Arquivo da Categoria: pSassetti

Não me tentes por favor….

Raios!!! …
Raios!!! …
RAIOS MULHER!!!!
Porque teimas em sorrir assim para mim?
Porque lanças esse teu charme carregado de pecado no olhar e pronuncias os teus mamilos quando chegas fresca pela manhã?
Porque continuas a encher o escritório com esse perfume de desejo?
Já te disse que não…. não pode ser….sabes que não podemos…. és a mulher do meu chefe, raios mulher, controla-te!!! Faz-me controlar….
Amaldiçoado seja o dia em que te mostrei o que escrevo, em que te abri um pouco deste meu mundo secreto onde sou eu, e em que tu subiste o teu vestido para meu deleite e estupefacção.
Maldito seja o dia em que te beijei, em que te roubei o primeiro beijo e em que provei o mel que escorria em abundância pela tua vulva.
Esquecido seja o dia em que te suguei sem medo esses mamilos doces como laranjas, que me enlouquecem.
Não pode ser, não podemos… não posso voltar a abusar da tua boca, nem tocar a tua garganta com o meu membro em brasa, enquanto que a tua língua empenhada se delicia à minha passagem.
Não podes voltar a olhar-me fixamente enquanto que a tua boca abusa de mim sem freios incapaz de parar.
Não podemos, não devemos repetir os orgasmos compassados e abundantes que tivemos, quando sem aviso te invadi esse teu rabo empinado, fazendo-te soltar gemidos e gritos que invadiram toda a sala, até o meu suco jorrar como um rio bravo na tua boca.
Não podemos!
Desculpa….. não podemos….. não me tentes…..
…. não resisto….
#PSassetti
#69 Letras 23.06.2017

Eu juro que poderia ser feliz

Prometeram-me a felicidade, continuo sentado pacientemente à espera, numa espera sem esperança, como quem espera por quem invariavelmente não vem.
Será a vida mesmo assim?
Será a felicidade um momento e apenas isso? Um conjunto deles? Uma mão cheia de “ais”?
Ou será algo que só está ao alcance dos escolhidos pelo criador?
Sabes, eu julgava ser feliz nos nossos momentos de prazer, nos nossos momentos de loucura, nas nossas fantasias e devaneios tresloucados dentro das quatro paredes do nosso quarto de hotel, naquelas tardes em que teimamos incendiar a nossa cama a cada beijo, a cada penetração, a cada gemido, a cada grito de prazer.
Eu juro, se não fosse este vazio que me assola quando bates a porta do carro, com esse olhar minguante e esse teu passo apressado, eu juro que poderia ser feliz.
#PSassetti
#69Letras 20.06.2017

Sinto-te minha, no silêncio da manhã

Quando cheguei, tu já la estavas.
Na minha mesa, tudo estava perfeitamente alinhado como eu gosto. A agenda de hoje é extensa, os assuntos são delicados, complicados até, mas o teu empenho na organização do meu dia trará os seus frutos como sempre, tudo fluirá sem percalços, sem surpresas.
Que seria de mim sem ti?
Sabes, gosto de te ter aqui por esta hora, quando todo o edifício ainda é só teu, ainda bem antes do frenesim e do ruído dos dias que irá invariavelmente invadir este espaço calmo e sereno.
Gosto de ouvir os teus saltos no velho soalho de madeira, nada apressados, mas empenhados, assertivos, compassados, como que numa valsa que só tu sabes dançar.
Gosto dos teus lábios sinuosos, quase tão sinuosos como o cume elevado dos teus seios, que teimas esconder-me por detrás desse decote que me enlouquece.
Gosto da tua pele morena, de mulher quente, africana, crepitante, com sabor amargo a terracota, gosto do teu cheiro suave e desse olhar que me lanças com os teus olhos cheios de tesão sincero.
Quero-te.
Sempre te quis.
Sempre te desejei.
Será que sabes?
Será que também tu me desejas?
Sabes, Imagino tantas vezes o barulho do teu vestido a ecoar sem rédeas no chão encerado do meu gabinete, o desapertar apressado do teu soutien rendado, deixando livres esses teus seios fartos que me enlouquecem, o rasgar sem piedade das tuas cuecas quando os meus dentes, sem reservas, as arrancam de uma vez.
Imagino o timbre dos teus gemidos, dos teus ais, dos teus gritos de prazer, enquanto que a minha língua desliza sem pressa nessa tua vulva em erupção, ou quando os teus orgasmos abundantes te fazem gritar bem alto o meu nome, entre o teu arfar e os espasmos compassados que farão o teu suco jorrar abundantemente na minha boca. 
Fantasio contigo debruçada na minha mesa, de pernas ligeiramente afastadas, com o rabo bem empinado, pronunciado, contorcendo essas curvas de sedução à espera de que de uma vez, e sem contemplações, o meu membro o invada até ás profundezas de ti.
Parece que oiço o som dos meus testículos a baterem forte na tua vulva encharcada, enquanto que o meu membro chega cada vez mais fundo nesse teu rabo que me suga. 
Sinto em mim todo o meu sangue a ferver, as veias do meu membro enrijeceram, estão agora bem visíveis, duras, todo o meu suco desliza em mim de forma abundante aproximando-se da saída, a minha glande cresceu, o teu suco é agora também abundante, sinto-te encharcada nesta nossa cavalgada desenfreada.
O fim está próximo, não aguentarei muito mais, tu sabes isso, mas não te incomodas, pois saberás aproveitar cada gota do meu suco como se do elixir da vida de tratasse. 
Diz-me, será que amanhã poderás vir novamente mais cedo?
#PSassetti #69Letras 07.06.2017

Finjo…

Finjo não reparar, mas escondo em mim este anseio crepitante de te ter.
Vivo como que numa ânsia encenada que me corroí as vísceras, e que me expõe sem apelo em chagas flamejantes nos planaltos perdidos de afrodisia.
Estou num cárcere. Sinto-me preso.
Sinto que é teu este sangue que bombeia em mim, em ebulição, ao sabor da volúpia.
Sinto-me teu, só teu, neste sentimento que encerro a ferros no meu peito, e que escondo do mundo dentro das muralhas imaginadas das minhas vontades.
Finjo ser forte,
Finjo não reparar no rosado dos teus mamilos, ou na forma como se precipitam quando nos cruzamos.
Finjo não reparar no dilatar da tua vulva, ou no calor que ela profere, nem tão pouco na forma como me olhas com esses olhos de menina.
Finjo ser livre, engano-me e exploro como posso o teu corpo imaginado, na solidão encenada do meu quarto.
#PSassetti #69Letras 06.06.2017

Estou farto de te falar em amor

Estou farto de te falar em amor, de beijos arrebatadores, do por do sol, de almas que se cruzam por aí em noites de nevoeiro e que se amam, que se entregam e que prometem invariavelmente aquilo que nunca poderão cumprir.
Não estou mais interessado em contemplar a tua presença com frases bonitas, com eufemismos desmedidos, daqueles que nos fazem corar de vergonha ao mesmo ritmo que um beijo se precipita.
Hoje quero apenas o teu corpo, quero apenas cada pedacinho da tua pele, cada suspiro que proferes, cada poro onde se esconde todo esse teu tesão.
Hoje quero apenas os teus gemidos, os teus ais, quero apenas os teus gritos tresloucados de prazer, assim como todos os impropérios que me chamas, quando à bruta, eu teimo em abusar de ti.
Hoje é só tesão, é só sexo, é só vontade, são só espasmos de prazer.
Hoje serão somente bocas invadidas pelos nossos sucos abundantes, daqueles que teimam em escorrer pelos nossos lábios cerrados, pelos nossos rostos.
Hoje nada é mais importante que a tua vulva dilatada, quente, húmida, que o meu membro duro encharcado nela, escondido bem fundo.
Hoje nada é mais importante que o teu rabinho empinado, com esse teu ânus guloso, empolgado, a desejar-me em ti.
Hoje sou teu, assim, sem floreados, apenas pelo tesão e pela vontade.
Vens? Demoras?
#PSassetti #69Letras 05.06.2017

Manipulado pelos teus caprichos…

Teimas em manter a tua língua na minha,
Em lamber todo o teu suco que ainda escorre por ela e em saborear todo o seu sabor.
Insistes em lamber os meus lábios carnudos como se fossem teus.
Demoras-te ao percorrer o meu peito em brasa, como que a consumir-me numa fogueira em lume brando sem contemplações.
Gostas de prolongar os teus orgasmos ao mergulhar sem reservas no mar profundo da imensidão do meu sexo.
Consomes-me.
Abusas de mim sem reservas.
Fazes-me teu.
A minha vontade em nada importa junto da tua dedicação e persistência.
Os meus desejos para nada contam.
Fazes-me ancorado em ti.
Amarrado.
Açoitado pelas tuas vontades.
Sinto-me como um condenado com a Forquilha do Herege.
Sinto-me teu.
Manipulado pelos teus caprichos…
….e gosto.
#PSassetti #69Letras 05.06.2017

O Aniversário

TEXTO EROTICO | M18

 

Porto, 15 de Abril de 2017

A Moreninha fazia anos, 30 anos.

Festejar 30 anos é festejar a idade perfeita, é festejar a eternidade com o corpo de menina em brasa, é ter os desejos em franja e as vontades incessantes, é festejar a vida.

Pela manhã, ainda bem cedo, julgo que ainda de noite, resolvi enviar-lhe uma mensagem de parabéns:

Minha querida, faz hoje 30 anos que nasceu uma mulher linda que me enlouquece. Uma mulher doce e apimentada, delicada e intensa, sedutora e dona dos meus pensamentos. Muitos parabéns Moreninha, que a vida seja tudo o que desejas”

A resposta não tardou, a mensagem trazia os agradecimentos habituais em meia dúzia de palavras sinceras e um sorriso largo de contentamento por não me ter esquecido do seu aniversário, mas terminava de uma forma algo triste e que me inquietou:

“…. irei passar o meu aniversario sozinha, merecia mais” 

A Moreninha é uma mulher casada, não tem filhos, o seu marido, que ela ama incondicionalmente, é um quadro técnico superior numa grande empresa, e tem constantemente que se ausentar para o estrangeiro. Esta era uma dessas alturas, justamente no seu aniversário, que azar.

Ela entende, mas estava triste, visivelmente triste, resignada, mas precisava do seu amor junto a ela neste dia. Raio de vida, pensava resignada.

Eu conheço a Moreninha há muito tempo, mas somente no mundo virtual, nunca estivemos juntos, mas há muito que começamos a trocar mensagens, pequenas provocações, algumas imagens picantes, alguns textos eróticos, mas sempre com o distanciamento necessário de quem é comprometido e fiel ao seu companheiro.

Desde sempre que ambos definimos um limite claro, uma linha bem definida que não queríamos ultrapassar, que não desejamos ultrapassar, embora ambos tenhamos a consciência que se pudéssemos, os nossos corpos se incendiariam ao primeiro toque, tal é a cumplicidade e o desejo que sentimos quando falamos.

Fiquei triste com a sua mensagem. Na verdade eu preocupo-me com ela, eu queria que ela estivesse bem, feliz, a viver o seu aniversário em pleno, a sorrir com aquele sorriso magnífico que ela tem, a divertir-se.

Penso que dada a minha preocupação fui chato nesse dia, que passei das marcas, acho que bati todos os meus recordes de envio de mensagens, mas não a podia deixar sozinha e tentei à  minha maneira, e da melhor forma que sei, que o seu dia fosse o melhor possível.

Perto do almoço, e ao fim de muitas mensagens trocadas, convidei-a para almoçar, ela hesitou, não respondeu de imediato, mas acabou por me responder a dizer:

“Sabes que não posso… não devemos, queria muito, mas não podemos. Desculpa querido…”.

Eu teria gostado certamente, mas entendi, claro que entendi a sua resposta.

As primeiras horas da tarde foram de bastante trabalho para mim, muitas solicitações no trabalho, muitas reuniões, pelo que aliviei um pouco o envio de mensagens.

Ela estranhou. Pensou que eu estava chateado pela sua nega, nada mais falso, como me poderia eu chatear-me com ela?

A atitude dela foi sensata,  certamente difícil, mas por certo a melhor decisão para ambos. No entanto ela acreditava que eu estaria mesmo chateado.

Enviou-me algumas mensagens, mas eu não respondi de imediato, pois não podia, o trabalho tinha tomado conta do meu dia, facto que ela desconhecia, ficou insegura, não queria que eu me chateasse com ela, o desejo dela em estar comigo era tão forte quanto o meu, e eu sabia-o, mas esta falta de respostas da minha parte estava a incomoda-la.

Rapidamente passaram uma ou duas horas, e eu não tinha respondido ainda a qualquer das suas mensagens. Ela estava impaciente.

Quando finalmente tive algum vagar e pude abrir a minha caixa de correio deparo-me com uma boa dezena de mensagens por ler, onde a ultima se destaca de forma muito evidente:

“Hoje pago eu o lanche, não admito um não. Ás 17h em ponto, em Leça, junto ao farol, depois decidimos para onde vamos”

Fiquei estupefacto, embora feliz, mas estranhamente nervoso, finalmente ia estar com ela cara a cara, finalmente ia poder cheira-la, olha-la nos olhos, tocar-lhe a mão, apreciar-lhe o corpo, e que corpo que aquela moreninha tem, que rabinho, que maminhas, só de pensar dei por mim com uma ereção bem pronunciada.

Fiquei tão empolgado quanto um miúdo que vai pela primeira vez á feira popular e á hora marcada, com pontualidade britânica, lá estava eu parado, junto ao farol, ansioso, com as mãos suadas e a pedir a Deus que ela não faltasse.

Uns minutos depois, que mais pareceram uma eternidade, com um atraso charmoso de mulher madura, ela estaciona ao meu lado. Pela primeira vez estávamos lado a lado, o meu coração batia forte. Acredito que o dela também. Desceu o vidro, olhou-me calmamente, fixamente, eu estava nervoso, acho que transpirava, até que ela soltou um daqueles seus sorrisos largos, lindos, para depois me dizer:

“no teu carro ou meu?”, ao qual prontamente respondi: “no meu, naturalmente”.

Sem vacilar saiu do carro, pela primeira vez podia observar aquele corpo lindo, os seus cabelos longos, negros, os seus olhos grandes, e aquele rabinho que me enlouquece, que escondia por dentro de um longo vestido preto, justo, que realçava ainda mais as suas curvas.

Quando entrou, eu há muito que estava duro dentro das minhas calças, há muito que o meu membro se tinha pronunciado por vontade própria. Beijou-me, sem reservas, sem avisos, dei-lhe o rosto, ela preferiu a boca. Demorou-se e os seus lábios quentes conseguiram acabar com todas as minhas incertezas, acho que corei, ela também, mas não parou, a sua língua envolveu-se na minha com dedicação e vontade. Por fim, olhou-me, não sorriu, o seu rosto plasmava todo o seu tesão, toda a sua vontade. A sua mão atrevida estava agora na minha perna e o meu membro quase a explodir.

“Para onde vamos, que te apetece lanchar? ” – perguntou ela num tom calmo e sereno que quase me enlouqueceu.

“Lanchar… não me apetece muito, mas já comia…. se comia…..” – respondi eu como um animal no cio e com algum sarcasmo.

“Espero que tenhas apetite, muito apetite, … bem escolhe tu, surpreende-me” – respondeu

A partir daquele momento a minha mente galopava, as cenas eróticas que imaginava sucediam-se uma atrás da outra. Eu transpirava. A sua mão há muito que me tocava as virilhas e roçava ao de leve no meu membro. A minha mão, mais tímida, acariciava agora o interior das suas pernas, que ela fazia questão de abrir deixando a sua vulva bem á minha mercê, deixando o seu cheiro invadir-me por completo.

Não tardou, não podia tardar, e  minha mão tinha perdido a timidez para estar agora a tocar-lhe aquela vulva encharcada, quente, que pulsava á minha passagem.

A viagem até ao motel foi curta, mas cheia de toques, de amassos, de vontades, de desejo contido.

O meu membro estava pronto a explodir, a sua vulva estava quente, melada, a babar muito, os meus dedos podiam sentir todo o calor que trespassava pela sua cuequinha, podiam sentir o seu suco a escorrer. Eu não aguentava muito mais sem lhe tocar, sem afastar aquela cuequinha rendada e lamber todo aquele mel que escorria.

Finalmente o portão do motel começou a abrir. Dentro de mim tudo estava em erupção, o meu tesão estava em níveis de descontrolo, de desconforto até, como eu nunca tinha vivido.

Ela estava agora mais receosa, sabia que era um sem retorno, ambos sabíamos que depois do portão fechar iríamos quebrar todas as nossas regras, aquelas que juramos nunca quebrar, mas os níveis de vontade tinham atingido o vermelho, e ambos queríamos desesperadamente que o portão se fechasse.

A minha boca estava seca, ela olhava-me com receio, mas com a vontade cravada no rosto.

Saímos do carro. Olhámo-nos. Abraçámo-nos em silêncio. Beijei-a, percorri os seus lábios com a minha língua, para depois as nossas línguas se tocarem enquanto os meus dedos se escondiam no seu cabelo. Beijei-lhe o pescoço, depois a nuca, depois as orelhas, passei a minha língua no seu rosto, ela estremeceu.

As suas mãos acariciavam agora o meu peito, as minhas, dedilhavam as suas costas como que numa dança ritmada e compassada se tratasse, percorriam todo o seu dorso, desde os seus ombros singelos até bem junto do seu rabo pronunciado.

Ela finalmente soltava-se, os seus dedos singelos desabotoavam agora a minha camisa, sem pressas, as suas mãos massajavam-me o peito no intervalo demorado de cada botão que se abria, os seus beijos juntavam-se agora na pele quente do meu peito, a sua língua tomava conta dos meus mamilos, os seus lábios mordiam-nos, o meu membro latejava, latejava muito.

Ela estava empenhada em não parar, desceu, sempre na dose certa, sempre no seu ritmo assertivo, sempre sem vacilar. Ajoelhou-se, olhou-me fixamente nos olhos, acariciou o meu membro rijo ainda por cima das minhas calças, apertou-o, beijou-o, mordeu-o bem forte, deixando-o bem preso nos seus dentes.

Sorriu-me, olhou-me novamente e de uma vez desabotoou-me, deixando cair as minhas calças até aos tornozelos. Desceu os meus bóxeres, sempre a olhar-me, como que se estivéssemos num jogo de sedução em que ambos sabíamos como a historia iria acabar. Não hesitou, agarrou-me o membro e de uma vez engoliu-o, fazendo-me soltar um gemido contido de prazer ao sentir que lhe tocava a garganta.

Chupou-me, lambeu o meu membro em todo o seu comprimento, centímetro por centímetro. Demorou-se na minha glande, prendeu-a nos seus lábios, sugou-a sem reservas, enquanto a sua mão de menina esfregava o resto do membro, com uma vontade agora frenética de que o queria engolir.

Levantei-a, e de uma só vez deitei-a sobre o capô do meu carro. Ela visivelmente gostou do inesperado, olhou-me com aquele olhar de safada, não hesitei, despi-a sem grande calma, saquei-lhe as calças á pressa, depois as cuecas, abri as suas pernas e deixei que a minha língua a penetrasse de uma vez. Ela gemeu, gritou um pouco, agarrou no meu cabelo, e puxou com força a minha boca para aquela vulva gulosa. Empenhei-me, a minha língua penetrou-a sem rédeas durante alguns minutos, ela contorcia-se, nos meus lábios contava os seus orgasmos abundantes compassados pelos seus gemidos e espasmos que a deixavam sem força. Lambia agora com mais calma, a minha língua deslizava de alto a baixo nos seus lábios, lambendo cada gota do seu mel que ainda escorria. O seu clitóris estava pronunciado, a minha língua passava nele de quando em vez, deixando-a doida, fora de si.

Ao fim de algum tempo resolvemos subir para o quarto. Ainda nas escadas, e com ela a subir na minha frente, o seu rabinho demasiado pronunciado e empinado deixou-me doido, tivemos que parar na subida, agarrei-lhe as nádegas com firmeza, afastei-as, a minha língua perdia-se agora no seu ânus, que delicia, que manjar, penetrava-a com a ponta rija da minha língua,  ela dava sinais de gostar, a sua vulva escorria, eu passava os meus dedos nela enquanto me deliciava naquele rabo delicioso.

Ao fim de algum tempo subimos, finalmente estávamos no quarto. Ela nem me deixou respirar, ajoelhou-se e de uma vez engoliu novamente o meu membro. As suas mãos estavam agora mais soltas e apertavam firmemente os meus testículos, eu estava em transe, pelo espelho do quarto observava aquele vaivém da sua boca empenhada, cada vez mais forte, cada vez mais solto. Apreciava também aquele rabo delicioso, ali aninhado, bem pronunciado para mim, raios, estava completamente doido. Agarrava agora no seu cabelo, obrigava-a a engolir tudo, com força, ela não se fez rogada, pelo contrário, engolia cada vez mais fundo, a sua boca estava doida, sugadora, estava visivelmente em transe.

Deixei que me deliciasse um pouco mais, depois levantei-a, lambi-lhe o rosto, beijei-a, lambi a sua língua, deitei-a sobre a cama, chupei os seus mamilos, suguei-os com vontade, com força, demorei-me neles, ela arfava, eu estava a levitar, ela gemia, eu respondia como podia.

Coloquei-a de quatro. Observei-a. Cuspi na ponta no meu membro, esfreguei o polegar na sua vulva e forcei a entrada, ela gemeu, apontei o meu membro, ela forçou a penetração empurrando o seu corpo contra o meu. Deixei-me levar e devagar entrei naquela vulva desejosa, gulosa, sedenta de mim. Deliciei-me, cavalguei nela durante algum tempo, os seus orgasmos encharcavam o meu membro. Apertava agora as suas maminhas. Ela não dizia nada, estava doida de tesão, só gemia, só gritava. Acariciava-lhe agora o ânus com o polegar, todo ele estava dentro, cada vez mais fundo, agarrava naquele rabo maravilhoso com o polegar e puxava-o para mim, enquanto penetrava com força aquela vulva em chama.

“Come-me o rabo, anda! Come, p.f…..” gemia ela baixinho

É claro que lhe comi o rabinho, há tantos meses que o desejava, aquele rabo redondinho, empinado, ali para mim, à minha mercê, para eu penetrar a meu bel-prazer. Sabia que não iria aguentar muito, o seu rabinho era apertado, mesmo como eu gosto, mas continuei, penetrei com força, cada vez mais fundo, ela só gemia, nesta altura estava exausta, o meu membro continuava muito duro, a cada estocada chegava mais fundo, era mais intenso. Eu sentia já a glande a dilatar, o meu suco encaminhava-se para a saída, eu suava em bica, sabia que estava próxima a minha explosão de prazer, o meu nirvana, o meu sétimo céu, ela também, acelerei um pouco mais, o suco estava agora mais próximo iria vir-me a qualquer momento.

Ela percebeu, virou-se à pressa, ajoelhou-se na minha frente, pegou á pressa no meu membro e colocou-o inteiro na sua boca. Continuou a esfrega-lo com força. Eu ainda aguentei mais uns dois ou três minutos, mas por fim não resisti e acabei por jorrar abundantemente na boca, na sua cara de menina, no seu peito.

Ela estava visivelmente bem, estava feliz, satisfeita. Eu estava exausto, extremamente exausto. Olhamo-nos nos olhos, trocamos um sorriso ténue de satisfação e cumplicidade, entre um abraço e um beijo demorado ainda com o meu suco a escorrer-lhe pela cara.

“Feliz aniversario Morenina linda! “ disse-lhe eu de voz ainda embargada.

“Obrigado meu querido…. mas não penses que já me deste a tua prenda, …a noite é ainda uma criança”…respondeu-me gulosa….

#PSassetti

#69Letras  01.06.2017