Arquivo da Categoria: NMauFeitio

Pensa em…

Pensa em letras… Pensa em palavras… Sorrisos… Sorri…

Noites mal dormidas contigo a meu lado… Abraçado na escuridão… Temendo perder-te…

Nada é… Seguro… Tu és… Especial… Única… Abraça-me…

Letras e palavras ficam nas frases que te leio…

Sorrisos ficam nos teus lábios quando te beijo… Fazes-me sorrir…

Fazer amor contigo é… O que quiseres que seja… Nada mais que isso… Nada menos que tudo…

Tu… És tudo para mim… Eu sem ti… Sou apenas um homem…

 

Pensa em mim…

 

Carpe Diem

 

NMauFeitio 69Letras® 27.02.2017

Fascínio feminino….

Acho que nunca irei entender as mulheres e o fascínio pelos talhos, o facto de estar ali tanta carne exposta, carne despida, carne pendurada, carne por todo o lado e a tentação que provoca, parece-me quase algo indistinto, a minha carne pendurada e tapada para não ferir mentes susceptíveis por atentados ao pudor e nenhuma mulher me observa como que hipnotizada, tal e qual quando vão ao talho e ficam ali fascinadas olhando os homens que gentilmente cortam aquelas carnes com uma mestria de anos de experiência, e as carnes penduradas que irão servir mais tarde para saciar certos apetites que deixam qualquer homem em brasa….

 

Também não entendo o fascínio das mulheres pelos padeiros, homens que trabalham durante a noite, que metem as mãos na massa como ninguém, esmurram a massa com paixão, com uma tal fogosidade que lembra quase a sedução de um beijo, aquele segurar na anca forte e viril, aquela necessidade de mexer a massa bem mexida, partir em pedaços que mais tarde levaram o toque final, aquele toque másculo, que faz a massa abrir como se um acto sexual se tratasse, mas não, é uma futura simples carcaça…

 

Fascínios à parte, eu ainda adoro a minha antiga profissão, mecânico de automóveis, mas nunca vi mulheres a babarem-se por mim enquanto eu fazia de médico na viatura delas, a sujidade que se impregnava na minha pele misturada com o meu suor enquanto operava cirurgias sérias para tentar recuperar pacientes abusados até ao extremo, pacientes onde o coração já falhava, onde o cérebro já desistia, e pior, mexer nos travões de uma mulher é como mexer no não garantido seja para o que for, nem mudas de óleo ou rectificações dos cilindros, nunca vi uma mulher excitada com a minha vertente medica nas suas viaturas, mesmo quando chegavam as minhas mãos a caírem aos pedação e saindo da minha mão em perfeitas condições se serem usadas ao limite, numa perfeição continua que só orgasmo acabaria…

 

Elas fascinam-se por muitas profissões, se envolverem fardas então, elas ficam rendidas, e o meu fato-macaco sujo de óleo, encardido dos travões, mal cheiroso do suor, não atrai mulheres, apenas mais trabalho, resta-me mudar de profissão, e ir ver onde elas querem a carne pendurada…

Sessenta e nove…

| Conto Erótico | Maiores 18 |

 

Sessenta e nove prazeres, seria um longo dia, um dia bem saciado, mais bem satisfeito, e talvez picante o suficiente para ficar a arder durante muito mais tempo.

Não me recordo das razões, nem quando, nem porque, mas a primeira vez que ousei o sessenta e nove, foi intensamente estranho, o dia começou como mimos ao despertar, e as brincadeiras que se tem numa cama, creio que foi a um feriado, ou talvez a um fim de semana, tento lembrar-me mas não consigo precisar, as brincadeira que as crianças adultas têm numa cama, e sabe-se lá porque razões ficaste em brasa comigo e decidiste vingar-te, e alçaste do rabo na minha direcção, sentaste quase em cima da minha cara, aquele teu cheiro ao despertar, sinceramente, confesso e como tu pudeste comprovar, deu-me tesão, muita tesão.

Não sou homem de fazer rogado a estas iniciativas, e quando assim o é, resta-me trabalhar no duro, e eu percebi que aquele ataque puro e duro que fiz ao teu sexo encharcado te deixou quase nocaute, aqueles gemidos teus intensos enquanto enterrava a minha língua toda dentro do teu corpo foram bem perceptíveis, deixei a língua mergulhar no teu sabor, húmido e quente, meio acre, deslizei por todos os recantos do teu sexo, sabia bem onde te dar mais e mais prazer, mordisquei o interior das coxas, levemente, pacientemente, nada de pressas, a manhã acabara de começar.

Percebi pela tua excitação, que iria sentir mais do que estava a sentir, quando tu passaste a língua pelo meu sexo palpitante, primeiro um pequeno beijo, depois a tua mão que se enrolou para o segurar, mas nem era preciso, ele não iria fugir, antes pelo contrário, apenas ainda ganhou mais tensão quando lhe deste o pequeno beijo, depois do beijo, senti a tua língua quente, quase me descentraste do que estava a fazer, e acabaste mesmo por desconcentrar quando senti os teus lábios deslizarem por mim abaixo, aquele calor, aquelas sensações que me provocaste, fizeram-me por breves momentos perder a noção de onde estava.

Talvez por tusa, ou por tesão, talvez por acordar cedo, não sei, sei que tivemos na brincadeira algum tempo, não sei quem aguentou mais tempo, mas o prazer que nos invadiu foi letárgico, deixou-nos os dois prostrados um em cima do outro, durante uns valentes minutos.

Findos os tais minutos, voltamos para a guerra de almofadas, visto que certamente iria recomeçar algo mais tarde novamente.

 
NMauFeitio 69Letras® 27.02.2017

Não ensino

Não ensino nada a ninguém, não sou professor para dar aulas a ninguém, posso apenas contar o que vivi, o que senti a dada altura da minha vida, mas nem isso explica os erros na minha vida, nem serve de ensino para ninguém, todos temos de cometer os nossos próprios erros, todos nós temos diferentes virtudes, todos temos diferentes defeitos, todos podemos amar, mas dizer o celebre faz o que eu te digo, nem sempre é o melhor…

Na minha adolescência tentei copiar outros, ser popular na escola, fazer porcaria, despejar extintores no corredor porque era fixe, andar com os grandes a fazer asneiras, a copiar o que eles eram porque as miúdas queriam andar com os mauzões, hoje olho para trás e vislumbro aquela faceta do “Porco, feio e mau” da minha adolescência e nunca fui aquilo que um dia quis imitar só porque ficava bem, isso tirou-me da escola e fez ir comer o pão que o diabo amassou, quis na altura fazer vida adulta ainda sendo menor…

Errei, sim, quem não erra, vou dizer ao miúdos de hoje para não serem cópias de outros, bom, seria um pouco voltar atrás e não oferecer uma mala igual ao do outro colega, não porque a mala é bonita, mas porque outro colega a tem, e as modas, os ténis da marca que o outro tem, mas não o que realmente gostamos, tentamos imitar algo, e alguns levam uma vida a tentar ser iguais a uma pessoa que é única…

Gosto de pensar que aprendi com os meus erros, visto o que gosto e me faz sentir bem, não com a minha imagem pois todos dizem que me visto mal, mas com o meu estado de espirito, gosto de roupas largas, não por querer esconder algo ou me querer tornar maior, apenas porque me sinto confortável assim, e da mesma maneira que estas palavras fluem na minha alma…

O ultimo livro que li, talvez tenha sido quem sabe há uns dez anos, não me considero uma alma genial no que diz respeito para com a leitura, mas quanto mais informação absorvo, e eu tenho um problema com isso, eu devoro informação como quem come um queque, e isso cansa-me, deixei de ler as palavras de outros, leio noticias claro, leio coisas leves, agora um livro, de certa forma cansa-me, porque se muito ler depois quando escrever irei pensar, se já alguém pensou o mesmo que eu, se já o escreveram como eu escrevo, é imitar um estilo e eu apenas desejo manter o meu…

Já tive um estilo muito certo, o que me trouxe ao 69 Letras, pelo meio aprendi junto de outras pessoas a ter alguma liberdade, e pelo meio acho que me esqueci do que escrevia e como escrevia, e passei a escrever outras coisas estranhas, como este texto, se há dois anos atrás alguém me dissesse que eu iria escrever algo assim, eu diria que a pessoa era louca, portanto sou um louco, que apenas quer ser ele mesmo, mesmo quando ele vai ao jardim, rouba o cravo mais bonito, compra o chocolate mais doce, para oferecer há mulher mais bonita aos olhos dele…

Não sou exemplo para ninguém, não quero ensinar ninguém, todos temos de cometer os nossos próprios erros, só assim aprendemos a dar mais valor a nós próprios, e a sermos mais fortes…

 

Carpe Diem

 

NMauFeitio 69Letras® 27.02.2017

Porquê…

Porquê amar?

Por mais voltas que dê aos meus pensamentos, e até mato aquelas borboletas que entram em casa, umas borboletas castanhas que aparecem no verão, e são feias como tudo, e tiro a vida a elas por invadirem o meu espaço, são como as melgas que nos sugam o sangue, e nunca estão satisfeitas, querem sempre mais, até aparecer uma mão e fica tudo esborratado de sangue…

Texto de terror, pois o amor não é mundo delicioso onde tudo corre bem, o amor tem o condão de completar duas pessoas diferentes, as duas juntas, sentindo aquelas borboletas completam-se, e por vezes, complicam-se, somos humanos, temos capacidade de amar quem nos ama, embora por vezes, não saibamos o que realmente significa amar, como se ama?

Não quero que pensem muito no que escrevo, todos um dia amamos, vamos amar, outros já amaram e estão e tentar seguir em frente, por acaso é o meu caso, e tenho saudades do amor, do sentir amado, de amar, de ser o tolo romântico que escrevia poemas com estrofes que de nada têm de romântico, mas quem disse que amar tem de ter uma logica?

O amor é um caos, é uma confusão de sentimentos, de sensações, e quantos de nós já não amaram não sendo amados, bem como enxotados quando alguém que pensamos que nos ama afinal apenas queria bons momentos, erramos, aprendemos, vamos abaixo, levantamos de novo, o amor é assim mesmo, é uma droga que nos deixa completamente no mundo da lua, onde voar, é a parte mais fácil, pior mesmo é cair num voo picado e dar conta da realidade…

Amar, amor, paixão assolapada, aquele delicioso momento em que a paixão fala mais alto, aquele querer estar ali sempre abraçado, ou mesmo aos beijos, aqueles carinhos que nos tornam adolescentes de novo, tenhamos vinte ou cinquenta, o amor é assim, algo sem explicação, sobram as borboletas, que fazem cocegas na barriga, dão arrepios quando estamos perto, os pelos eriçam-se, a pele arrepia-se e o beijo, que acalma os arrepios mas faz arder a paixão, o desejo, a loucura…

Amem, eu vou ali ver das borboletas que andam fugidas do meu corpo, da minha alma…

 

NMauFeitio 69Letras® 27.02.2017

Se eu pudesse e tu deixasses

| Conto Erótico | Maiores 18 |

 

Sabem aqueles dias que vos apetece mesmo muito saciar o apetite, mas sabem que poderão ter de esperar não pela vontade, mas pela mulher que irá ser gato sapato nas nossas mãos, bom, foi mais ou menos assim.

Tinhas ido não sei para onde, cheguei a casa ansioso, precisava de saciar o meu apetite por ti, pelo teu corpo, despi-me e fui largando roupa até ficar nu, liguei a musica, e esperei, desliguei a musica, liguei as luzes, desliguei as luzes, e liguei a televisão, apanhei a roupa do chão e acendi duas velas na sala, apaguei a televisão e liguei a aparelhagem, não havia maneira do tempo passar, só pensava em te ter, mas de ti, nem sinal, ainda pensei em te ligar, mas deixei-te ficar em paz, desliguei a aparelhagem, apaguei as velas, fiquei entregue ao silencio, quase inquietador, manipulante da minha mente insaciável, queria-te ali mesmo, qualquer divisão da casa, qualquer sitio servia, até mesmo a varanda, os vizinhos que fossem reclamar há policia, não queria saber, mas aguentei, e aguentei, andei pela casa nu, despido de ti, com a falta de ti ali para mim, desejo-te, quero-te, dou-me a ti dentro de ti, mas chega depressa.

Passou talvez meia hora, e oiço finalmente o elevador a chegar ao andar, corro para a porta, olho pelo óculo e vejo o cabrão do vizinho da frente, porra, ainda não és tu, quando viro costas oiço o barulho de uma chave a penetrar a fechadura, resguardei-me na esquina, e esperei, entraste pela porta, despediste-te do vizinho e fechaste a porta, saí da esquina e encostei-te logo ali, contra a porta, de luz apagada, acho que te assustaste, a mala caiu e saltaram umas quantas coisas do seu interior, não quis saber, apenas te disse, que da porta à sala irias demorar horas a chegar.

Percebeste para onde a coisa ia e deixaste-te ir, beijei o teu pescoço, bem atrás de ti, sentiste o meu pulsar de desejo, comecei entre beijos a livrar-te das roupas que trazias no corpo, desejava-te mais que muito, queria-te toda, as roupas foram caindo e os beijos foram descendo, do pescoço deslizei para os teus lábios, dos teus lábios, mordisquei-te as orelhas, continuei a minha gincana de prazer, parando pelos mamilos, adoro os teus mamilos, rosados, mas quando ficam duros parecem pequenos botões espetados no ar, e adoro lamber, chupar eles até ficarem assim. Ali mesmo contra a parede, ouvia os teus suspiros, que bom ouvir, parecia musica para os meus ouvidos, deslizei a minha gincana favorita mais abaixo e mordisquei-te o interior das coxas, soltaste mais uma vez soltos e meigos gemidos, depois atirei-me de cabeça, e comecei a chupar o teu sexo, o clitóris maroto, estava ali, enquanto o lambuzava com a minha língua, os meus dedos atrevidos entravam dentro do teu corpo sentindo o calor explosivo que rogavas, e deslizaram, ora entrando e saindo, lentamente ou rapidamente, e apenas os teus gemidos eram musica para os meus ouvidos, quando te comecei a sentir perder o controlo, abrandei, era eu que queria mais que tudo ter-te, e não o contrário, levantei-me e fui quase cuspido contra a parede, olhaste-me nos olhos e beijaste-me, paraste nos mamilos, provocaste-me, e desceste mais ainda, ficaste frente a frente com o meu sexo em riste, passaste a língua pela cabeça, e depois saboreaste-me todo até não mais nada para entrar, deslizaste os teus lábios carnudos, fizeste-me delirar de gozo, a cada investida, um sussurro mais intenso, e acabaste por terminar. Levantaste-te, empurrei-te agora contra a parede, virei o teu corpo para ela, debrucei-te, peguei na tua perna como numa pose artística e encaixei-me, todo, de uma só vez.

Movimentos explosivos invadiam os nossos corpos sedentos do orgasmo, mas ora abrandei, ora aumentei o ritmo, ora te puxava os cabelos, ora te dava palmadas vigorosas, mas sempre devagar, com paciência, com cadencia quase militar na penetração do teu corpo, do teu ser, da tua alma diria, os gemidos que se concentravam naquela área da casa, eram ecoados pelas restantes divisões, acabei por te mudar de posição, virei-te para mim, ali mesmo, contra aquela parede, puxei-te para o meu colo, cruzaste as tuas pernas em mim, proporcionando um encaixe perfeito, e começamos os dois aquela dança corporal, com movimentos mais frenético com beijos pelo meio, tais prazeres hediondos provocaram a perda de controlo de nós, e o tal orgasmo suspenso apareceu com toda a sua força, caiu que nem uma bomba, e tal bomba de suspiros, os gemidos foram audíveis em todo o lado.

Prazeres mil, ficamos ali abraçados, as forças rebentaram com o desejo, ficámos ali imóveis a tentar recuperar o fôlego.

A sala ainda lá longe, percorremos o caminho até à mesma, para recomeçar tudo novamente.

 

NMauFeitio 69Letras® 27.02.2017

Jantares da 69 Letras

Texto Erótico | M18

Neste texto ficou bem patente de como são os jantares dos moradores do prédio da 69letras.
Hoje foram todos desafiados pelo Vizinho a escrever olhos nos olhos e o resultado foi um misto de tesão, desejo, vontades e prazeres. Ainda se tentou colocar ordem mas foi impossível… Estava tudo ao rubro!

Como o mote foi lançado pelo Vizinho, ele mesmo começou…

Vizinho.
Preto e branco, as cores da 69letras. Requinte, glamour e sedução, 3 pratos a ser servidos bem quentes nesta noite de festa e união. São assim os jantares do condomínio no n°69 da Rua dos Prazeres.
Misses Kat.
Cheguei atrasada… Clarooooo procuro pela Vicky que é a parceira do crime antes de lhe dar um valente apertão dou de caras com o meu vizinho de baixo…. 100 Modos, o fofinho que me entreteu no dia dos namorados.
100 Modos.
A fruta chega e a Lola dispõe-se para que os empregados a enfeitassem com as diferentes doçuras disponíveis. Começaram pela parte de cima. Morangos, uvas, mirtilos e umas natas… Nós, rapazes ficamos de imediato com água na boca mas elas… Babadas. Nem mais. Babadas. Não éramos os únicos com o apetite aguçado… O Vizinho tinha os olhos a brilhar, eu já soltava as primeiras pingas de suor, o Sassetti falava através do silêncio gritante de fome, o MauFeitio embora longe estava bastante atento mesmo com desculpas de não puder comer doces… O Anónimo mantinha-se… Anónimo. Até que a Misses Kat decidiu chegar à frente… Atirou-se às natas…
Vicky.
Ao ver a boca da Kat lambuzada não resisti a partilhar um morango coberto de chocolate… Tirei-o da minha boca e mergulhei-o nas natas… Da boca dela…
Depois de saborear a mistura… Fiz com que o Vizinho me provasse, enquanto escorria chocolate e ele se lambuzava em framboesas…
Lola.
Humm… Deus!!!! Sentir aquelas mãos todas, aquelas bocas, o meu corpo não resistia… Que tesão!! Não iria me controlar por muito mais tempo.
Miss Lost.
Controlar, controlar as situações, dominar…
Dominar estes corpos escaldantes e ciosos de prazer…
Sasseti.
Situação difícil, continuar o jantar ou simplesmente deixar cair o garfo e fazer uma incursão por debaixo da mesa,.. Na verdade não é nada difícil… lá vai o garfo… Vai 100Modos, afasta esses pés, sou grande. Lolita, onde estás tu? Deixa ver, Misses Kat á direita, Vicky á esquerda…. Vizinho, chega-te para lá, Lola finalmente, conta-me lá os teus desejos babe…
Miss Lost.
Desejos todos temos
Desejos cometidos
Provados
Desejos pensados
Se se atrevem tornem possível esse desejo de passar à prática e larguem os talheres. Avancem com a boca quente de desejos!!!
Poeta Solitário.
Talheres? Já me esqueci o que essa palavra significa!!!! Só me vem à cabeça a vontade, o desejo de “comer”… E com esta “fome”, não preciso de talheres…
Miss Lost.
Dava… Daria se este desejo me submeteria à escravatura de posse. Posse de ser possuída e tornar-me escrava desse desejo.
Vontades… Vontades de luxúria… Oh corpo! Porque me deixas assim!!!
Lambuzada estou eu, perdida… Claro, daí o meu nome
Perdida “Lost”…
E fico perdida e entregue a estas vontades, a estes desejos…
Nestas ânsias de nesta noite, sentir algo que faria de mim ou de nós mulheres mais satisfeitas!
Sasseti.
Desejos, vontades, o misterioso mundo dos prazeres da carne, da tentação, do tesão.
Das vontades com vida, com luz própria, com saliva, com lábios cerrados, com línguas à solta.
Miss Lost.
Línguas dançando e entrelaçadas bailando entre si porque o desejo, a tensão aperta e é nos beijos intensos com Alma que nasce esse desejo de posse e de entrega entre dois seres…
Oh! Deus por que me criaste assim…
Krishna.
Feita gulosa
Comi uma chamuça.
Picante como o….crl!!!
RiCCo.
O Anónimo e a Vizinha devem estar de boca cheia daí não falarem, o verdadeiro 69.
Vizinha.
Limpo os beiços ao braço e de joelhos prostrados nos chão olho ao redor e… QUE DELEITE!
Uma autêntica salada de frutas humana e eu apenas agarrada à banana do Anónimo.
Meu amor olha para a quantidade de bocas e frutas! Vamos nos servir de mais?
Miss Lost.
Vamos começar dos preliminares, está quente e queima.
Queima de tal maneira que mundo começa a girar a uma velocidade louca de êxtase…
Será da sangria?
Não, não me parece afinal somos masters nesta arte!
Arte sim… e que arte!!!
Calor, cheiro, toque…
Toque de prazer e luxúria. Perdida fico no teu corpo que anseio por tornar-me escrava desse prazer.
Sasseti.
São desejos, assim mesmo, sem razões nem porquês. Mas quem quer saber de razões para a vontade.
Poeta Solitário.
Agora percebo Camões… Amor é fogo que arde sem se ver… Fechou um olho e deixou-se levar pelo Desejo e pelo Prazer.

MauFeitio.
Amor, palavra inquieta que trás tantos segredos, tantos sonhos e fantasias outrora esquecidos, o tempo passa e o amor… O amor torna-se forte como a própria vida, recheada de doces paladares cada vez mais intensos, mais apaixonados, mais incessantes, o primeiro beijo é como o ultimo beijo, a saudade que aperta…
Anónimo.
Eu que sempre me mantive Anónimo neste tipo de coisas de repente me vejo rodeado de belos corpos de ambos sexos, lambuzando-se e abusando uns dos outros!! Eu com a minha Vizinha gozando de um mundo só nosso, sinto o toque da Marie percorrer o meu rabo, o Vizinho saciando-se da fruta nos peitos da Lola, a Vicky a gozar do toque da Misses Kat, o 100 Modos, reservado observa de olhos bem cheios e lambões. Mundo este perverso, ainda novo para mim mas, tão delicioso!!!
Misses Kat.
Aiiiiiiiiii onde me vim meter! Entre morangos, sangria, talheres no chão, pernas descobertas e decotes prenunciados que me fazem querer arrancar botões e camisas alheias… Isto é demais para mim, nem sei para onde me viro, é demasiada informação, esta Vicky deixa me doida e sabe disso, só me apetece deixá-la vermelha, cor de rosa e roxa… As minhas cores preferidas num rabo. A Lola bem se ri com o meu desespero e urgência de cravar unhas onde não devo.
Lola.
Misses Kat, castiga-me! Estou desejosa de experimentar a marinete no meu rabo, marca-o como um 69 genuíno.

Misses Kat.
Aiii Lola! Sabes que não gosto de coisas pequenas. Pedes a martinete mas eu gosto de tiras de couro e não se veludo.
A Marota.
Depois de te saborear, de me lambiscar até à tua exaustão fico com vontade de te esfregar sei lá onde!!! Uiiii, só de pensar…
Miss Lost.
Saborear… saborearmo-nos entre estes corpos suados. Esse teu suor em mim que me provoca a
Loucura, desse teu corpo em mim lambuzo me no teu suor…
E penetras-me!
RiCCo.
Luxo é ver tanto corpo suado a saborear cada pedaço de pele já marcado pelo chicote.
Lola.
Dá-me! Atiça-me! Faz de mim tua coelhinha!
Alive.
Está lavadinho, sim senhor… Posso confiar! Suspeito que o extremo cansaço deve-se aos movimentos de esponja molhada e suave, corpo acima e abaixo…
MauFeitio.
Eu penso, penso, logo existo, a vontade que ferve no meu sangue, a Lola com o seu sorriso de segundos sentidos, Misses Kat com o seu ar de pecado que faz estalar os chicotes da alma, os Vizinhos inquietos nas suas vontade de deliciar o mais inquieto dos pecados, um Anonimo que tenta o ser quando pode e não quando quer, um Mau Feitio sentado no ponto de fuga mais rápido, um ReadMymind cansado, saboreando a sangria para ganhar vontade, meninas, meninos, como recordo um celebre filme da minha adolescência, Top Gun, isto é um ambiente rico em alvos… Vou ali cortar os pulsos…
Vicky 
A memória do jantar entre rapazes vêm e deixa-me inundada… Convido a Marie a juntar-se a mim em beijos de provação… mesmo em frente ao Vizinho, ao 100 Modos e ao 7th Sin que chegou vindo do nada e com uma tesão visível…
Marie.
Do outro lado da sala, onde os olhares calados se matam e as humidades transbordam, a pele na pele, o pé na perna… O desejo toma forma… Fálica…
100Modos.
Sentado e observando este cenário em mim cresce uma sede que já se torna impossível de alimentar através do olhar. Depois do que a Vicky fez à Marie, o meu espírito deixou de habitar no meu corpo e entregou-se à luxuria… Assim como eu me entreguei às pernas da Vicky. Cansado de encher a barriga com o olhar, saboreei cada bocado da sua pele e do seu interior, doce, salgado, viciante, uma mistura de sabores indescritíveis que me fazia delirar por mais. Tudo tinha saído disparado da mesa, copos e pratos partidos no chão e eu pronto para investir as suas ancas, desesperado e num ritmo frenético queria servir-me dela, sem maneiras nem modos. Foda-se, a minha sobremesa.
Anónimo.
A certa altura perco a conta as loucuras que vejo e que participo, as mãos que percorrem meu corpo, o jogo de línguas entre corpos… O Ricco completamente dominado pela Lola, Vicky e Misses Kat com o chicote percorrendo seu corpo nu enquanto a Marie lhe percorre o corpo nu com suas “garras”… O Vizinho quase babando de tal êxtase já nem se lembra de sua gripe, o Sasseti tocando a Miss Lost ao de leve, esta húmida mordendo os lábios!! A noite ainda vai uma criança!
Sasseti.
Na minha cabeça já só ecoam os teus ais cadenciados.
Tenho bem presente o teu arfar empenhado, os teus gemidos compassados, a tua vulva encharcada e eriçada à passagem da minha língua.
Já abundam pensamentos que me fazem desejar os teus mamilos hirtos, rijos, tão rijos quanto o meu membro, que quase explode de tesão com o toque dos teus lábios.
Tenho já cravado em mim o teu perfume discreto, a tua pele macia, cuidada, o teu rosto carente, o teu empenho, a tua boca empenhada no meu membro, fazendo-o desaparecer por completo para meu delírio.
Sinto já as tuas nádegas nas minhas mãos, macias, redondinhas, empinadas, consigo até ouvir as palmadas que lhes darei e às quais tu responderás ainda com mais vontade, como se isso fosse possível.
Arrepio-me com a vontade da tua língua a percorrer-me o corpo, das tuas mãos pequeninas quando me mimam, quando teimam em cuidar de mim com carinho.
Sinto os teus beijos no meu peito, a tua língua nos meus lábios, os teus dedos no meu cabelo, enquanto os meus se escondem bem fundo na tua vulva.
7th Sin.
Pronto a pecar, deleito-me no teu peito! Teus cabelos espalhados entre suor e desejos carnais fazem de nós pecadores para além da razão! E essa já não importa nada…
Não neste momento…
Não neste mundo!
A mesa do jantar parece-me o local ideal!
Agarro-te na cintura!
Deito-te na mesa!
Levanto-te a saia!
Rasgo-te as cuecas!
Jarro de sangria c’o caralho!
Vou-te foder!
Agora!
Marie.
Ai foda-se!
Misses Kat.
Lola Sua safada, estás a gozar comigo e eu a deixar! De coelha não tens nada mas se queres eu dou-te o que queres… Agarro-te no pescoço, pelo “cachaço” como gosto… Faço-te baixar, obrigo te a te pores de joelhos como gosto.
Agora lambe.
Grrrrrrrrr put@ de tesão! Lola lambe uma das minhas perna, Vicky na outra de joelhos… Começo a não conseguir esconder o óbvio… Alguém me pede pra me provar, deixo?!
Krishna.
Não deu… Se vocês soubessem… Eu, a Vizinha e a Vicky não aguentamos…! E no rápido momento tivemos de arrefecer o entre coxas da Vicky… Só nós sabemos…
Anónimo.
O Mau Feitio agarrado ao seu “sexo” tal o seu entusiasmo ao ver tanto sem pudor sente-se perdido!! A Lola olha-o de esguelha e procura-o!! A Marie e a Lola trocando olhares sabem que o próximo alvo é o Mau Feitio!! De joelhos, cavalgam na sua direção! Entre suores de excitação e nervosismo ele nem sabe o que o espera!!!
Lola.
Ofereço-vos gelo, passo pelos vossos corpos com a minha boca.
Vicky.
Sim, não eram só as minhas coxas que ardiam… Eu escorria, vertia e ansiava… Preciso ser preenchida…
A Marota.
O Mau Feitio está todo transpirado, mãos a tremer, testa a brilhar, sorriso sem jeito… Posso confirmar.
Vai sair de fininho com o avale do parceiro de mesa.
Fogeeee rapazzzz!
RiCCo.
Kat, Lola e Vicky castigaram-me ao ponto de excitação máxima. Chegou a hora de pegar mais estou sedento ainda, olho do canto da sala e ainda há corpos com tesão por esgotar, hoje não há quem segure tanto êxtase, vou encontrar a Lost na sala seremos dois perdidos.
Lola.
Kat, ajoelho-me perante Vossa Alteza, deixe esta submissa deleitar-se no seu monte Vénus!
Miss Lost.
Aqui não há assistentes são todos intervenientes.
Nestes desejos carnais…
Selvagem…
Todos apimentados pelo pecado!
Esses corpos reclamando por serem possuídos aqui mesmo! Na loucura total…
de sentir o verdadeiro hilariante orgasmo de um master 69!
Poeta Solitário.
E de repente a mesa ficou vazia… O calor era tanto que a acção passou para o exterior!!!
ReadMymind
Que pena não vos poder dizer o que vejo!
As vontades que leio!
A fome que me dão!
Estou cansado diz a Dama que me inebria com o perfume.
Não estou inspirado, tenta-se fazer ouvir a mulher de preto esguia de corpo…
Jesus que me perco com o vestido da Miss Kat! Deverei ter medo ou tesão?
E a tranca da Lola…
Lola de perdição!
Tens um vestido que da uma tesão!
Os homens que me perdoem a falta de atenção…
O olhar da Marie que me prende a atenção…
Bastardo.
Já são delírios de corpo, misto de fluidos e mescla de cheiros, sentidos exponencialmente elevados incapazes de processar tanto prazer desejo e Luxúria.
ReadMymind
Porra! Esqueci-me da racha da Vicky!!
Loura! Dá uma volta!! Miss Lost!!!
7th Sin.
Foi um prazer voltar a estar com o melhor blog do Mundo!
Um beijo carregado de Luxuria!
Miss Lost.
Adorei a presença do Mr Sin
Aliás o meu padrinho!
Que tanto me ensinou e me resgatou para a escrita…
Lost in Sin assim ficou!
Aqui estou eu perdida nas memórias de um dos melhores da escrita e que me ensinou a voltar a sonhar com os seus textos! Beijos de coração 7th Sin ❤️
Vicky.
Olha que beber é uma arte… Aventurem-se… Quem for melhor a abocanhar o gargalo do shot ganha a noite…
RiCCo.
E o Anónimo no íntimo do seu anonimato faz sinal ao Vizinho e dão o mote para que a sobremesa destas Domme’s sejam servidas em nós. Apoio a ideia e ainda com os lábios salgados do shot, coloco um morango na boca. Que menina o tira?
Anónimo.
A minha Vizinha percorre sua língua no meu corpo de forma que tanto me excita, o Vizinho entretido em pudores com as curvas da Lola e toda a sedução da Marie, o Ricco em êxtase com a beleza da Miss Lost e seu toque sedutor, o 100 Modos perdido na “racha” da Vicky e a tentar perceber onde acaba a mesma!!!
A Misses Kat que nos vai castigando a todos com a ajuda de seu companheiro de “cordas”, MauFeitio, enquanto ferram os lábios de excitação!!!
Miss Lost.
Voltando ao prazer porque ainda o meu corpo lateja de tanto o sentir.
Mas não quero parar.
Não consigo, quero mais, quero sentir um só mais orgasmo nesta noite que ainda vai pequena.
E a dor, a dor de prazer que me possui.
E quero-me entregar ao teu corpo.
Sasseti.
Todo o meu corpo clama por ti, cada poro, cada nervo, cada centímetro de pele, é como que se cada pedaço de mim tivesse vida própria e com vontades urgentes.
Por vezes sinto-me usado pelo meu corpo e pelas suas vontades desmedidas de te ter.
São necessidades sem sentido, sem razão, impossíveis, mas que incendeiam este meu corpo à tua passagem.
Talvez não saibas, mas dou por mim a olhar-te, a imaginar-te despida para mim, com essa pele macia, de veludo, em chama, à espera do meu toque.
Por vezes, imagino a tua língua em mim, as nossas línguas a tocarem-se, os nossos corpos a consumirem-se em cadências animalescas.
Será que imaginas este tesão que sinto por ti, este mesmo que estou a sentir agora enquanto escrevo e que sinto a cada hora do meu dia, quando teimas em invadir-me o pensamento?
Será que sentes o mesmo?
Será que também tu me desejas?
Será que o teu corpo também treme á minha presença?
Sabes, há dias em que me imagino a devorar-te em cima da minha mesa, a degustar cada pedacinho de ti, a deleitar-me nesse teu rabo que me enlouquece, e quero imaginar que sim, que também tu desejas o mesmo, que também tu me desejas.
Mas será?
Bastardo.
E eu cheio de dores que desapareceram instantaneamente com toda esta visão, simplesmente fantástico!
Miss Lost.
Sou louca por ti …
Conheço cada canto do teu corpo tatuado por mim com a minha língua. Percorro o teu corpo e ficas louco, louco de prazer por mim e não paramos.
Tu gostas, adoras como a minha língua dança no teu corpo! Desejo-te, ela fala por mim! E continuas tu com a tua língua em mim… Oh! Conheces-me de cor sabes como me levar aos orgasmos… Contínuos…
Sasseti.
Deixo-me levar pela tua loucura. Pelo embalar calmo do teu corpo de deusa, sensual. Pela tua pele macia, perfumada como uma flor.
Pelos teus seios pequenos, com mamilos hirtos, eriçados, desejosos pelo toque dos meus lábios em chama.
Aprecio-te os movimentos. Empolgas-te. Lambes-me o rosto. Fustigas de mim os meus fantasmas, exorcizas-me a alma, enquanto que me abocanhas de uma vez, fazendo-me soltar um grito puro de prazer.
Sinto-me teu, deslizas a tua língua no meu membro, de boca cerrada, como numa valsa suave de Viena, onde me perco em passos descompassados.
Aprisionas-me na tua boca. Circulas os teus lábios em mim, empenhada, numa vontade infinita de me fazer jorrar como um rio bravo descontrolado.
Lola.
Chocada, deliciada com tanta luxuria e prazer que este condomínio emana…
A noite ainda é uma criança e muita coisa ainda vai rolar
Vizinho.
Nesta bela e deliciosa Tertúlia de autores e convidados valeu tudo. Desejos ardentes, vontades teimosas e persistentes, luxúria e muita fome… Felizmente a bebida acompanhou toda esta loucura, regando por completo as gargantas sedentas de corpos de puro e bruto sexo… E como diz a nossa Marie,

“As palavras tocam como línguas e nesta fantasia quase absurda em que o tão perto está longe demais, sobra o calor que nos arrefece…”

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