, que me acrescenta e que eles por si só são um mundo a descobrir… agora, perdoar alguém porque passou muito tempo…. lamento mas não me sensibiliza.

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