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1 000 coisas

Poderia te dizer mil coisas,
mas o som da voz desvanece
e com o tempo o cérebro esquece.

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O que há de novo para descobrir?

Julgam que é só os jovens que tem algo novo para descobrir, para aprender?
Engano
Mesmo quem envelhece tem sempre algo novo para descobrir.
Os jovens julgam que com o avançar da idade, que deixamos de sentir, de viver, de amar. Que vemos o mundo distorcido.
Ah! Como estão tão cegos, quanto ainda tem de aprender, ver.
A idade não nos envelhece em nada, simplesmente a nossa forma de pensar e ver a realidade é mais madura, mais ponderada.
Mas ao ser assim, não invalida que deixemos de cometer loucuras e atirarmos-nos de cabeça para determinadas decisões.
Enquanto os jovens vêem e jogam-se. Nós os mais maduros já fizemos o trajecto mental e aí… de pés assentes no chão lançamos os dados até fazer roll out.
Em novos temos aquela ânsia, aquele desejo voraz de fazer tudo, experimentar tudo.
Parem!! 
Não tenham pressa.
Porque quando chegarem à idade dos vossos pais, irão ser sedentários, vão olhar à vossa volta e perguntar.
O que há de novo para descobrir?
Nada..
Falo pela minha experiência, não gastem os vossos sonhos, as vossas experiências de uma só vez.
Fazei aos poucos, vivei. Apreciai o que cada momento, cada pessoa vos pode dar e transmitir.
Quando chegarem aos 40, 50, 60 irão olhar para trás e perguntarem-se já fiz tanto, realizei tudo o que gostava.
E, agora!… Agora que poderei descobrir?
Nada
As vossas vidas serão monótonas, cinzentas, sem sabor.
A única coisa, o único sentimento que é eternamente redescoberto, que persiste por todas as décadas é o Amor.
O Amor é algo que poderás sempre descobrir de novo, se for essa tua vontade.
Amar na juventude é intenso, impulsivo, arrebatador e por vezes passageiro.
Amar na idade madura é transcendente, bastar um olhar, um gesto e ambos sabem o que querem, o que desejam.
Não precisam de ser relembrados de como tem de amar a alma e o corpo.
Amar na velhice é doce, é uma brisa suave que te toca o rosto e te enche o coração de esperança e desejo.
© Lola 2017 #69Letras

Entrega em crescendo…

Escuta….
Sente….
Deixa-te levar pelos sentimentos, pela luxúria.
Hoje quero que sejas a minha coelhinha.
Vem.. nessa pele branca e rosa.
Deixa-me acariciar-te, ouvir o teu gemer.
Sentir esse corpo frágil, trémulo debaixo deste flopper.

Absorvo…
Entrego-me…
Submeto-me às pequenas torturas que nos enchem ambas de fogo, sou a tua bichinha esta noite…
Contorço-me sob o toque por ora leve do chicote e vejo prazer nos teus olhos…
Fecho os meus e mergulho…

Ajoelha-te!
Submete-te aos meus carinhos
Quero-te só em lingerie
Deita-te!
Acaricia o teu corpo,
Deixa as tuas mãos percorrerem
As tuas partes mais intimas
Masturba-te!

Toco-me…
Leve, ligeira, já sei que me vais ordenar que não me venha… Quando queres és cruel…
Desta vez usas a chibata no meu clitóris enquanto aperto os mamilos sensíveis e duros e meto um e outro dedo dentro de mim…
Uso os olhos para te provocar mais…

Safada, estás a pedi-las!
Obriguei-te a parar.
Amarrei-te as mãos e o pés,
Prendi-te com os ganchos à cama.
Deixei o flopper brincar entre os teus seios
E a tua vulva.

Via o teu desejo aumentar, mas não iria deixar que atingisses o orgasmo.

Debrucei-me sobre o teu corpo nu,
Deixei-o sentir o frio do cabedal,
Contorces-te, mordisco os teus mamilos
à vez.
Soltas gemidos de coelhinha euforica.
Sento-me no teu focinho.
– Faz a tua Dona vir-se! É uma ordem!
Sabia que querias, porque em parte satisfazia a tesão que tinhas.
Estava quase no auge cravei-te as minas unhas nessa carne tenrinha, até marcar.

Sim… Quero sentir o teu mel. Escorrer-me pela cara, a espalhar-se na minha boca…

Devoro todos os centímetros da tua rata suculenta e faço-te esquecer tudo…
Por momentos sei que só sentes, só gozas…
Sinto o teu orgasmo na pele, na cara e ouço ainda que de ouvidos presos entre as tuas pernas…
Voltas a ti, chamas-me safada… Beijas-me a boca, apertas-me os mamilos e ofereces-me a minha recompensa de coelhinha ansiosa para ser f@dida… Os teus dedos vão direitos ao meu prazer e enquanto me chupas o peito e me fodes eufórica com os dedos venho-me, deixando-te encharcada…
Deliciamo-nos entre os teus dedos e os nossos​ beijos… Tempo de repouso…

©Lola & ©VickyM
#69letras

Nas nuvens

TEXTO EROTICO | M18

 

Lisboa 07:30h,

Ela odeia chegar atrasada seja onde for, quanto mais para apanhar um avião.

– Mas onde foram parar os meus patins? – Ah! Escondidos atrás do tapete de ginástica. Sempre desarrumada. Sempre uma cabeça no ar, ai Lola… Lolita…

Saiu a correr, estava atrasadíssima, tão atrasada que quase que se espalhou ao fazer sinal ao táxi que passava naquele exato momento à sua porta.

”Segura-te mulher, não caias!” – Vociferou em surdina.

– Para o aeroporto, o mais rápido que puder, se faz favor. Senão perco o avião.

O motorista sorriu do seu jeito desajeitado, mas acedeu ao seu pedido, de tal forma, que passados 10 minutos estavam já no aeroporto. “Acho que voamos” pensou ela.

Com um pé dentro do aeroporto e com as malas de arrasto atrás de si, lá fez o check-in tardio ao balcão.

Estava de tal forma esbaforida e cansada de tamanha correria, que a menina que a atendia acabou por perguntar-lhe se estava bem, para logo de seguida lhe dizer:

“Então você não sabe que pode fazer o check in online? Olhe que é bem mais pratico”.

Ela corou, apenas acenou com a cabeça e sorriu. Estava de tal forma agitada que quase que lhe arrancou o bilhete da mão sem perceber qual era a porta embarque.

A correr feito doida sem saber bem para onde, entrou na primeira que lhe apareceu, a porta 69 para Toronto-Canadá.

Mal as portas se abriram, esbarrou-se com algo parecido a um muro. Esbardalhou-se. Quando se recompôs, reparou que tinha embatido num homem possante, fardado e com uns grandes olhos azuis… “Pronto! Estás desgraçada. Fardas e olhos azuis, dois componentes aos quais não consegues resistir. Aguenta firme, Lolita, firme como uma mulher crescida” pensava ela ainda meio anestesiada, mas deixando esboçar um pequeno e ténue sorriso.

Ele sorriu. O seu sorriso revelava alguma malícia ao vê-la assim atrapalhada. Ela inevitavelmente corou. Raios, não costumava corar, mas corou e muito. Ele estava a gostar do seu embaraço.

– Ola, chamo-me Pedro Sassetti, comandante Sassetti para ti (sorrindo de brincadeira) então, e tu quem és, és a nova hospedeira? – Perguntou ele com uma voz quente e extremamente bem colocada, que lhe fez rosar ainda mais a cara.

– Não… eu sou a Lola, e estou de viagem para casa dos meus tios no Canada, … um pouco perdida dira…. – respondeu ela de tom baixo e até um pouco envergonhado.

– Então enganou-se na porta, tem de dar a volta, não pode entrar por aqui, lamento.

– Oh…Sério!! – Não dá mesmo para ir consigo até ao avião? … por favor….é que já não aguento mais tanta correria…. Por favor!! Hoje já quase que bati no taxista, depois na menina do check in, para não dizer que acabo de me esbardalhar mesmo a sua frente, e o senhor sorriu, que eu bem vi, olhe que isso é feio, muito feio. – disse-lhe ela de dedo em riste como que tentando dominar o seu embaraço.

Ele sorriu, olhou-a de alto a baixo como que a observar. Ela fez questão de deixar o seu corpo se pronunciar para seu deleite, (ela é tramada, raios) e ele acabou de aceder ao seu pedido, depois disto não lhe poderia dizer que não.

– Olhe, não sei o que tenho na cabeça, nunca fiz tal coisa antes, mas venha daí, se alguém lhe perguntar é a nossa nova hospedeira e por isso mesmo ainda não tem a sua identificação.

Chegados ao avião, e depois de todos se sentarem, ela foi instalada num lugar livre em executiva, mesmo atrás do coque pit.

“Raios, tenho que voar sempre assim, que maravilha de lugar.” – Pensava ela enquanto se recostava.

Alguns minutos passados e estavam no ar, recostou-se, deitou-se no banco, e acabou por adormecer.

Ela estava cansadissima, as horas seguintes foram de ócio, se serviram alguma refeição, ea não deu conta, dormia que nem um anjo.

Passadas algumas 3 horas, talvez, não tenho bem preciso esse espaço temporal, ela é acordada com um chamar meigo mas firme: “Menina, menina, acorde p.f, o comandante Sassetti mandou chama-la, por favor acompanhe-me”

Meio macambuzia lá abriu os olhos ao chamamento da hospedeira, ao qual ela repetiu, “o comandante Sassetti pergunta se gostaria de se juntar a ele no cockpit”, sem pensar muito no assunto disse que sim.

-Venha, sente-se aqui ao pé de mim, mas p.f não toque em nada. – Disse lhe o comandante perante a sua presença ainda bastante ensonada.

-Então está a ser boa a viagem? – Insistiu na esperança de uma resposta que ela tardava em lhe dar.

-Está a ser opima, muito obrigado pela sua simpatia – respondeu-lhe.

Viajar no cockpit é uma delícia, os instrumentos do avião parecem infindáveis, mas a vista desimpedida é uma maravilha só ao alcance de alguns. Ela estava maravilhada, mas não era a única,  há muito que o comandante a olhava de alto a baixo, como que a desafia-la, a aprecia-la, como que a deliciar-se naquele corpo de mulher madura.

Ela sabia-o, também ela há muito tinha reparado nele, deixou que a sua saia subisse um pouco, embora de forma discreta. Ele corou um pouquinho, mas não desviou o olhar. Ela, sem o olhar diretamente, conseguia imagina-lo a morder o lábio de tesão.

Ela estava tremula, o seu corpo parecia dormente, na sua mente vagueavam já imagens que a faziam suar.

À medida que a viagem avançava, mais avançava o comandante com insinuações nada discretas, às quais ela tentava resistir como podia. Estavam próximos, muito próximos. O comandante tinha finalmente perdido a timidez e a sua mão acariciava agora as pernas da sua convidada fazendo-a tremer de tesão só de imaginar o que se poderia seguir.

Sem reservas, e após alguns minutos, já aquela mão grande estava alojada na sua vulva quente e húmida, e os seus dedos atrevidos a tocarem-lhe freneticamente. Ela estava em transe. “Como é que isto poderia ter acontecido?” – Pensava

Ela estava doida de tesão. O comandante não estava mais calmo, ela conseguia ver já o seu membro bem pronunciado nas suas calças. Tocou-lhe, estava duro, estremeceram os dois. Deixou-se ficar, apertou-o, acariciou-o, até que inevitavelmente o sacou para fora das calças para de uma vez, e sem qualquer aviso ou pedido de permissão, o abocanhar por inteiro, fazendo o comandante soltar um gemido bem alto.

Nesta atura, há muito que o piloto automático estava ligado, o comandante tomava agora conta da sua vulva com a sua língua sedenta, isto depois de lhe ter subido de uma vez a saia e de lhe ter rasgado a cuequinha sem lhe pedir.

Ela estava em transe. Ele doido de tesão, de tal forma que o seu membro rasgava agora a sua vulva de forma frenética enquanto ela enlouquecia em espasmos dada a quantidade de orgasmos que aquele espadaúdo lhe acabava de proporcionar.

Ela queria mais. Ele também. Ela sentava-se agora em cima dele, agora era ela que o dominava, que loucura, ela sentada em cima de um pauzão daqueles em pleno voo, raio de sorte, pensava ela enquanto cavalgava aquele membro duro que a deixava doida ao seu passar.

Ele estava ainda mais doido do que ela, voltou-a, e de uma vez, fez deslizar o seu membro naquele rabinho empinado escondendo-o por completo. Ela gritou, de certeza que alguém na executiva ouviu, ela não se importou, estava possuída, queria mais, ele também, não parou, a cadência estava agora bem forte, ambos sabiam que não aguentariam muito mais.

“Vem-te” …. “vem-te caral****……” “dá-me o que é meu”…. Gritava ela sem reservas nem pudores no meio dos seus gemidos tresloucados que ecoavam agora por todo o avião.

Ele não se fez rogado, puxou-a pelos cabelos, colocou a sua boca em posição e com o membro bem apertado na sua mão, deixou que jorrasse todo o seu leitinho para a sua cara e para sua boca, com ela incrédula de tanto tesão.

Quando aterraram em Toronto, há muito que ela havia recuperado o sono no seu lugar. Quando acordou, deu por ela a pensar, “será que aconteceu mesmo?” “Não terá sido isto mais um sonho?”

Mas a sua vulva encharcada e o seu ânus dorido, não lhe deixava lugar para duvidas, ela tinha realizado mais uma das suas muitas fantasias.

E estava feliz.

 

Lola Dolores & pSassetti #69Letras 16.05.2017

A prenda

Texto Erotico M|18A🔞🔞
A caminho da casa da minha senhora, paro…
Levanto o rosto para o céu, sorrio.
Será hoje, que serei dela, serei o seu cachorro, o seu escravo.
Há tanto que ansiava por este momento…
Antes passo por uma sapataria e compro-lhe aquelas botas pretas, altas, até ao joelho…
Depois aquele vestido preto justo. Quero que se sinta a rainha, a minha rainha.
Chego ao prédio, subo… As minhas pernas tremem, o meu coração atinge um ritmo alucinante…
É a presença da minha senhora, aquela que me resgatou a alma e aguarda agora pelo meu corpo. O corpo que a irá servir…
Em frente à sua porta de casa, consigo ouvir os seus passos, sentir o ar do seu respirar…
O seu cheiro sai por baixo da porta. Adoro inalar o perfume que se misturou com a sua pele.
Estou excitado, sinto-me a ferver e louco de vontade de ser o seu cachorro.
Pouso o saco, tiro a coleira, coloco-a em mim…
Seguro na ponta da coleira. Toco à campainha.
A porta abre-se, o meu coração bate rápido, o
meu desejo aumenta…
Elogio a minha senhora. Olhando para o chão…
Ela sorri…
Ofereço-lhe a ponta da coleira que tenho. Agora sim, unidos por uma lealdade e servidão sem fim.
Ajoelho-me, vergo-me… ofereço-lhe as prendas que lhe comprei.
Aqui, minha senhora…
Serei seu, quanto o desejares. Servindo-a como quiser. Amando-a como desejar.
Aguardo as suas ordens…
Dobra-se, toca-me no queixo, fazendo-me levantar o rosto e olhar nos seus olhos. Ela sorri…
“ Vem meu cachorro…  “
E fui…puxado pelo elo que nos unia…
– Senta-te ai, como um bom menino. Já venho!
Deixei-o sentado no chão, enquanto ia ao quarto vestir o que o meu cachorro trouxe. A porta ficou entreaberta de proposito, comecei o ritual. Despi-me devagar, para faze-lo sofrer de ansiedade, fiquei em lingerie enquanto retirava o vestido e admirava o bom gosto daquele safado.
Pelo espelho, reparei que espreitava por entre a porta.
– Quem disse que podias espreitar? Baixa o focinho!
Virei-me e reparei no volume por cima do fato. Olhei-o com ar de reprovação. Baixou o olhar de cachorrinho arrependido. Sem se aperceber, sorri.
Resolvi fazer um teste para ver se me desobedecia.
Coloquei-me me forma a que me visse pelo espelho, e comecei a vestir-me mas de forma como se tivesse a acariciar-me. Detive-me no meio das minhas pernas. Olhei de relance, e lá estava ele a olhar e, com uma das mãos agarrar a verga, numa forma frustrada de o diminuir.
Terminei de me vestir. Coloquei as botas de cano alto, mais uma olhada no espelho. Perfeita!! Só falta mesmo a minha companheira inseparável a martinette.
Desta vez olhei diretamente para o espelho, e ele continuava a espreitar.
– O que te disse? Nada de espreitar! Hoje estas desobediente. Se continuas assim, castigo-te.
Fui buscar a trela, coloquei-a na coleira que trazia.
– Vem vamos passear! Quero desfilar o meu animalzinho de estimação e a prenda nova que me deu. Conforme te comportares poderás ter algo especial, quando regressarmos.
Vi-o colocar-se numa pose altiva de orgulho, satisfação. Como se dissesse que iria se portar bem e que merecia a recompensa.
Lindo menino! – Os nossos olhares se cruzaram como soubéssemos o que queríamos.
Meio envergonhado, baixou o focinho..
© Lola  & Submisso anónimo 2017 #69Letras

Não Fujas!

Não fujas,
Não te percas,
Não desistas,
Não estás só,
Fica,
Segura a minha mão
Juntos ultrapassaremos os obstáculos
Apoia-te em mim,
Não desistas,
Dançaremos nesta tempestade,
Sorriremos ao chegar da bonança
És tu quem eu quero
E eu sou quem tu desejas,
Não fujas,
Vê o que já percorremos,
Não desistas.
Lola 2017 #69Letras

Lágrimas

Percorro o beco mal iluminado, fazendo me lembrar onde outrora fui feliz.
Onde a minha infância era inocente, sem preocupações.
Só ali fui feliz.
Mas os retornos a casa eram um castigo, a vida que me deram e levei, não foram das melhores.
Pais ausentes, educação de rua, dos vizinhos.
Aprendi cedo o que era suportar o mundo nos ombros.
Tornei-me uma pessoa amargurada, fria, sem amor.
Amor, o que era isso??
Senti na pele e no corpo, tudo o que sou hoje.
Tornei-me num muro inpenetrável, nada nem ninguem me poderia atingir.
Mas a vida traz-nos muitas surpresas, agradáveis ou com dissabores. Bem o sei…
A reviravolta que a vida me deu, não estava a preve-la. Alguém se colocou no meu caminho, fez-me sentir, fez o meu corpo e mente abalar.
Aos poucos, o muro que tinha construido, foi derrubado e preenchido com carinho, com amor. Sim soube o que era amar.
Ao fim de muitos anos, senti as lágrimas correrem pelo meu rosto.
Lágrimas negras de dor e felicidade.
Dum passado sofrido e dum presente radioso, que nunca pensei poder merece-lo.
©Lola 2017 #69Letras