Sassetti, a grande revelação…

Conto Erótico | M18 🔞🔞🔞

Estava cheia de saudades do grande… Adoro tê-lo no condomínio, mas as viagens constantes e os horários desconexos fazem com que nos vejamos muito menos do que gostaríamos… Combinámos que o nosso próximo encontro seria especial e que teríamos uma noite só para nós… Percebi pela entoação que não faria a coisa por menos e decidi também eu caprichar na minha produção…

Armário… Nada de jeito! Sinto-me ridícula cada vez que me quero sentir especial…Sinto que nada é bom suficiente… Enfim… Lá encontro um vestido preto, tipo cocktail e vem-me à cabeça a velha máxima “Com um vestido preto, eu nunca me comprometo!”

Só depois de o vestir é que me apercebo que ele é justo e me evidencia as curvas, os seios e mostra as pernas através da racha… Será demais??? Não… Ele Irá gostar de me ver num registo mais senhora… Já perdi demasiado tempo tempo nisto e quando olho para o relógio, finalmente pronta, estou mesmo em cima da hora… Vou ter de apanhar um táxi! Enfio-me dentro do primeiro que vejo livre e dou-lhe as indicações, rumo à Praça da Figueira. Enquanto finalizo o rímel e o batom, nem me apercebo que o senhor condutor está a tomar um rumo bem diferente do que lhe indiquei! Após alguma discussão e meia dúzia de kilómetros depois, ele retoma o rumo pretendido… Já estou fula, odeio atrasar-me… Enfim… Chegada, nova discussão com o taxista uma vez que me recusei a pagar o valor marcado pelo taxímetro… Atirei-lhe com meia dúzia de leis e reclamações à frente e ganhei o caso… Finalmente chego perto, ainda ofegante da fúria…

Ele recebe-me com aquele sorriso gigante emoldurado por uns olhos azuis penetrantes e juro que as minhas frustrações desaparecem… Há algo de calmante neste homem grande, de trato fino e mãos suaves… Entretidos na conversa, dou pelo meu subconsciente a observá-lo mais de perto… Os movimentos, a voz sedutora, a história por trás do sorriso sofrido mas sincero. Não sou fraca de vinho, mas começo a sentir os seus efeitos algures a meio do jantar e sei que ele também…

A minha mente perversa começa a rumar a visões bordadas a pecado, regadas a fluidos corporais misturados…

Num relance, vejo-me de vestido subido, com as minhas pequenas ancas encaixadas naquelas pernas e as mãos infinitas a rodear-me o rabo… Humedeço…As fantasias não cessam de me assaltar a mente, sinto o toque, os beijos ternos que me vai depositando… Estamos a jogar, eu quero jogar este jogo contigo, sim… Ou não, não sei… Vamos dançar! Talvez isto seja apenas e só fruto da minha imaginação embriagada e precise de exorcizar estes pensamentos impuros da minha cabecinha…

Ele assente a este meu capricho… Olho-o nos olhos e vejo a luxúria a consumir o azul, a levar-nos em degradé ao vermelho… O desejo é dos dois… Chega aqui mais perto esse corpo…

Adoro como me faz sentir pequena, frágil, à mercê de ser possuída, devorada…

Estou já do outro lado, estou já consumida pela tesão que este homem me faz subir pelo corpo… Deliciei os meus olhos ao contemplar a sua plenitude… Uma protuberância imponente espreitava das calças tentando fugir, quebrando portões para se enfiar nos meus… roço-me, quero sentir, roço-me mais uma vez e sinto-o ceder, sinto-o apertar-me como quem me quer f@der já ali… Também quero! O primeiro beijo surge num pedido desesperado para sairmos dali antes que sejamos acusados de atentado ao pudor… As mãos começaram a falar por nós e fizémos um caminho perdidos para nos acharmos à porta do seu quarto de hotel… Eu sem cuecas, ele desfraldado e tocado…

O beijo… que beijo aquele! Que se encaixa em mim e me explora, a língua que me conta as vontades que me tem, me explica de que formas em vai dar prazer… Ele usa a sua pojança, o seu tamanho que me encanta e deposita-me na cama… Saboreia cada centímetro de mim, escreve poemas lascivos e ordinários sem proferir um palavrão e quem pragueja sou eu, pedindo mais, delirando… Venho-me forte, gritante, jorrando o meu mel na boca deleitada em me receber… Retribuo… Também eu escrevo… Desenho as minhas palavras com toda aquela dureza enfiada até à minha garganta e regozijo por tudo fazer jus à alcunha que lhe dou… Grande, duro e pronto… Quero aquilo tudo dentro de mim, preparo-me para o receber enquanto o chupo, cada vez mais ávida, cada vez mais sedenta… dois dedos, três, quatro e o pau dele mais fundo, mais rijo, mais largo…

Tira-me dele para me segurar no colo, escarranchado as minhas pernas e envolvendo-me à sua volta, sinto o gelo da parede nas costas mas não me acalma o fogo e aahhhh… Finalmente dentro de mim…

Deixo-me envolver pelos seus movimentos, remolejo as ancas à volta dele, entrego-me com o olhar que não descolo do dele e vejo-o… Grande sem me diminuir… pleno…

Cavalguei, fui montada enquanto nós observava no espelho pendente da cómoda, foi uma noite de descoberta… O encanto e a delicadeza do doce gigante contrastada com a fúria, a brutalidade contida neste corpo que ele manuseou até à nossa exaustão…

Prostrada numa cama invadida pelos nossos fluidos de prazer invoco-o para junto de mim… “Anda, deita-te aqui Sassetti…”

Ele assente, enrosca-se… Sou pequena mas espaçosa… Abano as ancas sacudindo-o um pouco e repouso…

© VickyM 2017 #69letras

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