Esta noite não há palavrões

| Conto Erótico |

Esta noite não quero o nosso s3xo selvagem

Vou dispensar as mordidas e os apertos…

Hoje vamos apenas e só. ..fazer Amor

Sente as minhas mãos e dedos explorarem o teu corpo, como quem explora algo nunca visto

Lentamente, sem rumo certo…tacteando todos os bocadinhos…

Com os meus lábios quero cobrir todas as áreas que as mãos forem primeiramente descobrindo…

Esta noite não há palavrões,

Quero apenas sussurrar ao teu ouvido de uma forma inacabável doces palavras Hoje temos muito tempo…

Hoje não há gula, fome ou desejo descontrolado…

Hoje, vais ser provocada demoradamente com as minhas mãos…

Vou massajar – te, até revirares os olhos…Até ficares com o peito tão duro de desejo…

Não vou entrar em ti…Vou deixar te a escaldar a superfície. …e em erupção por dentro…

Vou deixar te sofrer o prazer, sem te permitir a libertação do orgasmo…

Hoje temos tempo…

Hoje, vais apertar os teus dedos dos pés, arqueado a tua cintura. ..buscando a explosão do prazer, mas as minhas mãos vão suspender -te…

Hoje temos tempo. …

Quero ver nos teus olhos a súplica para libertação. …e hoje, sussurrarei vezes sem conta: calma….ssshhhsst”

 

palavrasquequeimam


Eu quero-te mais e mais a cada momento!

Tu és algo em mim!

Algo que me deixa afónica.

Algo que me é impossível explicar.

Algo que por mais que tente não me sai da cabeça.

Algo que só eu tenho a certeza que sinto.

A minha cabeça manda-te embora, mas o meu coração quer-te mais e mais a cada momento…

Eu quero-te mais e mais a cada momento!

O meu corpo entrega-se ao teu sem que ninguém mande ou peça.

Sinto que não és a minha metade, mas sim o meu inteiro.

Sei que por alguma razão, fomos feitos um para o outro.

 

#Apaixonada¥Teimosa


Pergunto-te a ti que sei que nunca me responderás. Como te atreves?!

Como te atreves a provocar em mim toda esta vontade de ti… a desafiar todo o meu corpo para
esta loucura???
Fizeste renascer em mim uma pessoa até agora adormecida pelas contrariedades da vida.
Acendeste dentro de mim uma chama que só contigo consigo apagar mas que aumenta em cada
presença e em cada ausência.
Transformaste-me em constantes erupções de quereres, de prazeres… Conseguiste buscar o
melhor e o pior em mim. Nem eu me conheço mais. As noites passo a delirar contigo e os dias a
sonhar connosco. Um terramoto de emoções com magnitude descontrolada.
Tornaste-te no jogo perigoso e sem regras que quando pensava estar a ganhar fui deitada por
terra. Completamente KO. O jogo que eu nunca quis jogar. E que agora quero mas não posso
mais.
Vieste, viraste tudo do avesso. O meu corpo, a minha alma… e iludiste e desiludiste.
E agora, foste, assim, sem aviso, sem tempo para despedidas. Nem um beijo ou abraço.
O que se passou ainda não entendo. Parecias tanto querer-me. Os teus olhares desafiadores. O
teu toque quente e desconcertante.
Mas foram as palavras…
E deixas este vazio… e deixas ainda mais vontade… e deixas em mim uma ansiedade que sufoca.
E escrevo para ti que sei que me lês. E pergunto-te a ti que sei que nunca me responderás.
Como te atreves?!

SillyMe


Que feitiço foi esse que lançaste que por mim só o tempo passa menos o que sinto por ti.
Suspiro.
Alto e baixinho escuto os anseios desta pobre alma, em lamentos já não sorri para as estrelas nem festeja os amanhas. Diz ela, que deixaram de ter encanto porque já não te trazem e de quarta em quarta-feira murmura entre dentes que não aguenta tantas saudades.
Ela quer-te. Quero-te eu.

Este medo é um papão grande e aterrador.
Tu és como um furacão que me sacode e tira de mim. Tão depressa rodopias dentro de mim como me roubas e partes sem olhar para quem deixas. Quando vais, meus dias são nublados quando surges o tempo abre, brilha o sol brilho eu! Oh…! O medo… saber como dói ficar só… sem ti sobre mim, apenas dentro… dentro e abandonada sem direito ao teu afago…oh! Quero-te! Gosto-te! Adoro-te! Amo-te!? Odeio-te! Odeio que signifiques tanto e desse tanto não teres feito nada… poderia eu ser a tua casa e tu a minha…!

Mas quando estás..!
Meus dias são de pura adrenalina, tão incerto mas tão certo de tão viva que eu estou!
Viva e marcada, sou a tela onde me tatuas com os dedos que me apertam a carne onde me cravas os dentes numa tentativa furtiva de me rasgares… branca e sangrenta, arrepias-me a pele, deliro no frenesim animal que me provocas. Não é pele é além dela…. tão crú que até dói… e se dói, desfaço-me de desejo, enlouqueço, perco as estribeiras e as maneiras pois entre nós tudo é permitido, se é pecado é para fazer.

Sorrio enquanto escrevo estas palavras lembrando-me que algures estás tu na mesma ânsia que eu, duro e insatisfeito, perdido noutros corpos a fod3r como um louco tentando encontrar o gozo que existe quando estamos juntos!


Nada é como tu.
Ninguém é quem tu és.

Trago-te por entre os dias e pela noite a dentro, enlouqueço-me, molho-me toda com orgasmos que te pertencem…
Quero-te.
Anseio-te.
Tenho medo de me perder novamente…
Isto não é normal. Só pode ser feitiço.

 © 👠Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2016

Como é possível a tua noite, ser o meu dia!

Quando me deixaste achando que o que tínhamos era passageiro não te lembraste que me estarias a despedaçar, a fazer recolher-me para a concha que nem queria ter saído… mas saí, por ti quis ser brava e amar de forma destemida, sem passados ou merdas a atormentar… mas foste.

Abandonaste-me e fiquei como se a pele me tivesse sido arrancada e por mais que me vestisse ( e acredita que me vesti muitas vezes) nada nem ninguém me cobriu como tu.
Sei lá eu o que é ter o sol dentro de mim, só o frio restou…
O meu emotivo olhar foi substituído por gelo, nunca mais vi ou alcancei, trespassei tudo o que se pusesse à minha frente talvez tentando ver se te avistava!
Meu corpo nunca identificou as diferentes peles que o cobriram, do algodão sintético à caxemira, meu toque não distinguiu nada em que tocou. Simplesmente foram corpos em atrito, tentativas furtivas tentando encontrar a pele que me roubaste mas acabei por descobrir que mesmo percorrendo todas as lojas do mundo apenas tu, tens o modelo que me veste. Tu sim tens a vida que sinto falta.

Porra! Não podias simplesmente ter ido e deixar-me de fora?

Doeu tanto… ainda dói. Fez frio… ainda faz! Mas…!
Não quero mais aquele inverno rigoroso, atravessar aquela frente de tempestade, foi devastador ainda ando a colher os pedaços espalhados a pouco a pouco…!


Como é possível
a tua noite,
ser o meu dia! A vida?

 © 👠Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2016

| M18 | Fecho os olhos e o som do teu cinto a saltar das tuas jeans arrepia-me o corpo. A fivela, fria tocou-me entre as nádegas… estremeci!
Que se seguirá? Só tu sabes.
Porta aberta, de gatas sobre o banco de trás exposta para a rua, enlaças o cinto ao meu pescoço, vil e cruel como sempre enches-me com o teu sexo numa única estocada, puxas-me o pescoço com o cinto como se de umas rédeas se tratasse e sufocas-me… bruto, penetras-me fundo adormecendo as minhas nádegas com o impacto das tuas ancas em mim, meus gemidos morriam cada vez que apertavas cada vez mais o pescoço. Davas-me e tiravas-me o ar. Era tua até no respirar.
Os teus gemidos satisfeitos ecoam nos meus ouvidos deixando-me ainda mais molhada tal lobo a uivar de prazer. minha besta! Meu animal!
Tenho saudades sabes?
Da forma como só precisava do teu olhar para a leoa que há em mim se recolher e me transformar numa indefesa gatinha…! Oh! O tremor que o teu olhar me provocava e a forma como me trespassavas nunca mais tornei a sentir. Tenho saudades.

 © 👠Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2016

Que…!

Da próxima vez que me apaixone seja por alguém que sabe o que quer e mesmo calejado por relações falhadas quer arriscar mais uma vez porque quando me olha sente que desta é de vez!

Que…!
Eu o receba abertamente e não arrede pé feita “merdosa” porque o medo é coisa do passado e já nem de orgulho me vista para que ele me possa ver inteiramente nua.

Que…!
Ele alinhe comigo em brincadeiras sem fim e sejamos parvos um com o outro e um pelo outro. Que seja amada por quem sou e não pelo que ele procura e quer ver.

Que queira o seu espaço e respeite o meu.
Que não sofra de excesso de carência e não me exija mensagens matinais como manifestações de amor e me deixe despertar na minha azafama habitual. Que lhe baste um beijo num sms ao meio da tarde ou meio da manhã porque ele sabe que juntos só não estamos fisicamente pois os nossos pensamentos convergem a todo o instante.

Que…!
Me ame pela minha independência e não se sinta afrontado por a minha vida não girar unicamente em torno dele.

Que sejamos permissivos e comunicadores.

Que…!
Goste mais de fod3r que eu e me canse de prazer. Que seja generoso com as minhas fantasias como serei com as dele. Que possamos experimentar um com ou outro ou ao lado um do outro para que mais tarde historias à lareira possamos contar.

Que…!
Seja cru quando me penetra e deixe a delicadeza entregue ao meu toque.

Que…!
Ele venha.

Por cá,
Já o espero.


 © 👠Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2016


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