Sê nua ao olhos de quem não é cego

Humanidade pobre, tanto tempo à procura da felicidade em futilidades,
Quando tens um corpo quente e uma alma carinhosa em casa.
Casa?
É onde deixaste um sonho, um desabafo, um choro.
Onde todos os dias depositas um pouco de ti.
A entrega dura e crua numa realidade simplista, vivida da melhor forma.
Não precisas de aceitação de alheios,
Procura o amor…
Dispensa sacos cheios
Sê nua ao olhos de quem não é cego,
Ilumina o caminho de quem na realidade vê,
Esse animal selvagem que vive em ti.
Entrega-te como és, sem medos de represálias de uma sociedade que vive de falsas aparências.
© Krishna 2017 #69Letras

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