Huuummmmm que bom. Caímos na cama em silêncio e sem fôlego E voltamos a repetir.

 

 

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Era uma noite de inverno bem fria, nevava e quando saí de casa tinha o carro bloqueado. Chamei a polícia que não tardou em chegar. Quando o polícia saiu do jipe todo o frio passou e fiquei com um calor enorme…. Por volta dos 40 anos, alto (1,80 aproximadamente) corpo entroncado e definido. Moreno e com olhos verdes claros. Enquanto aguardávamos o reboque tirou os meus dados e contacto. Agradeci no final e desejei uma boa noite. Passaram uns dias e aquele polícia não saía da minha cabeça. Percorri várias ruas da cidade sem sorte.
Uns dias depois recebi uma mensagem a perguntar se precisava de um reboque. Sorri e vi logo quem poderia ser.
Após uns dias a trocar mensagens combinamos finalmente um café.
Foram umas horas agradáveis em que me decepcionei já que não senti qualquer tesão da parte dele. Fomos até aos carros e quando me ia despedir dele, agarrou me bem forte pela cintura e na cabeça e beijou-me. Um beijo que me deixou sem respiração e me derreteu por completo. Fomos para casa dele. Ao chegar encostou-me à parede e voltou a beijar-me, arrancou a minha camisola, meu sutiã, prendeu as minhas mãos com a sua por cima da minha cabeça enquanto com a outra apalpava o meu peito. Beijou e deu leves dentadas que me deixaram competente molhadinha de tesão. Virou-me contra a parede e sussurrou ao ouvido “mantém as mãos quietas se não castigo-te”. Assim fiz, arrancou as minhas calças e beijou, lambeu, chupou tanto enquanto metia também os dedos que me fez vir em pouco tempo. Levou me para a cama onde se sentou e me fez joelhar. Chupei tanto com tanta vontade que quase o fiz vir. Afastou me e atirou me na cama. Fodeu me de várias formas em várias posições e quando estava quase a vir tirava e fazia-me oral novamente, fez me vir novamente, várias vezes. Já quase sem força pos me de 4 e fodeu me o rabo enquanto me tocava. Vendo que eu estava quase a gozar outra vez desta vez acompanhou me. Huuummmmm que bom.
Caímos na cama em silêncio e sem fôlego
E voltamos a repetir.

Um conto de Arihanna

 

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