Fruto proibido

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O fruto proibido, é sempre o mais apetecido.

Quando me foste visitar ao trabalho, levaste um saco com comida, para eu comer durante a noite, sabia lá eu o que ia ser a minha noite de trabalho.

Lembro-me de teres batido na porta, vinhas agasalhada, com um saco na mão, sabia perfeitamente o que era, tinha deixado a ceia para comer durante a noite em casa, deixei-te entrar, afinal estava ali sozinho num prédio de escritórios, todos saíram sobrei eu, o segurança de serviço.

Dei-te um beijo, e voltei para o lobby, tivemos a habitual conversa de circunstancia, entregaste-me o saco com a comida, ao que disse que o ia arrumar na dispensa, e tu disseste que ias comigo, querias ver onde mudávamos de roupa e comíamos  ao que acedi, sem qualquer problema, depois de arrumar as coisas na dispensa, e como sabia que não trabalhavas no dia seguinte perguntei-te se querias ver a vista que eu tinha do ultimo andar, ao que acedeste e lá fui eu de escadas, andar a andar, até ao ultimo, tu apanhaste o elevador, e já no andar em questão, abri a porta da varanda e encaminhei-te para a varanda, estivemos largos minutos a ver a vista, e no entanto tu abraças-me, pensei eu que seria efeitos da vista, visto estar uma noite agradável, até o momento em que me começas a mordiscar a orelha, sabes muito bem que isso tem um efeito explosivo em mim, e ainda por cima estando a trabalhar.

Desapertei o teu casaco, e quando meto as mãos dentro do mesmo, sinto a rigidez, de um corpete, desço mais e sinto o fio dental, começo a perceber a intenção de tal, pelo que te preguei de imediato um beijo na boca. Estar ali na varanda, exposto, e fardado, faz parte da fantasia de qualquer homem, pelo que se lixe, aproveita-se o momento, e foi o que fiz, aproveitei, resguardamos nos na varanda, junto a porta, onde te libertei o resto do casaco, e pude expor a beleza da tua lingerie, onde pude de facto atacar-te literalmente, ajoelhei-me na tua frente e ataquei logo a tua zona de prazer, lambi vezes sem conta, tão bom o sabor, tão bom a sensação de fruto proibido, ali mesmo de contra a parede, te fiz sexo oral, divino para mim, espero que para ti também.

Levantei-me, e tu beijaste-me, enquanto isso sentia tuas mãos abrindo a braguilha e puxando o meu sexo para fora, desceste tu rapidamente e logo engoliste, se duro estava, louco fiquei, estar a olhar para ti, estar a olhar em volta procurando por um sinal de vivalma, deixou-me completamente fora de mim, pelo que te peguei e te puxei para cima, sabias o que queria, apoiaste-te num vaso, de pernas abertas, eu no meio, e guiaste-me o sexo para dentro de ti, estavas bem quente, mesmo no ponto certo, sabia bem a sensação de estar a ter sexo e sabe-se lá, aparecer alguém.

As tuas mãos agarravam-me, controlavam o meu impulso, eu deslizava dentro de ti, mais fraco, mais forte, tinhas as rédeas na mão e sei que te estava a saber bem, muito bem, sentia-te o controlo que fazias para nao te vires sem mim, acho que estávamos os dois completamente loucos para fazer aquilo, e não demorei muito a atingir o meu auge, que tiveste a atenção de o atingir comigo.

Rapidamente nos recompusemos, nos arranjamos, e decidimos voltar para o meu local de trabalho, entretanto quando volto a portaria, está um dos inquilinos a tocar campainha  e eu todo nervoso e tu a chegares no elevador, nos cruzamos, ele apenas queria que abrisse a garagem, e tu como se não me conhecesses, das-me um frio boa noite…

 

NMauFeitio 69 Letras® 25.02.2017

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