O sol escaldante e eu errante…

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Sigo meu caminho desalinhado.
Passadas rápidas, lentas… Corro!
Curvas tortuosas, curvas sinuosas,
Vou andando sem direção, o mundo
Gira em torno de mim…

Mas não sei pra onde vou.
Confuso, finjo não entender!
Mas nessa estrada deserta
O meu rumo é incerto, triste saga,

Ventos fortes sopram no meu rosto
E eu inerte, ouço o canto do passarinho.
Muito longe. Onde? Não sei! Perdi-me
No vago desta solidão.

O sol escaldante e eu errante…
Perdida, uma ovelha desgarrada à procura de um abrigo,
Para chorar as lágrimas que retive e gritar o grito que
Sufoquei dentro do coração sofrido atingido no âmago

Que é a minha vida.
E assim sigo na estrada fenecendo em suplicas,
Soluçando a dor desesperada de uma história inacabada…

ZEUS

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