Apetites …(outra vez) ….

Apetites … (outra vez)….. Aquele encaixe que me desperta, A tua mão que me percorre e segura , O teu corpo colado ao meu… Que vontade de os tornar um só! O teu sussurrar no[…]

Tenho sede!

©Read Mymind 2017 #69Letras Não sei se é da Primavera se da água que bebo!E isso interessa? Interessa que me apeteces! Quero voltar a sentir os teus lugares mais apertados! Chupar os teus lábios que[…]

Amar sem sentir

Será possível Amar sem nunca ter sentido, tocado ou mesmo ter olhado nos olhos? Nunca acreditei nisso. Tenho que sentir faísca, conhecer bem… Tenho que confiar e isso só se conquista com o tempo e[…]

Aquele bater acelerado…

©Read Mymind 2017 #69Letras Tempos de adolescência e de sonhos fáceis , sonhávamos com amores e noites perfeitas. Encontros casuais que terminavam em paixões como as dos filmes. Bom lembrar o nervoso miudinho dos primeiros[…]

Estás e não estás

Estás e não estás. Estás na minha cama. Mas não dormes comigo. Sinto o teu cheiro nos meus lençóis. O teu calor junto do meu corpo. A tua respiração na minha face. Mas o teu corpo[…]

Perdi-me

Perdi-me. E não me encontro. Perdi-me, Nas tuas pegadas junto ao mar, Beijadas pela luz do luar. Perdi-me, Na tua silhueta no horizonte desenhada Pelo sol da madrugada. Perdi-me, No teu corpo deslumbrante Pelo qual[…]

Momento

Abri os olhos devagar. Os primeiros raios de sol da manhã entravam timidamente pela janela. Devo ter-me esquecido de a fechar, depois do que aconteceu na noite anterior. O que se passou ao certo? Desculpa,[…]

A melhor sangria que bebi

Querida! Já viste a bela tarde de sol de hoje? Apetece-me fazer algo… Sei lá! Olha! Vamos estender a rede na varanda e prostrar-nos a contemplar o mar? Eu e tu, o sol e a[…]

Memórias de uma chávena de café

Me pego sentada na varanda do quarto as 6h da manhã com uma xícara de café entre as mãos. O tempo continua cinzento lá fora e alguns pingos de chuva insistem em cair vagarosamente… Sabe[…]

Será que te lembras?

Sabes, hoje cruzei-me contigo pela manhã, entre a bica e o pastel de nata no nosso café costumeiro. O teu cheiro era o de sempre, e embora longe, invadiu-me o corpo inteiro,  como da primeira vez.[…]