O mar guardou o nosso segredo.

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M18 | Conto Erotico | Deitei te entre as brumas da tua vida, contemplando o sol que beijava teu rosto, senti me bem ao teu lado nessa forma comedida, que tens de brilhar mesmo depois do sol posto.
Ao luar eu te beijei, carícias troquei. Minha boca exploradora sedenta de ti. Pelo teu corpo desci, até sentir o imenso sexo em teu corpo tão tenso.
Puxei te para cima por ser cedo demais, prefiro ser eu primeiro, a ouvir da tua boca os primeiros ais, que se soltam da tua vontade louca quando o teu corpo se empina.
Contorço com prazer, que a tua língua tão bem sabe dar
Gemidos levados pela brisa e apaziguados pelo barulho do mar.
E o teu sabor é deveras delicioso, como se saboreasse pela primeira vez um repasto divinal , teu clitóris cintila na ponta da minha língua e o calor do teu sexo que na minha boca pinga, escorre de teu corpo formoso neste recanto natural.
Atingi o auge da satisfação sexual. Hhhuuuummmmmm Pára, supliquei, novamente o momento mais forte da sensação de prazer… Fiquei sem ar, corpo a contorcer em pequenos espasmos de tanto prazer. Mas não te contentaste, teu membro totalmente erecto quiseste deixar me sentir
Hhuuuummmmmm
Segurei te na cara, como se segura uma flor com ternura mas vigor, puxei teus lábios com os dentes, teus mamilos felizes e contentes, roçavam nos meus, o teu coração no meu dispara e levantando te de encontro a mim, meti me dentro de ti ate ao teu fim.
Do fim saí , e te passei para baixo de mim. Agora era a minha vez de fazer teu corpo contorcer. Teus mamilos lambi e suaves dentadas te dei. Tua pele se arrepiou parecendo a areia do prazer. Mais para baixo deslizei e do teu membro me apoderei. Vai vem que te deixou louco, como as ondas do mar que barulho já fazem pouco.
vontade sentida entre cortada pelo vaivém das ondas, meio tonto nos sentidos embriagado e louco, teu prazer no meu corpo e teu corpo minhas rondas, sentinela do teu querer, orgasmo de te ter, almas juntas no prazer, meu orgasmo, também é teu reconhecer do teu em meu sexo escorrer. E o final, abraço terminal, sossego de arrepio, teu grito libertado num pavio comprido, pés descalços na areia molhada, corpos deitados á espera da madrugada, que noite já vai longa e a manhã tarda, olhos nos olhos, horizonte na memoria, eu de pé tu sentada, a olhar a imensidão do mar, que tem ele na sua forma de estar, sossegado, apenas observando o que dois corpos lado a lado, fazem em devaneios se deitando.
O mar nosso segredo guardou, a brisa nossos gemidos levou e o sol nossos rostos beijou, numa despedida tão intensa como o amor que ali se formou…

Arihanna
Rasputin
Inquilino
#69Letras

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