A MARCA

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Há mais de uma hora que chegaste.
Despiste-te, avanças para mim, devoras-me o caralho até ficar duro e bem lubrificado. Deixaste-me possuir-te à Canzana gemias que nem louca.
Estou…, mas não estou. Uma espécie de ausência entesoada, farto, grito:- “Pára! Fecha os olhos “.
Tiro a forra de uma almofada e envio-te na cabeça.
– Abre os olhos!, digo-te.
– Não vejo nada!,exclamas.
– É isso que eu quero.
Rasgo os cortinados de cetim, amarro-te as mãos e penduro-as nas minhas argolas de exercício que pendem do tecto.
– Agarra-me e não largues. Os nós não estão muito apertados, não te quero magoar, muito..
Avanço de língua e lábios pelo teu corpo, teus mamilos quase rebentam de tesão, percorro a tua barriga e ao chegar à tua vagina saboreio nossos fluidos tresloucadamente. Introduzo-te sem pré-aviso quatro bolas chinesas pelo ânus, gritas de lascívia. Penetro-te com vontade, meu pénis dói de tanta tesão, as tuas pernas à minha volta, suportada unicamente pelo meu membro e pelas minhas mãos.
Sinto-te vir detrás do tecido já húmido do teu arfar.
Busco uma cadeira, coloco-a à tua frente, levanto-te uma perna que poisa sob a mesma, coloco os polegares nas tuas covinhas fantásticas e puxo-te para mim.
Rasgo-te à bruta de início, acalmo. Introduzo-o até ao último milímetro enquanto gemes descontrolada, puxo e empurro as bolas para fora e dentro de ti, tens dificuldade em respirar, tiro-te a forra. Sorves todo o ar à tua volta.
– Continua Bastardo!!, gritas.
Vens-te novamente, por momentos estás num mundo só teu. Voltas à realidade, tiro as chinesas, substituo pelo meu bastão, devoro-te o cú enquanto te abro as tuas nádegas magnificamente redondas e belas.
Mordo-te e chupo-te o ombro, quase até sangrar no segundo exacto em que nos vimos em simultâneo.
Desfaleces. Solto-te e coloco-te na cama, beijo-te profundamente.
– Isto é uma foda bem dada!- dizes-me.
– Quando a marca do ombro deixar de doer, telefona-me outra vez, nada de fodas banais, se é para dar, dás tudo”…
Bastardo #69Letras

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