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Quando o sonho vira pesadelo – Parte 5 | Rúbrica: Conta-nos a tua história

Texto completo em:  Quando o sonho vira pesadelo!

Foi a decisão mais sensata que poderia ter tomado, e eu e o meu filho somos felizes! Somos uma família de dois, que se ama imenso e vive a vida com muita alegria. O resto doeu, foi ferida aberta durante muito tempo, mas passou a cicatriz. O tempo cura tudo dizem, e é verdade.

Nunca percam a esperança em serem felizes e lutem por isso. Todos nós merecemos isso, todos.

– Autora: Valla


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Quando o sonho vira pesadelo – Relato completo | Rúbrica: Conta-nos a tua história

 

Quando o sonho vira pesadelo

Sempre fui uma mulher romântica, sonhadora e com ideias pré-concebidas da felicidade a dois. Sempre disse que ia encontrar “o tal” e seria amor e uma cabana para toda a eternidade, seria o tal príncipe encantado montado num cavalo branco que me iria arrebatar o coração e amar para todo a eternidade. Sempre pensei que essa pessoa fosse aparecer, sempre! TEXTO COMPLETO Continuar a lerQuando o sonho vira pesadelo – Relato completo | Rúbrica: Conta-nos a tua história

Quando o sonho vira pesadelo – Parte IV | Rúbrica: Conta-nos a tua história

Podes ler o inicio do teu texto aqui: Parte I

Podes ler o inicio do teu texto aqui: Parte II

Podes ler o inicio do teu texto aqui: Parte III

A partir desse momento a nossa vida mudou novamente. Ele recebeu uma herança e resolveu ter um negócio próprio e começar uma vida nova comigo e com o bebe. Passadas algumas semanas estávamos completamente instalados em Viseu, num lugar lindíssimo junto ao rio. Ai passei uma gravidez boa, tranquila e sempre em contacto com a natureza. Foram momentos felizes, em que me senti amada e protegida com o meu amor, o pai do meu filho. Continuar a lerQuando o sonho vira pesadelo – Parte IV | Rúbrica: Conta-nos a tua história

Quando o sonho vira pesadelo – Parte III | Rúbrica: Conta-nos a tua história

 

Podes ler o inicio do teu texto aqui: Parte I

Podes ler o inicio do teu texto aqui: Parte II

O meu mundo caiu… as minhas suspeitas tornaram-se em certezas e eu sai disparada de casa em direcção a ele. Quando o vi soltei todos os palavrões que me passaram pela cabeça e nem reparei que ele estava acompanhado com outro funcionário da herdade. Ele respondeu-me algo como: “preciso de ir buscar fora porque não me dás tesão”. Não lhe dava tesão… Continuar a lerQuando o sonho vira pesadelo – Parte III | Rúbrica: Conta-nos a tua história

Quando o sonho vira pesadelo – Parte II | Rúbrica: Conta-nos a tua história

 

Podes ler o inicio do teu texto aqui: Parte I

Eu fiquei sem reacção, nunca esperei dele uma atitude destas e deixei-me ficar no chão sem ripostar. Até que as dores começaram a ser insuportáveis e a pancada não parava e quando o apanhei distraído fugi, fui para a rua descalça em pijama, em pleno mês de Dezembro… mas ele apanhou-me. Encostou-me a uma parede e tentou sufocar-me, e eu lutava para me libertar no meio de pancada e insultos. Até que no meio do escuro alguém surge em meu socorro e ele largou-me. Continuar a lerQuando o sonho vira pesadelo – Parte II | Rúbrica: Conta-nos a tua história

Quando o sonho vira pesadelo – Parte I | Rúbrica: Conta-nos a tua história

Quando o sonho vira pesadelo

Sempre fui uma mulher romântica, sonhadora e com ideias pré-concebidas da felicidade a dois. Sempre disse que ia encontrar “o tal” e seria amor e uma cabana para toda a eternidade, seria o tal príncipe encantado montado num cavalo branco que me iria arrebatar o coração e amar para todo a eternidade. Sempre pensei que essa pessoa fosse aparecer, sempre! Continuar a lerQuando o sonho vira pesadelo – Parte I | Rúbrica: Conta-nos a tua história

Recordo-te a sorrir, de mãos ao volante na marginal da Figueira da Foz | Rúbrica: “Conta-nos a tua história! |

Hoje apeteceu-me recordar-te. Recordo-te inúmeras vezes… Mas apeteceu-me voltar a pisar estes passadiços à beira-mar, que tantas vezes percorríamos a conversar e que, passados estes anos, a areia engoliu e o tempo desgastou. Maldito dia 4 de Abril. Passaram 9 anos, já. Tinhas a idade que tenho agora quando partiste. 29 anos e uma carreira prometedora pela frente que estavas a conquistar. Recordo com saudade os almoços que te fazia quando ia para tua casa de férias e saías do trabalho para ir a casa comer. Todas as nossas conversas… Gostava que estivesses presente e assistisses a todas as minhas mudanças… Disseste que estarias sempre a meu lado, quando tivémos aquela nossa conversa num momento mais difícil da minha vida…
Lembro-me do último dia que estive contigo, naqueles nossos domingos em família a almoçar e sempre a rir… Despedi-me de ti com um abraço e disse que gostava muito de ti. Mal eu sabia que passados 5 dias ia receber aquele telefonema que me fez sentar à porta do trabalho e chorar desalmadamente com aquele aperto no peito, ainda meio incrédulo, de que tinhas partido…
Se adivinhasse, nem sei… Penso que naquele domingo apenas ficaria pelo abraço bem apertado, sem vontade de te largar, pois as palavras seriam tão parcas para exprimir todo o amor que sentia por ti e que temos em família. Nem sei se há palavras que possam exprimir isso… E é por isso que não devemos deixar nada por resolver. É por isso que não devemos ter vergonha de dizer que amamos e de o demonstrar. E sou grato por, desde pequeno, ter noção que a vida passa rápido e que não há tempo a perder no que toca a mostrar sentimentos e pedir perdão e perdoar. Felizmente. Partiste e sinto que tudo o que tínhamos para viver e partilhar, foi feito ao máximo e da melhor maneira.
Recordo-te a sorrir, de mãos ao volante na marginal da Figueira da Foz. O vento a fazer dançar os teus cabelos por ires com o vidro aberto e a cantares aquela música que me perguntaste se eu sabia o nome, pois gostavas dela.

 

Love you prima ❤

 

Dmysteriousboy