Arquivo da Categoria: Contos Eróticos

Vibração…!

|M18| Sinto a água morna
que escorre…e percorre meu corpo
que vibra ao sentir-te
tocando levemente a minha pele
Teso e vibrante…
derramo-me na umidade quente
que invade minh’alma de desejo
e com prazer infinito
Te quero assim, intensamente
invadindo tua intimidade
que invado sem piedade
com a tua permissão
Toco-te…sem esperar
misturando nossos suores
adrenalina…química e toco
infinito cheiro das nossas peles
Quero-te sentir…
banhar-me meu corpo nú
nas delícias da tua carne
Ambos caminhamos juntos
ao êxtase total… desejo a flor da pele
Quase toco o céu…
enquanto saboreio teu mel
que escorre e alimenta-me
teu néctar de fêmea..
mulher fatal…loba…
felina da minha vida!

Fouquet, 12 de maio de 2011

 

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Esta noite não há palavrões

| Conto Erótico |

Esta noite não quero o nosso s3xo selvagem

Vou dispensar as mordidas e os apertos…

Hoje vamos apenas e só. ..fazer Amor

Sente as minhas mãos e dedos explorarem o teu corpo, como quem explora algo nunca visto

Lentamente, sem rumo certo…tacteando todos os bocadinhos…

Com os meus lábios quero cobrir todas as áreas que as mãos forem primeiramente descobrindo…

Esta noite não há palavrões,

Quero apenas sussurrar ao teu ouvido de uma forma inacabável doces palavras Hoje temos muito tempo…

Hoje não há gula, fome ou desejo descontrolado…

Hoje, vais ser provocada demoradamente com as minhas mãos…

Vou massajar – te, até revirares os olhos…Até ficares com o peito tão duro de desejo…

Não vou entrar em ti…Vou deixar te a escaldar a superfície. …e em erupção por dentro…

Vou deixar te sofrer o prazer, sem te permitir a libertação do orgasmo…

Hoje temos tempo…

Hoje, vais apertar os teus dedos dos pés, arqueado a tua cintura. ..buscando a explosão do prazer, mas as minhas mãos vão suspender -te…

Hoje temos tempo. …

Quero ver nos teus olhos a súplica para libertação. …e hoje, sussurrarei vezes sem conta: calma….ssshhhsst”

 

palavrasquequeimam


| M18 | Fecho os olhos e o som do teu cinto a saltar das tuas jeans arrepia-me o corpo. A fivela, fria tocou-me entre as nádegas… estremeci!
Que se seguirá? Só tu sabes.
Porta aberta, de gatas sobre o banco de trás exposta para a rua, enlaças o cinto ao meu pescoço, vil e cruel como sempre enches-me com o teu sexo numa única estocada, puxas-me o pescoço com o cinto como se de umas rédeas se tratasse e sufocas-me… bruto, penetras-me fundo adormecendo as minhas nádegas com o impacto das tuas ancas em mim, meus gemidos morriam cada vez que apertavas cada vez mais o pescoço. Davas-me e tiravas-me o ar. Era tua até no respirar.
Os teus gemidos satisfeitos ecoam nos meus ouvidos deixando-me ainda mais molhada tal lobo a uivar de prazer. minha besta! Meu animal!
Tenho saudades sabes?
Da forma como só precisava do teu olhar para a leoa que há em mim se recolher e me transformar numa indefesa gatinha…! Oh! O tremor que o teu olhar me provocava e a forma como me trespassavas nunca mais tornei a sentir. Tenho saudades.

 © 👠Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2016

|M18|
– Passas a noite comigo?
– Depois logo se vê. RespondiNão houve tempo para um “ola boa tarde como estás? Como correu a viagem?”. O beijo imediato com que nos saudámos trazia todas as questões e respostas de que precisávamos.
Bem devagar ele despiu-me como se fosse feita de porcelana. Eu nua em cima dos saltos, ele vestido era já um ritual com que ele se deleitava. Ele gosta de me admirar e eu que me olhe enquanto me exponho para ele. A obra dele. Eu gosto que ele esteja vestido excita-me estar assim só para ele…só porque ele quer e gosta… Como gosto dos amasso contra a camisa dele e de sentir a manga dele como extensão do seu toque…!

Desapertei-lhe o fecho das calças e ajoelhei-me… Ainda fica mais alto…e eu tão pequena…!
Nos meus lábios ele deu-me a saborear o seu grande desejo, nos seus dedos acariciou meus loiros cabelos. Ele estava especialmente meigo naquela noite.

Por fim sentei-me no seu colo, preencheu-me com a dura felicidade e assim ficámos num lento movimento de desejos onde nos respirámos e gememos baixinho ao ouvido. As suas maos nao largaram a minha cintura, abraçou-me, cheirou-me e apertou-me a favor dele como que a pedir-me que nunca me fosse embora…

(Ele voltando de um duche rápido e encontrando-me vestida:)


– Não vais ficar?
– Preciso de ir.
 

E parti.

 © 👠Cátia Teixeira, Vizinha 69 Letras 2016

Entrega em crescendo…

Escuta….
Sente….
Deixa-te levar pelos sentimentos, pela luxúria.
Hoje quero que sejas a minha coelhinha.
Vem.. nessa pele branca e rosa.
Deixa-me acariciar-te, ouvir o teu gemer.
Sentir esse corpo frágil, trémulo debaixo deste flopper.

Absorvo…
Entrego-me…
Submeto-me às pequenas torturas que nos enchem ambas de fogo, sou a tua bichinha esta noite…
Contorço-me sob o toque por ora leve do chicote e vejo prazer nos teus olhos…
Fecho os meus e mergulho…

Ajoelha-te!
Submete-te aos meus carinhos
Quero-te só em lingerie
Deita-te!
Acaricia o teu corpo,
Deixa as tuas mãos percorrerem
As tuas partes mais intimas
Masturba-te!

Toco-me…
Leve, ligeira, já sei que me vais ordenar que não me venha… Quando queres és cruel…
Desta vez usas a chibata no meu clitóris enquanto aperto os mamilos sensíveis e duros e meto um e outro dedo dentro de mim…
Uso os olhos para te provocar mais…

Safada, estás a pedi-las!
Obriguei-te a parar.
Amarrei-te as mãos e o pés,
Prendi-te com os ganchos à cama.
Deixei o flopper brincar entre os teus seios
E a tua vulva.

Via o teu desejo aumentar, mas não iria deixar que atingisses o orgasmo.

Debrucei-me sobre o teu corpo nu,
Deixei-o sentir o frio do cabedal,
Contorces-te, mordisco os teus mamilos
à vez.
Soltas gemidos de coelhinha euforica.
Sento-me no teu focinho.
– Faz a tua Dona vir-se! É uma ordem!
Sabia que querias, porque em parte satisfazia a tesão que tinhas.
Estava quase no auge cravei-te as minas unhas nessa carne tenrinha, até marcar.

Sim… Quero sentir o teu mel. Escorrer-me pela cara, a espalhar-se na minha boca…

Devoro todos os centímetros da tua rata suculenta e faço-te esquecer tudo…
Por momentos sei que só sentes, só gozas…
Sinto o teu orgasmo na pele, na cara e ouço ainda que de ouvidos presos entre as tuas pernas…
Voltas a ti, chamas-me safada… Beijas-me a boca, apertas-me os mamilos e ofereces-me a minha recompensa de coelhinha ansiosa para ser f@dida… Os teus dedos vão direitos ao meu prazer e enquanto me chupas o peito e me fodes eufórica com os dedos venho-me, deixando-te encharcada…
Deliciamo-nos entre os teus dedos e os nossos​ beijos… Tempo de repouso…

©Lola & ©VickyM
#69letras

Com a Lilith não se brinca

M18/Texto erótico

-Dona Lilith, importa-se de chegar ao meu escritório.

-Sim.

Após a nossa sessão de sexo no carro as coisas voltaram à normalidade. Quer dizer pelo menos para mim. Os olhares intensos e faltas de concentração do chefe são constantes mas não mexem comigo absolutamente. Nem mesmo um toque indiscreto nas minhas costas no elevador, cujo o qual ele percebeu de imediato pelo meu olhar frio de desaprovação que não tinha minha autorização para tal.

-Dona Lilith, terei de ir a Nova Iorque fechar o negócio mas daria-me imenso prazer se me acompanhasse.

-Se é prazer então não necessita da minha presença.

-Queer dizer… eu necessito da sua companhia por uma questão profissional… só isso!

-Caso assim seja, posso lhe organizar companhia profissional durante a sua estadia em Nova Iorque, senhor.

-Bolas Lilith eu quero a si! Aquela tarde não me sai da cabeça! Eu quero que você me fod@ daquela maneira outra vez, percebeu?

-Perfeitamente! Mas não é você que tem de querer!

E para que não haja mesmo dúvidas, encosto-me o suficiente para me roçar no seu corpo saudoso do meu chegando-me ao seu ouvido.

-Lá fora sou eu quem quer, pode e manda brincar.

Viro costas a um homem frustrado. Desiludido por não conseguir o que queria. Um sorriso escapa-se-me de satisfação perante seu azar. 

Ele volta de Nova Iorque derrotado pela ausência da sua deusa. Mas ele não sabe que o espero na escadaria de sua casa. Os vidros partidos espalhados pelos degraus denunciam a minha nada pacifica entrada.

-Lilith! Credo, o que se passou? Você entrou …mas como?

-Pouco barulho! Despe-te e vem ter comigo ao quarto!

Apressa-se a largar malas e despir-se para me seguir até ao quarto.

Páro de frente ao quarto e olho para ele com um ar severo.

-Perdão minha senhora!

Abre-me a porta de olhar cabisbaixo.

-Ninguém te mandou andar pois não? Rasteja até à cama e põe-te de joelhos.

-Nada me dá mais prazer do que obedecer-te a tudo mas seria possível um dia termos uma relação normal?

-Hummm, normal! Claro. Querido conta-me sobre a tua viagem enquanto chupas o meu dedo do pé e me massajas os pés!

Não consigo falar assim…

-Exato! Também não te quero ouvir. Só te quero fod3r. 

Com toda a dedicação massaja-me os pés enquanto alternadamente vai-me chupando os dedos grandes. Sinto-me relaxada e vou apreciando seu corpo nu que me adora.

-Pára e deita-te na cama de barriga para cima.

Acendo uma das velas e enquanto espero que se derreta um pouco vou-me despindo. Lentamente.

Reparo como ele não consegue disfarçar o estado de excitação. Deseja tanto me possuir como precisa de ar para respirar.

Subo para cima da cama e fico de pé à cabeceira com a cabeça dele entre os meus pés. Com o meu soutien prendo-lhe as mãos. Abro-me o suficiente para ele apreciar tanto o que deseja.

-Quero-te tanto! És linda!

-E tu falas demasiado para escravo! Quero-te calado nem que estejas para morrer!

Que nem um cachorrinho obedece. Vou-me tocando pois excita-me ver sua devoção. Subo para cima da sua barriga. Com a ponta dos dedos dos pés, vou brincando com o seu sexo. A dor do silêncio estampada no seu rosto formiga-me a tesão.

-Sobe com a língua  pelas minhas pernas acima.

Sento-me na sua cara para ele com a sua língua me lubrificar. Sabe-me tão bem. Ele sabe como lamber e chupar o sexo da sua deusa. Vou-me deliciando, gemendo entre o vai e vem do meu corpo de encontro à sua língua devota ao meu prazer.

Pego na vela de parafina, olho para ele enquanto me vou ajeitando em cima do seu sexo, e vou despejando lentamente num dos seus braços atados à cama.

Sinto seu corpo tremer facilitando a penetração. Seu sexo dentro de mim, seu olhar de dor e submissão às minhas vontades e toda eu à beira de um orgasmo que não vou conseguir aguentar por muito tempo.

Mantém-se calado, sofrendo em silêncio mas é pura satisfação que leio nos seus olhos.

Despejo um pouco mais de cera enquanto me afundo mais nele. Não aguento muito mais, sabe bem demais.

Apago a vela e cavalgo seu sexo com ganas de o partir ao meio.

Um orgasmo simultâneo gritado por ele e bem suado por mim. Descarga de adrenalina que se apodera dos nossos corpos fez-nos reféns numa ligação de tortura e prazer.

Cansada saio de cima dele. Dirijo-me à sua casa de banho para tomar um duche rápido.

Por momentos até me esqueço da vitima que deixei para trás amarrado à cama.

Já depois de vestida admiro sua lealdade. Permaneceu calado e ansioso pelas novas ordens minhas.

-Muito bem. Portas-te à altura. Por isso vou-te dar um mimo.

Seu olhar equipara-se ao de uma criança perante um brinquedo novo.

Inclino-me e dou-lhe um beijo enquanto o liberto do meu soutien que o prendia à cama.

Nosso beijo quase que ro4ava na paixão, não fosse eu trincar o seu lábio inferior.

Viro costas e saio. Sim, deixo um pouco de destruição atrás de mim mas sinto-me satisfeita… por agora.

©Lilith 69Letras  2017

 

 

 

 

 

 

No quarto

Texto Erótico [ maiores de 18 ]

Entras no quarto…

Deixo-te vir até mim…

Beijo-te os lábios…

Tiro-te a  roupa devagar…

Passo os dedos no teu corpo, até ficares nu…

Sento-te numa cadeira em frente ao espelho e inclino-me sobre ti… aproximo a minha boca do teu centro…

Elevo o meu rabo, para que tenhas uma visão completa do meu corpo ( as costas, o rabo, vislumbres da minha parte mais íntima , conforme me movimento).

Começas a ganhar vida quando sentes  os meus lábios e a minha língua a percorrer-te.

Os teus gemidos…

Os teus espasmos, quando a minha boca te sorve por completo e o meu corpo acompanha o ritmo.

Não te deixo tocar-me…

Elevo-me e dou-te os seios a provar.

Toco-me e levo os dedos à tua boca, deixando que sintas o meu sabor…

Roço-me em ti… como te  agitas de desespero.

Reclino-me na cama, atrás, e toco-me muito lentamente em todos os sítios que sei que te levam à loucura….

Devagar… muito devagar… vou tirando o pouco que tenho vestido. Adoro o acto de te provocar…

Sinto o meu sabor enquanto o teu olhar me faz gemer e entro em combustão…

Chego-me a ti…

Sento-me no teu colo …

Abres caminho  em mim….

Atiras-me ao chão e sorves-me com ansiedade fazendo com que os espasmos me trespassem…

Grito o teu nome….

Peço que me tomes de novo , que te faças sentir tudo, outra vez…

©The Oyster 2017 #69Letras