Momento

Abri os olhos devagar. Os primeiros raios de sol da manhã entravam timidamente pela janela. Devo ter-me esquecido de a fechar, depois do que aconteceu na noite anterior. O que se passou ao certo? Desculpa,[…]

Memórias de uma chávena de café

Me pego sentada na varanda do quarto as 6h da manhã com uma xícara de café entre as mãos. O tempo continua cinzento lá fora e alguns pingos de chuva insistem em cair vagarosamente… Sabe[…]

Amar, não chegou.

Nem sempre amar é suficiente… Atravessaram a ponte das desilusões, cada um para o seu lado. Não houve um adeus, um até breve, apenas o silêncio de quem muito tinha para dizer e resolveu nada[…]

Súplica

Vem… beija-me… lambe estas lágrimas que me escorrem pelo rosto e sacia a minha vontade de um abraço sentido. Demora-te, … por favor, não tenhas pressa, permanece quieta em mim, deixa-te ficar em silêncio no meu[…]

Não sei onde te guardar…

Não sei o que fazer contigo, com as memórias de ti ou com todo esse amor que nos unia. Confunde-me fingir que não me és nada nem ninguém quando foste tudo para mim.  Como te[…]

Que é feito de ti?

Há um abismo imenso, entre os meus sonhos de menino e esta realidade obtusa que marca a compasso o ritmo dos meus dias. Entre a felicidade que eu tinha quando andava de calções a saltitar[…]

O amor é lindo mas é uma faca de dois gumes…

Se não soubermos viver para nós nunca saberemos viver com alguém, e amar na medida certa para não nos desiludirmos. Quando nos apaixonamos a nossa vida parece que brilha, faz-nos despertar e aproveitar diversas coisas[…]

Faltas em mim…

Hoje escrevo para ti… Sim, tu que me conquistaste a Alma, te apoderaste do meu ser e revelaste toda a minha essência. Tu que me fazes rir e chorar, reacções contraditórias mas que fazem todo[…]

Casas comigo?

Casa comigo. Casa comigo só por hoje. Vamos unir os nossos corações, Caminhar lado a lado, Olhar o mesmo caminho. Vamos deixar a vida que temos Mas mantê-la igual: Os mesmos sorrisos, Os mesmos abraços,[…]

Será que te lembras?

Sabes, hoje cruzei-me contigo pela manhã, entre a bica e o pastel de nata no nosso café costumeiro. O teu cheiro era o de sempre, e embora longe, invadiu-me o corpo inteiro,  como da primeira vez.[…]