Dá-me tudo!

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Dá-me tudo!

O meu sangue pede-te… relanço-me em tua busca…sinto-te o cheiro por perto, ás vezes vejo-te, não em sonhos mas na carne, não perdoes nunca. Nas intermitências do esquecimento era nas águas bentas que me lavava, hoje e mais do que nunca é no sangue que te pede…tentei por tudo morrer de ti mas tornei-me imortal sem querer…nunca quis mais do que tudo de ti, e nas noites negras das cidades brotam uivos selvagens dos perdidos. dá-me a última palavra.

 

Famigerado!

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