perfume do amor

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Empurraram a porta numa vontade unica de a abrirem numa so vez. Ela estirando se na cama e num so suspiro sentiu se bem apesar do nervosismo. Ele sorrindo achou lhe piada e mais uma vez achou a demasiado bela quando da janela aberta a luz da lua beijou o seu semblante. Enfiaram se os dois debaixo do cobertor porque o frio da noite ja se fazia sentir e talvez por estarem os dois despidos pela primeira vez. Ela recostou se a ele numa ssolicitaçãoao carinho e ele abraçou a contra o seu peito quente. E ali ficaram a olhar um para o outro sem relógio que lhes ditasse as horas. Num vagar fugidio amaram se mais do que uma vez e entre suspiros prazenteirosos e chamadas pelo divino, descobriram se os dois em tao pouco espaço. Nunca mais serao os mesmos porque ali nao ha promessas vãs nem futuro que se adivinhe. Simplesmente o momento e a partilha de sentimentos iíntimos Quando sairam ambos olharam para tras para aquela cama e sorriram no pensamento conjunto do tempo passado. Quando caminhavam deram as mãos e agradeceram, ele por ela o ter feito sentir se homem outra vez, ela por ja saber que de mulher certa que era nao ter vacilado. E ambos quando deram um beijo de despedida sabiam que mais tarde ou mais cedo voltariam se a encontrar. E cada qual para seu lado riam sozinhos como uns tontos, porque sentiam nas narinas o cheiro um do outro. E nao ha perfume mais intenso, mais quente e apaziguador que o perfume do amor.

O Inquilino

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