Perdida num supermercado

[ ] TEXTO EROTICO M|18 󾬥 󾬥 󾬥󾬥 󾬥 󾬥

 

O calor tinha regressado. E, eu toda contente porque já poderia usar os meus calções ganga, t-shirt justinha a dizer “I’m a bitch” e ténis.
Dirijo-me ao supermercado. Como era de esperar os homens idosos babavam-se quando eu passava. Embora isso me fizesse confusão, pensava que eram uns coitados, pois nestas idades é só mesmo para olharem, porque de resto….

Distraída a fazer as compras, parei na secção dos meus cereais e não dei conta que estava a ser observada. Passei pelas secções das bebidas, doces e fui em direcção à zona dos congelados.
Estava com vontade comer uma lasanha e levar um gelado de chocolate com nozes.
Debrucei-me sobre a arca, quando sou puxada para o canto do armazém do supermercado.
Deparei-me frente-a-frente com um dos empregados. Já o tinha andado a controlar de longe e discretamente, assim eu supôs. Mal eu sabia que ele tinha feito o mesmo.

Levou-me para um sitio em que ficamos escondidos de todos e onde poderíamos ver a loja, caso fossemos apanhados.
Encostou-me ao que supôs ser uma mesa, agarrado à minha cintura, beijou-me. A mão dele apertou-me mais de encontro ao seu corpo. a outra mão segurava a minha nuca, fazendo os lábios dele pressionarem os meus.

As suas mãos começaram a bailar por debaixo da minha t-shirt. Ia refutar, mas ele parecia que tinha advinhado e disse:

– Não digas nada. Nem resistas, pois sei que desejas tanto como eu. Há meses que te vejo, por aqui a fazer compras, com esta tua forma sedutora de andar. Perco sempre a coragem de te falar. Mas hoje…Esses calções e esta t-shirt, deixaram-me louco. Louco de tesão.

Como poderia contradizer algo, que eu própria também sentia. Tinha uma atracção enorme por ele. Te-lo tão perto fazia a minha respiração acelerar. Deixei o meu corpo ceder aos seus caprichos.
A boca dele procurou avidamente os meus seios, chupou-os apo de leve e passou a língua a contornar a aureola.
Agarrei-lhe na cabeça para que a não tirasse. Fiquei faminta para que ele me devorasse o peito. Mordia o lábio de tanta tesão.

Sentou-me na bancada, abriu-me os calções e reparou que eu não trazia roupa interior. Sorrio.

– Safada!! Adoro!!

Deita-me e arranca-os de um só golpe, abre as minhas pernas e debruça-se sobre ela. Passa a ponta da língua de cima para baixo, brinca com o meu clitóris. Provocando-me arrepios e contracções. Acelerou. Soltei um gemido.
Senti dois dos seus dedos entrarem na vagina e a língua acelerar no clitóris.

Cravei as minhas mãos nas costas dele. Delirava pela forma como ele conseguia me dar prazer, como involuntariamente o meu corpo estremecia.

– É a minha vez. – disse-lhe com a voz meio entorpecida.

Abro-lhe o fecho das calças, tiro-o para fora, já bem erecto. A grossura dele cabia na minha mão. A cabeça do pénis tão bem desenhada e, à espera da minha boca. Não me fiz de rogada, abocanhei-o suavemente.
Gemeu. Senti-o apertar as minhas nádegas. Brinquei com ele na minha boca até senti-lo no ponto.

Afastou-em abruptamente, voltou a sentar-me. Agarrou-me nas pernas, puxou mais para a beira da bancada e enterrou-o todo em mim. Ao mesmo tempo que me beijava para abafar os nossos gemidos.
Foi acelerando e abrandando, provocando. Senti-o tira-lo.

Desta vez virou-me de barriga para baixo, debruçou-me sobre a bancada, com uma das pernas abriu as minhas. Ficando com os dois orifícios expostos de forma a deliciar-se. Abriu as minhas nádegas de forma a ser obrigada a empinar o rabo. Passou a língua dum orifício ao outro como se estivesse a lamber um gelado.
Voltei a gemer, estava a levar-me a loucura. Senti-o dentro de mim de novo, agarrando firme as minhas nádegas, para o ver entrar e sair.

Senti-o ir alternando entre os dois orifícios, gemendo que nem um louco e levando-me a mim ao pico. Não conseguíamos controlar mais a tesão. Perguntou-me onde eu queria que ele derramasse aquela essência toda.
Não precisei responder, virei-me. Tirei a t-shirt e disse-lhe:

– Dá-me um banho de leite.. Estou desejosa de sentir esse liquido quente em mim.

Vi no olhar que o tinha deixado mesmo louco de prazer, ao afirmar algo que eu adorava. Tive direito ao banho.
As minhas mãos deslizavam por onde tinha sido banhada e, espalhei pelo resto do corpo, como se estivesse a passar hidratante.

Reparei que mesmo após termos terminado, aquele olhar de prazer e loucura ainda se mantinha.

– Não me vou contentar, só com esta vez. Tenho de te ter de outras formas.

Dei-lhe o meu sorriso de safada, deixei o meu numero.

– Desde que esteja disponivel, é quando quiseres e onde quiseres..

Vesti-me, lancei o meu olhar de loba predadora e sai.
Cheguei a casa, sem metade das compras e o cheiro dele impregnado em mim. Voltou-me a tesão de novo.
Amanhã tenho de ir fazer o resto das compras, só que desta vez…Vou de mini saia..

 

©Lola 2017 #69Letras

 

Deixar uma resposta