Ansiedade.

Ansiedade.

Maldita sejas, a culpa é tua sua put@ que vieste pra ficar.
Um tic-tac tortuoso tira-me do sério ele não me deixa pensar.
És contraditória serves pró bem e pró mal, não tens vergonha fazes-me ser assim visceral.
Quero tudo e quero agora mas ao mesmo tempo tenho medo desse querer.
Pareço o “Chapeleiro” e fico assim sem saber o que dizer.
Tal loucura vive em mim numa dinâmica infernal.
De tanto querer sofro, de tanto fugir também me faz mal.
Luto, luto e luto contra o tempo e contra ti.
Tremo de vontade, mordo os lábios e afasto tudo de mim.
Aiiiiii que merd@ vai-te embora, deixa-me raciocinar, fazer os meus cálculos matemáticos.

Preciso tanto de pensar.
Não vivo de sonhos nem fantasias menos mal podia ser pior.
Estas minhas pernas não me querem obedecer elas cedem à tua vontade minha vaca de teu nome ansiedade.
Uma senhora não diz asneiras e tem sempre de saber se comportar mas eu sou louca e desvairada por isso estou-me bem a marimbar.
Vou tentar fingir que não existes e aos poucos arrancar-te de dentro de mim.
Pois eu agora sei o que quero e vou lutar por isso até ao fim.

°Wednesday°

Deixar uma resposta