Já só sei que de nós, nada sei!

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Equilíbrio? O que é?
‘Já só sei que nada sei!’
Transformaste-me, naquela noite cerrada. Desajustaste a minha balança e desde aí tens vindo a jogar com os pesos.
Naquela sexta-feira 13, retornei à adolescência desde que os teus dedos em mim cravaste.
O que sou? Sou uma daquelas adolescentes irritantes que quer tudo e não quer nada.
Quero-te perto e longe.
Quero-te de bater e abraçar.
Quero-te torturar e amar.
Que confusão!
Transformaste o meu equilíbrio num inferno tropical.
A tua ausência traz-me chuva e a tua presença traz-me sol e é assim que sobrevivo. Entre calor e frio; felicidade e tempestade; segurança e insegurança; bravura e medo; luz e escuridão.
Que turbilhão!
Já só sei que nada sei, que nem de mim sei
Nem de ti,
sei.
Já só sei que de nós, nada sei!

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