Todos os artigos de 100 Modos

Estou maluco, sim, por ti

Estar apaixonado e estar maluco.
Ou…
Estar apaixonado é estar maluco.

Ambas servem. As coisas que fazemos quando este sentimento nos invade. Programamos coisas passo a passo, com o maior cuidado e requinte. Somos sublimes e geramos cor à nossa volta. Sentimo-nos energéticos, peito cheio e pronto a rebentar de palavras mimosas. Acordamos e nem adiamos o despertador. Deitamo-nos e sonhamos, sonhamos, sonhamos sem querer acordar. Continuar a lerEstou maluco, sim, por ti

A distância que me dá sede

Será sede a mais?
Não há dia que não acorde de boca seca ansiando a tua. São precisos precisos mais quantos dias nisto?
Parece um castigo.
De uma forma ou de outra estamos sempre num espaço só. Temos sempre um cantinho reservado. Mas há algo que nos castiga e nos impede de sentir tudo e nada ao mesmo tempo. Raio da distância. Continuar a lerA distância que me dá sede

Um dia acordarei contigo

Corremos contra as circunstâncias e contra o tempo. Ingrato diria eu. Ainda assim torna tudo tão mais intenso que o normal.

Tão natural, tão ardente. Queima, sente-se. Talvez a demora, os imprevistos aconteçam por algum motivo, quem sabe. Continuar a lerUm dia acordarei contigo

Faltavas-me

| M18 | Maiores 18 |

Faltavas-me e eu disse-to. Precisava desse sentir que tu me dás, dessa viagem onde me levas cada vez que me pegas..
Eu sei que devíamos parar, devíamos saber regressar ao ponto em que não nos sabíamos tão intensamente um com o outro…. Mas não resisti….
E desta vez tu não resististe…. E a urgência tomou conta de nós e foi nessa pressa que nos encontramos.
De novo, as pernas tremiam, tremia toda, de antecipação…. Abriste a porta….
“Olá! Como estás?”
“Estou bem… Perdi-me….” e ia começar a falar sem me calar quando me afogas num beijo dos teus….

Um beijo desses que me levanta do chão, que me atravessa o corpo e me vira do avesso. Não é preciso mais nada… Mas havia mais…. Sabíamos… Sabemos sempre que nós os dois juntos temos como limite o desconhecido…
Senti que sentiste o plug que trazia posto, preparando terreno. Pegaste na minha mão conduzindo-me às tuas collants…. Bolas…. Bolas…. Ele estava de collants e eu senti-me arrepiar de desejo imenso…. Senti-me inundar de golfadas quentes, de perversidades….

Sem descolarmos as bocas, os corpos, as nossas mentes já se perdiam nesse momento…. Não sei dizer a força com que nos sentimos, eu e tu. Nesse dia, como em todos os outros…. Os corpos sabem-se, as tuas mãos conhecem-me, a minha boca sorve-te duro por cima das meias, babado, esticado, quente…. As nossas peles são uma onda de prazer indizível e as nossas almas elevam-se a outra dimensão…. Sempre…. Essa dimensão onde a dor não dói, onde cada toque, cada palmada, cada investida, cada lambida nos sabe a mais um degrau que subimos ébrios de adrenalina….

Ajoelhei-me. O membro duro, apertado nas meias transparentes, o desejo pingando, …. Esfreguei a minha cara, os lábios, acariciei-te e e volto em collants enfiei o teu pau imenso na minha boca, até onde pude, ….  Agarraste em mim, não podias tudo o que querias mas quiseste com insano desejo tudo o que podias …..  Sabemos… Eu e tu… Que não podemos voltar atrás….
E o desejo não passa… Desejo de ti, desejo de mim contigo, nessa dimensão que só nós sabemos, onde soltamos amarras e falamos calados….
Somos loucos…

E loucos, eu e tu,  somos um.

© Marie 69 Letras® 01.06.2017

 


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Nostalgia

Ao passar por certos espaços é inevitável não me relembrar. E as vezes nem só os espaços. Cheiros, sons, vícios, musicas, filmes, tanta coisa.
Poderei afirmar que é algo negativo?
Não sei.

Positivo? Não sei também. Continuar a lerNostalgia

Soldado

Lá íamos nós marchando ao sabor da canção, focados e ansiando o que ia vinha.
Querendo ou não o dever chamava por nós e agora era tarde para pensar em fugir ou regressar. Foi o que jurámos fazer e é o que faremos cumprir.

Olhei para ele e notei-o motivado. Ele estava louco por isto, sempre quis defender a pátria sem qualquer receio. Ao contrário de mim. Tinha que admitir, nestes momentos, ficava nervoso. Tão nervoso que muitas vezes tinha que fugir do grupo para ir à casa de banho. Os nervos não tinham piedade de mim. Continuar a lerSoldado

Uma aventura que ainda agora começou

Faz hoje um ano.

Um ano que me aventurei nesta caminhada da escrita, neste mundo de sentidos e sentimentos. A cada dia que passa sinto-me cada vez melhor naquilo que faço é porque o faço. E tudo começou com uma brincadeira. Uma espécie de teste ao tentar partilhar os meus devaneios. Sempre escrevi é verdade. Mas eram apenas rasgos, momentos ou até mesmo opiniões em tom de desabafo. Nunca escrevi em busca de atenção nem com segundas intenções. Faço-o porque para mim é uma catarse. Uma espécie de sensação semelhante à quando saem do ginásio. Cansados fisicamente, relaxados psicologicamente. Pois, para mim é isso mesmo. Continuar a lerUma aventura que ainda agora começou