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Esta noite não há palavrões

| Conto Erótico |

Esta noite não quero o nosso s3xo selvagem

Vou dispensar as mordidas e os apertos…

Hoje vamos apenas e só. ..fazer Amor Continuar a lerEsta noite não há palavrões

Eu quero-te mais e mais a cada momento!

Tu és algo em mim!

Algo que me deixa afónica.

Algo que me é impossível explicar.

Algo que por mais que tente não me sai da cabeça.

Algo que só eu tenho a certeza que sinto.

A minha cabeça manda-te embora, mas o meu coração quer-te mais e mais a cada momento…

Eu quero-te mais e mais a cada momento!

O meu corpo entrega-se ao teu sem que ninguém mande ou peça.

Sinto que não és a minha metade, mas sim o meu inteiro.

Sei que por alguma razão, fomos feitos um para o outro.

 

#Apaixonada¥Teimosa


Pergunto-te a ti que sei que nunca me responderás. Como te atreves?!

Como te atreves a provocar em mim toda esta vontade de ti… a desafiar todo o meu corpo para
esta loucura???
Fizeste renascer em mim uma pessoa até agora adormecida pelas contrariedades da vida.
Acendeste dentro de mim uma chama que só contigo consigo apagar mas que aumenta em cada
presença e em cada ausência.
Transformaste-me em constantes erupções de quereres, de prazeres… Conseguiste buscar o
melhor e o pior em mim. Nem eu me conheço mais. As noites passo a delirar contigo e os dias a
sonhar connosco. Um terramoto de emoções com magnitude descontrolada.
Tornaste-te no jogo perigoso e sem regras que quando pensava estar a ganhar fui deitada por
terra. Completamente KO. O jogo que eu nunca quis jogar. E que agora quero mas não posso
mais.
Vieste, viraste tudo do avesso. O meu corpo, a minha alma… e iludiste e desiludiste.
E agora, foste, assim, sem aviso, sem tempo para despedidas. Nem um beijo ou abraço.
O que se passou ainda não entendo. Parecias tanto querer-me. Os teus olhares desafiadores. O
teu toque quente e desconcertante.
Mas foram as palavras…
E deixas este vazio… e deixas ainda mais vontade… e deixas em mim uma ansiedade que sufoca.
E escrevo para ti que sei que me lês. E pergunto-te a ti que sei que nunca me responderás.
Como te atreves?!

SillyMe


De férias mas perto do teu corpo

Texto Erótico|M18

Estamos de férias, finalmente.
Escolhemos Varadero. Clima quente, as melhores praias, ideal para relaxar depois de um ano inteiro de trabalho.
Estamos casados à 2 anos, dois Touros, dois teimosos mas muito apaixonados. Desde o primeiro momento que nos conhecemos que nunca mais desgrudamos, não saberia viver sem ti.
Chegamos ao hotel, pousamos as malas e fomos a correr como dois adolescentes para a praia… é fantástica, e como era de esperar, areia branca, mar azul turquesa, música cubana invade o ar, cheira a verão e estou neste paraíso com o meu amor.
Tu corres para o mar, deitas a t-shirt para o chão e entras a mergulhar. Eu sento-me numa das espreguiçadeiras a observar-te ainda a captar tudo o que me rodeia.
Estou feliz… sou uma mulher de sorte, e tu estás lindo nessa tua pele morena, corpo magro ligeiramente musculado, estou a adorar a vista!
Apercebes-te que te olho com safadeza e desafias-me a entrar na água.
Vou ao teu encontro, a água está quente como era de esperar… Tu estendes a mão para mim e olhas-me nos olhos, esses olhos pequenos cheios de ternura, que ficam ainda mais verdes quando estás moreno.
Puxas-me para ti e beijas-me com intensidade… ahhh! Esses lábios carnudos como adoro.
Envolves-me num beijo demorado sugando-me os lábios…  Fiquei acesa só com o beijo e apercebo-me da erecção visível nos teus calções. Esse pau já chama por mim. Agarro-o dentro dos teus calções e ponho o para fora, adoro vê-lo, é enorme, viril. Começo a masturbar-te, estamos com a água pela cintura, tem pouca gente na praia estamos em Setembro e já não tem tantos turistas.
Tu puxas a parte de cima do bikini para baixo, queres os meus seios, estão arrepiados para ti, pegas-me no ar e pões-me no teu colo, com as minhas pernas abraço a tua cintura, chupas os meus seios um de cada vez e mordes, tu sabes o que eu gosto, sabes como me fazer gemer.
Beijas-me sem parar.
De repente apercebemo-nos de alguma agitação à nossa volta e gritos vindos da praia… olhamos para ver o que se passava, vinha aí tempestade, ficou o céu negro de repente, chuva e vento vinham na nossa direção, as pessoas fugiam do temporal com receio… Tolas…
Eu quero aproveitar tudo, até este temporal, duas tempestades no meio da água… fiquei ainda mais exitada pela situação toda… não podemos parar, e sem demoras puxas a minha cueca do bikini para o lado e entras em mim… começas as tuas investidas fortes, ahhh! como adoro senti-las! Agarras o meu rabo e ficam ainda mais fortes enquanto mordes o meu seio…
Eu cravo as unhas nas tuas costas e gozamos em uníssono, foi sempre uma das nossas características e é maravilhoso sentir o teu pau a jorrar dentro de mim enquanto a minha vagina se contrai em torno dele ordenhando tudo para mim.

Ficamos assim parados a olhar nos olhos, “dizemos tantas coisas assim, não é? ”
No meio daquela tormenta o que acaba de acontecer foi fenomenal, ficando uma sensação de plenitude dentro de nós… Sempre foi uma das minhas fantasias e talvez por isso tenha sido tão bom.
Voltamos para o quarto sem pressas de mãos dadas no meio daquela chuva toda.
Entramos, tu abraças-me e dizes-me “Amo-te mais que tudo nesta vida… ”
Adoro quando me olhas assim.
“És tudo para mim, meu mundo, Amo-te”

Nefertiti 

Chegaste do nada, num acaso da vida e disseste me sem mais nada prometer:

“-Serás a minha put@ e ainda que sejas livre de fod3res quem quiseres, podes ter a certeza que não terás que o fazer por andares mal comida!”

Pegaste nos meus cabelos, encostaste-me à parede e fod3ste-me como se não houvesse amanhã.

E assim começou a maior loucura da minha vida, sem exageros!

És louco e fazes de mim insaciável! És um vício e quanto mais me fod3s mais vontade tenho de te ter dentro de mim!

 F3des-me com gosto, ensinaste-me a f3der com prazer, a perder as estribeiras, não ter pudor, a não f3der por favor!

 Beijas-me, mordes-me, bates-me, deixas-me toda marcada e eu gosto, fico extasiada, fazes-me perder a noção, és tu o meu c@brão e  quando me chamas “minha put@@@@” deliro, viajo, transformo-me, perco os sentidos, a noção, e entrego-me a ti, corpo, alma, coração!

Elevas-me a Deusa da (ph)oda, tesuda, tua!

Oh como gosto de ser dos outros nos olhos e tua na boca! Como me fazes sentir desejada!

Não sou tua e tu não és meu, somos de um mundo só nosso!

Exaustos, suados, deitamos na cama, prendes as minhas pernas entre as tuas, abraças-me contra o teu peito e dizes  “agora vamos dormir”…. não preciso de  mais nenhuma palavra, aquilo basta… a tua respiração, o teu sossego depois do fogo, a minha cabeça deitada no teu braço, eu, ainda com a respiração ofegante, as pernas a tremerem, o corpo dorido, fico ali, quieta, calada, abraçada a ti, e por segundos desejo que aquela hora não acabe, que permaneças ali deitado ao meu lado, uma e outra noite, quero ser tua puta, quero tanto.

Mas no dia seguinte o despertador toca, tu sais da cama, com esse feitiozinho manhoso de quem não quer acordar, sais com um beijinho na cara e um até logo, ou até amanhã, nunca sei… nunca sabemos….porque a vida não é tão simples assim, somos um do outro quando se arranja, e… depois de uma noite de alegria, de magia, a garganta dá um nó…. quando voltas?? Quando volto a ser tua? A cama fica vazia, o teu cheiro na minha almofada e ainda agora foste e eu já morro de saudades tuas.

Ai como quero ser outra vez a tua pu@@@@@! Ferve-me o sangue!

” Olha como me deixaste! Como escondo estás marcas?” E envio-te te uma foto do meu corpo tatuado pela tua boca, pelas tuas unhas e tu respondes “tu gostassss!”

 Simmmmm! Sim gosto! Sim gosto-te! Sim gosto daquilo em que me transformo quando tu estás! Ahhhhhh! Merda….como gosto!!

Não sei se me apaixonei por ti ou se estou apaixonada pelo que me fazes sentir quando estou contigo, livre, completamente desnuda de alma, put@!!  O que sei é que chegaste do nada e mudaste tudo!

Isto não é amor, presta atenção, é loucura, é satisfação, é tesão… e tu meu cabrão, fazes de mim a puta mais despojada de amor, quero o teu desejo, o teu odor, o teu sabor, só…tão só!!

Vens hoje? Estou toda molhada, só de te pensar, anda….

Da tua put@ com admiração…

Desculpa

Chego que nem um furacão, viro tudo de pernas pro ar .
Desculpa, se tirei o chão dos teus pés, abalei estruturas e revirei vidas.
Desculpa.
Não é de propósito, não fiz por querer.
Dizem- ” Depois da tempestade vem a bonança”.
As forças da natureza são assim, mas depois tudo é reconstruído.
Casas são levantadas, caminhos refeitos e o que se sofreu ficará na lembrança mas atenua com o passar do tempo.
E às vezes o mal que fez compensa, o que era frágil e instável dá lugar a coisas novas fortes e duradouras.
Peço desculpa por muita coisa mas não por te fazer renascer das cinzas.
Não peço desculpa por te fazer ver que em mim tens alicerces.
Se um dia estavas a suportar demasiado peso agora isso vai mudar.
Ficarás mais forte do que eras e se, por acaso, algum dia te vires a fraquejar, estarei aqui para aguentar, não por ti mas contigo.

°Wednesday°

Não temo ficar sozinha.
O que me aterroriza são os derradeiros momentos em que não estou, e vou ficar.
Quando estou, já não me aborrece. Gosto da minha companhia. Sou uma gaja porreira; interessante e divertida até.
Por alguma razão, nos segundos que antecedem a minha solidão, eu desespero.

Esqueço-me do quanto gosto de estar comigo e tenho medo de me encarar…
Depois passa.

Assim que me revejo, vejo todos os motivos para me amar. Todos os obstáculos que ultrapassei, foram aqui, nesta companhia.
Que mulher tão grande, a que me cumprimenta do outro lado do espelho… Quem dera que a visse mais vezes…
Veria, se não me fugisse tanto.

Mas assim que me anestesio na companhia alheia – seja ela física ou líquida – esqueço-me logo da sua beleza e na memória fica-me apenas a dureza do seu olhar.

Esqueço-me de como o som da chuva é bonito quando estou sozinha. Do quão romântica consigo ser, por estar sempre a refrear a minha paixão – não vá esta ferir susceptibilidades…

Sei que me fujo – e que é de uma bela mulher que eu corro…

Corto as minhas próprias asas e tranco a porta da gaiola… por dentro!
E, talvez por sabê-lo errado, tenha tanto medo de dar de caras comigo mesma…
Mas há vezes que contorná-lo é impossível.
E é tão bom…
Oiço o canto da água a bater na janela e converso com almas através de folhas de papel.
Sou Só eu, e nada tenho a provar.

~Só

#69letras