Os teus lábios despidos…

Adoro sonhar!
Imaginar…
Dar por mim excitado com as ideias perversas que alguns pormenores femininos me provocam…
Uma cintura…
Os contornos das nádegas…
Uns lábios perfeitamente desenhados…
Aquele tipo de lábios que me põe a visualizar como ficaria entre eles…
Quase que sinto o calor da boca…
Tento prever o gemido…
A pressão que fazem na minha virilidade ao serem invadidos…
Perfeitos de serem beijados
Sublimes de serem sentidos
Excitantes de serem vistos…
 
Read My Mind

Queres ir dar um mergulho?

M18 | Maiores de 18 | Hoje numa troca de palavras intitularam-me de Demónio da Tasmânia, não sinto qualquer parecença com tal animal, relembro-me do animal quando era mais novo nos desenhos animados, mas hoje não me revejo em qualquer parecença com o mesmo, podia ir pelo MauFeitio, mas todos temos mau feitio, não é algo que seja meu, é de todos nós, procurei na minha mente algo que equivalesse a ser um Demónio, encontrei algumas coisas, mas não sou certamente da Tasmânia, até porque sou alfacinha de gema, e não o considero um defeito.

Será que é pelo que escrevo que poderei ser equiparado a um Demónio, penso que o principio será mais se quem me lê, me considera tal animal, eu penso que eu apenas seja apenas um trovador provocador, sei juntar umas palavras que levam a um sentido, ou até mais que um sentido, o corpo apenas precisa de prazer, venha ele de onde vier, uns têm prazer a ler, outros a fazer ginástica, outros, bom, o pinanço faz parte da vida, não existe melhor prazer na vida que o belo orgasmo.

Não me sinto furioso, mas por vezes temos aquela necessidade de perder completamente o controlo do nosso corpo, da nossa alma, e deixar que o lado animal tome algum controlo, reformulo, deixamos que o lado animal assuma o descontrolo em relação ao prazer, a vida não pode ser controlada eternamente, não somos um grupo de psicopatas delirantes por controlo e o sexo, esse então quer-se é descontrolado, tudo o resto na vida, tentamos controlar.

Posso escrever sobre o amor, sobre o fazer o amor, sobre o olhar nos olhos, o ler a alma, a bela posição de missionário que se toma quando se faz o amor, mas descrever o acto sexual quando se faz amor, acho que isso é algo especial, é algo que não se escreve, muito menos se partilha, mas partilho com vocês o que sei sobre o amor, já me apaixonei, já fui idiota apaixonado, já fiz amor, e foi bom enquanto o amor durou, até que um dia acabou, a vida continua depois disso, mas o amor, é o amor, e eu não escrevo sobre amor, escrevo sobre sexo, sobre prazer, amor fica ali na gaveta do lado, é algo muito bom, mas vivido, não escrito.

Existem aqueles momentos em que não se espera nada e tudo acontece assim do nada, uma vez como bem te lembras naquela saída para a praia, uma praia perdida no meio do nada, horas de carro e quase uma hora para chegar a uma praia deserta de pessoas num dia agradável, seria apenas mais um dia de praia, mas certas coisas existem sem ter qualquer razão de ser, quando exploramos aquela gruta onde depositamos as toalhas e fomos para dentro da agua do mar, parecíamos um casal de adolescentes a brincar na agua, e nem houve provocações de parte a parte, tudo aquilo apenas aconteceu naquele abraço, aquele beijo intenso, um beijo suave que apenas começou com um tocar suave de lábios, um beijo quase que roubado, mas não o tinha sido, e tudo o que se seguiu parecia ter vindo de um abalo sísmico.

Dois corpos quase que despidos dentro de agua, agarrados um ao outro, beijando-se intensamente, caricias ali mesmo, naquele pequeno paraíso, a vontade que incendiou os corpos, beijos mordiscados de forma intensa, línguas perdidas pelo pescoço, nas orelhas que faziam incendiar o mais volátil dos pressupostos, tudo aquilo provocou duas fontes de ignição, quando te peguei ao colo e trouxe para a areia, onde te deitei na toalha de praia e me deitei a teu lado, os beijos prosseguiram lentamente, a vontade falou mais alto que a razão, há medida que ia libertando o teu corpo do biquíni e me ia perdendo nas curvas do teu corpo, acariciando a pequenos beijos dos lábios e da língua, enquanto deslizei no teu corpo, saboreando as gotas de agua salgada, teus mamilos rijos e frios da agua do mar, depressa aqueceram aquando do toque da minha língua, absorvidos pelo toque das minhas mãos quentes, e ainda assim não me fiz rogado quando desci mais no horizonte, e cheguei o teu ventre tremulo, seria excitação, não sei, mas fiz tenção de descobrir quando me perdi no teu sexo quente e inebriante, quando o senti quente e a latejar contra a minha língua, língua perdida nos teus prazeres, nos teus encantos, mais ainda quando dei comigo a devorar o teu clitóris suavemente e senti as tuas pernas cruzarem-se em mim, como que aprisionando o meu corpo em ti, enlouqueci enquanto saboreava o teu sabor, misturado com aquele sabor salgado, quente e húmido, e ouvi finalmente a força da tua resistência aos meus avanços, a respiração acompanhada de pequenos gemidos, e soube tão bem perder-me em ti, mesmo quanto te fartaste de mim, e me sacudiste de ti.

Depressa me puxaste para ti, procuraste os meus lábios para junto dos teus, a minha língua para junto da tua, e me forçaste a deitar junto a ti, e ali mesmo, sem pudores, sentaste em mim, como se de um brinquedo se tratasse, senti o teu sexo contra o meu, e eu pulsava de uma forma violenta, intensa, tudo era melhor que pudesse imaginar, e aquele vibrar do teu corpo, do teu sexo quente e húmido, contra o meu, fazia-me desejar entrar em ti, sentir o nosso pulsar como se um único corpo se tratasse, mas aguentaste breves momentos, naquela massagem no meu peito, como se usasses o meu corpo para te estimular mais ainda, até que por fim te rendeste naquelas evidencias que aguentar mais seria doloroso e deixaste de resistir e me acolheste em ti.

Tinha ideia que seria algo lento e maravilhoso, mas a tua ideia foi mais violenta, usaste a impetuosidade do teu corpo no meu, a maneira frenética como te mexeste e me sacudiste dentro de ti, parecia que ansiavas um prazer extremo num curto espaço de tempo, estar abaixo de ti e ver-te a forma frenética, violenta como te mexias comigo dentro de ti, sentindo o teu corpo latejar de prazer, de olhos fechados num ritmo frenético, tentei aguentar o mais que pude, mas era impossível resistir ao teu desejo, e não demoramos muito a atingir o limite, a explosão que se abateu nos nossos corpos foi extremamente violenta e deixou-nos completamente tombados e esgotados um sobre o outro, o orgasmo tinha sido tão violento, que parecia ter esgotado a energia de tudo.

Queres ir dar um mergulho?
Nuno MauFeitio

Tens o coração no meio das pernas

| M18  | Maiores 18 |

Não me venhas com falinhas mansas se o que tu queres é ser f#dida.

Fazes disto um ciclo vicioso… Do nada vens me falar como se fosse tudo. Como se eu fosse tudo.

Amo-te como és mas odeio-o como o fazes. E alguma razão nos afastou. Eu sei, estou ciente disso. Saberás tu? Continuar a lerTens o coração no meio das pernas

Corres-me nas veias…

Corres-me nas veias, como a nascente corre para o rio, nestas noites de estio, em que sem me tocar me tacteias, e me assoberbas de ideias, intensas e envolventes, de desejos tão urgentes, da carne que ao toque queima, devido ao tanto querer que em mim teima, dos teus toques tão ausentes.

Da minha pele és cada poro, que sinto arrepiar, com a força desse tocar, esse que eu adoro, e tantas vezes por ele imploro, não fosse toda a distância, que o destino por petulância, fez com que existisse, e o teu toque nunca sentisse, parecendo que é por maldade, deixar-nos nesta ansiedade.

Sinto o calor do teu beijo, de gosto adocicado, apesar de nunca dado, embora tão almejado, atiça-me todo o desejo, desse corpo que ensejo, o que trago em mim entranhado, em traços doces tatuado, um beijo que ainda há-de ser dado, pois pelas Almas há muito que foi trocado.

E é com este intenso sentir, que aguardo o que está para vir, na esperança que nunca morre, de um dia ter o que nas veias me corre, de corpo, Alma e sentir.

© Miss Kitty 2016 #69Letras

Halloween 69er Party

Temos festa no condomínio outra vez, que bom! A Steel em mim pula de alegria, ainda por cima uma festa de Halloween onde podemos ir mascarados! Adoro!!!
Ainda dentro do meu apartamento tento me vestir a rigor, algo muito assustador mesmo. E digam-me lá, existe algo mais assustador que um lobo mau? Claro que não! Tento me pôr dentro do fato mas faz tanto calor. Já é tarde para ir comprar outro fato portanto só tenho uma hipótese. Dispo-me ficando só em cuecas e soutien por baixo do fato de lobo mau.
Olho-me ao espelho e estou prontíssima dos pés… até ao pescoço! Tenho de me maquilhar mas como? Vou pedir ajuda a um dos moradores.
Abro a porta do apartamento e congelo ao ver pegadas de sangue no chão do corredor no meu andar! Alguém deve se ter aleijado e vem do apartamento da Lola. Vou a correr a prestar auxilio mas deparo com a porta dela de casa aberta o que instintivamente me faz parar.
– Lola?! Está tudo bem?
Ninguém me responde e o alarme dispara na minha cabeça em todas as direções. Mas sou uma mulher de coragem e decido entrar. Receio pelo bem estar da minha querida Lola.
As pegadas de sangue tornam-se em grandes poças de sangue que se dirigem ao quarto da Lola. Abro a porta do quarto e grito horrorizada com o corpo ensanguentado e olhos vidrados sem vida da minha amiga Lola. Fujo de lá para fora mas esbarro-me no vizinho.
– Vizinho! A Lola! Alguém lhe fez mal, vizinho, muito mal mesmo! Mas o que é isso que tens na mão?
– Steel já alguma vez te disse o quanto me irritas?! Acho que vou te silenciar de vez!
Mete a motosserra a trabalhar e persegue-me pelas escadas. Neste momento fujo pela minha vida. Não sei o que deu ao vizinho mas enlouqueceu só pode! Cá entre nós, acho que ele bebe demasiadas bebidas energéticas…
Consigo fugir para o rés de chão. Bato à porta da vizinha desesperada mas o mais silenciosamente possível pois não quero que o vizinho me encontre e acabe o serviço.
– Olá Steel! Credo, que tens? Parece que viste um fantasma!
– Vizinha! O vizinho, ele vai me matar! Ele matou a Lola!
– O quê? Já estiveste a beber? Aqui ninguém mata ninguém…AAAHHHHH!
– Vizinha…
E eis que aparece o Ricco por trás da Vizinha com uma faca cheia de sangue enquanto a vizinha cai no chão inanimada!
– Ricco! Tu que estás a fazer?!
– Olá Steel! Queres experimentar a minha amiga?
E aponta-me a faca ainda suja com o sangue da Vizinha! Steel! Acorda! Esta porra é só um sonho! Abre os olhos Steel! Merd@…não é um sonho! AAAIIIIIIIII!!!!!! Socorro!
Alguém me puxa daquele pesadelo para fora. Ótimo! Mas infelizmente para me meter noutro.
Marie começa por me afastar o cabelo do pescoço.
– Marie? O que me queres fazer?
– Desculpa Steel. Não leves a mal mas já não bebo sangue à muito tempo e estou a perder minha juventude!
– Quê?!? Nââãoooo!!!
Tento fugir a sete pés de lá para fora mas deparo-me com a Krishna de olhos vidrados em mim!
– Os teus miolos Steel! Deixa-me comer só os teus miolos!!!!
– Não! Socorro! Alguém que me ajude por favor! Larguem-me!
– Steel dá-me a tua mão! Rápido!
Era o 7Th Sin que me vinha socorrer! Finalmente alguém que não me queria matar, chupar o meu sangue ou comer-me os miolos. E corríamos desta vez em direção à piscina mas ele pára de repente.
– 7th Sin, não podemos parar! Eles vêm aí!
– Steel, não me sinto bem! Acho que me vou transformar…
E nisto ele mostra-me as suas mãos super peludas! A sério? Só me faltava um lobisomem para acabar em beleza!
BASTA! Agora irritaram-me a sério! Dispo o fato de lobo mau, agarro numa das cadeiras da piscina e venham lá!
– Estou farta desta merd@! Vá! Quem é o primeiro a levar?
– Steel…
– Não me enerves Sin! Estou-me pouco borrifando se te transformas em lobisomem ou no raio que te parta! Mas a mim, ninguém me come, chupa, mata ou arranha sem luta! Portanto venham um de cada vez! Bora lá!
Nisto aparecem todos os moradores, um a um, os supostos mortos e os supostos assassinos. Todos de boca aberta! Aposto que não estavam à espera da minha coragem! Olho para trás de mim e deparo-me com todos os nossos queridos leitores mascarados das coisas mais horríveis! Faz-se luz! O DJ começa a pôr musica! Todos começam a dançar menos os meus queridos companheiros do condomínio. A Lola ainda ensanguentada de xarope de groselha cobre-me com um lençol.
– Vamos lá Steel. Acho que precisas de uma fantasia nova.
– Quê?
– Estiveste muito bem Steel! És muito corajosa!
– Achas? Gostaram do meu discurso, não foi? Para o fim estava mesmo danada pah!
– Sim! Adoramos o teu discurso! Principalmente a parte em que despes a tua pele de lobo mau e que nem uma Fénix, nos maravilhamos a ver-te renascer para nós…somente em cuecas e soutien!
Ora bolas Steel!

©Miss Steel 69letras 2016 

Ora agora és tu, agora tenho que ser eu

Por momentos, durante a relação, damos por nós a pensar se realmente aquilo tudo é verdade. Sintomo-nos completos e cheios de cor. Continuar a lerOra agora és tu, agora tenho que ser eu

Aceitas um convite para um café?

M18 | Maiores de 18 | Hoje é domingo, a hora mudou, uma hora mais para sexo, ou como muitos andam a dizer nas redes sociais, para gajos como eu, que não temos uma mulher para lhe saltar para cima, para coçar os tomates, bom, não cocei os tomates, estão cheios, portante não tive vontade de os coçar, mas será que alguma vez eles ficam vazios?

Hoje é domingo, hoje é o dia da preguiça na grande cidade, dia dos brandos costumes lá para o interiores, a esta hora o dia já bastante longo, hoje é o dia da missa, e isso na minha adolescência lá na santa terrinha era sagrado, havia um truque que acabei por aprender, os homens, na missa, ficam sempre na entrada da igreja, dando lugar as senhoras e as crianças na igreja, pensei sempre que seria educação, mas não, quando a missa não interessa, saem da igreja e vão para o tasco mais próximo beber uns copos de tinto, regressando antes da missa acabar, tudo calculado ao minuto, e aprendi no dia em que teimei ficar na companhia de um familiar que não queria que ficasse com ele, bom, ficou entendia a razão, gente inteligente.

Já bebi o meu café da ordem, aprecio o meu primeiro cigarro, embora falte qualquer coisa, um cigarro na minha poltrona, e melhor que isso mesmo, só mesmo uma moçoila a fazer-me um belo fellatio, mesmo ali na minha frente, deixando-me apreciar os bafos do primeiro cigarro do dia e dos primeiros prazeres, ver a tusa aumentar enquanto ela se distrai com o seu maravilhoso Rajá que mais tarde lhe encherá as medidas na proporção certa, pois não existe proporção errada.

Com este são cento e vinte e oito contos, se tivesse tanto sexo como escrevo, certamente que seria um homem mediano, escrevo um conto por dia, por vezes dois contos, as mulheres precisam de mais calor humano que isso, seria o mediano português, embora nem sempre escreva todos os dias, falta-me a tesão para escrever sobre sexo, como é que algo tão bom pode faltar imaginação, bom, acho que basta faltar o sexo e escrever não compensa a falta de sexo.

Convidei-te para beber um café, por vezes o café tem outros significados, afinal sou um apreciador de café, mas mais apreciador do teu corpo despido na minha cama, será que um mais um serão dois ou um e um serão onze, não sei, mas convites para café, posso fazer, adoro beber café, e nada melhor que beber café em boa companhia, existe tanta coisa boa para se fazer em boa companhia, o que se precisa é de boa companhia.

Sei que chegaste quando a campainha toca, de imediato ligo a máquina do café, arrumo-me ligeiramente, um pouco de perfume no pescoço dá sempre um ambiente mais agradável, tal como a vela de cheiro, a campainha de toca e naquela pressa de ultima hora encontramos aquele par de peúgas no chão que despachamos para baixo de um móvel qualquer, quer-se um espaço mais ou menos arrumado e decente para beber café, já nem ligo a aparelhagem, corro para a porta e abro a mesma, recebo-te com os tradicionais beijos de cortesia, para que raio existe cortesia se vais acabar deitada na minha cama a gemer, mas pronto, as coisas funcionam assim, recolho o teu casaco, e a mala e penduro na entrada da casa, vou para a cozinha, preparar o café, vens atrás com a conversa habitual, a conversa social, mas também não sei a razão de tal, tu como eu, sabes que vais acabar despida na minha cama a fazer-me gemer de gozo, cafés tirados e vamos para a sala, segue-se a conversa da praxe, segue-se o tal cigarro, apagado o cigarro vem o primeiro combate de amassos, aqueles beijos que parecem ser de saudades, mas são de facto beijos de tesão, beijos para provocar, beijos com língua, mãos e a tudo o que se tem direito, escusado será de dizer, que nesse primeiro combate já não existe nem conversa, nem tentativa de argumentos, apenas se usam beijos e caricias, mexe aqui, aperta ali, as roupas vestidas há minutos atrás voam pela sala, surge a primeira reclamação, se vou ter sexo, e se eu sei que vou ter sexo porque raio pus perfume no pescoço, aquilo agarra-se a língua e corta a tesão toda, adiante, o combate ainda vai no inicio e esta a saber deliciosamente.

Na primeira oportunidade fujo sensualmente do sofá, quero a cama, e o seu conforto, o combate continua no hall do corredor, beijos amassados, tesudos, a saia que cai aos pés e os teus braços que me forçam descer ao teu sexo, já se encontra bem quente e húmido quando enterro a minha língua nele, apoias a tua perna no meu ombro, abrindo o teu sexo ao encontro da minha língua atrevida que desliza dentro de ti, lentamente como adoras, que me dedique a massajar o clitóris, sentindo os teus sucos quentes invadirem a minha língua com aquele sabor característico meio acre, mas muito bom, ali mesmo, te encostas na parede e soltas os primeiros gemidos enquanto as tuas mão seguram na minha cabeça empurrando-a contra o teu sexo, gostas que use a língua devagar, mas adoras sentir a minha cara enfiada no teu sexo, cada vez mais quente e mais húmida.

O combate ainda agora começou, e a luta está evidente, depois dos teus gemidos de gozo e talvez por ter usado bem a língua, deixas-me regressar aos teus lábios, línguas cruzadas entre si, beijos recheados de pequenas dentadinhas, vontades e prazeres deliciosos, e tu desces pelo meu corpo, com beijos, no pescoço, nos mamilos, tudo lentamente, enquanto me afagas o sexo com a tua mão, ajoelhas na minha frente, olhas-me nos olhos e engoles-me todo, fazes o meu sexo desaparecer nos teus lábios, sinto-me a latejar, o sangue que subiu ao meu cérebro desce agora a uma velocidade vertiginosa ao meu sexo, que endurece a cada contacto com os teus lábios, vai começando a pulsar a cada vai e vem da tua boca, nem usas as mãos, ele fica em pé, enquanto usas a língua em mim, deixas-me mais doido sempre que olhas para mim e me fazes desaparecer entre os teus lábios, por fim, paras o combate, vens a mim, pensado que vamos para o quarto, mas, continuamos no corredor, dei dois passos, quando te apoias na parede, de costas para mim, e te abres para me acolher, ali mesmo, e não me fazendo rogado, vou por trás de ti, e me encaixo violentamente, a tesão fala mais alto, que se lixe a cama, o ímpeto de te penetrar violentamente é compensado pelo calor húmido que me acolhe e faz soltar um esgar acentuado de prazer, solto um estrondoso gemido de gozo e invisto no teu corpo, no teu sexo, trinco as tuas costas, aperto os teus mamilos duros, brinco com o teu peito massajando-o de forma erótica, o vai e vem não para, a firmeza continua a cada impacto das nossas carnes, aquela palmada mais fulgurosa na tua nádega, aquela tentação de dar por terminado o combate ali mesmo, mas não, te afastas de mim, deixando-me em ponto de rebuçado, com vontade de explodir.

Voltamos há cozinha, sentas na bancada de pedra fria, pensei que tirasse a pica, mas não, puxas-me para ti, guias o meu sexo ao teu e acolhes-me dentro de ti, enrolas as tuas pernas nas minhas, como se me aprisionasses, seguem-se beijos, caricias, gemidos, exiges o orgasmo, forte, intenso, diabólico, ali mesmo, cravas as tuas unhas nas minhas nádegas, para me sentires profundamente e rapidamente dentro de ti, e nem passados breves minutos de ali estarmos chega o fim, a linha da meta, o combate acabou entre suspiros e gemidos, o gozo, o prazer, o violento orgasmo que se abate na nossa alma.

Aceitas um convite para um café?

 

Nuno MauFeitio